Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 9 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Bengala ganha ode ao Azulão

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/01/2017 | 07:00


Reportagem publicada por este Diário, dia 13, sobre o despejo da torcida Bengala Azul, do São Caetano, pela Prefeitura, comoveu leitores. Grupo conhecido no Brasil por ser formado por fãs do Azulão aposentados, teve de devolver o espaço que usava como sede na frente do Anacleto Campanella. A atitude indignou a compositora Maria Thereza, 89 anos, que decidiu doar música que fez em parceria com a poetisa Aleticie Moretto, em 2000, nos tempos áureos do clube, aos velhinhos.

A canção em questão surgiu de poema escrito por Aleticie e que virou tema de reportagem do Diário, em 14 de dezembro de 2000. Maria Thereza viu a chance de fazer a melodia e, juntas, registraram a canção com o nome Bravo São Caetano - Time Azulão. A letra, que está na íntegra no site www.dgabc.com.br, onde também é possível ouvir a música, fala em um dos trechos da missão do clube em dar alegria aos torcedores: “São Caetano, São Caetano és glória!/Você surgiu do sucesso,/do esforço de um time novo/Trazendo alegria pro povo”.

“Quando vi a reportagem, percebi como estavam tristes os integrantes da Bengala Azul, uma torcida que acompanha o time há muito tempo. Senti a tristeza deles. Então pensei em doar essa música que fiz com a Aleticie para eles, para confortá-los”, explicou Maria Thereza.
A música é uma espécie de segundo hino do São Caetano e foi registrada na Biblioteca Nacional, do Ministério da Cultura, em 2001.

“Queremos passar os direitos da música à torcida Bengala Azul, uma forma de reconhecimento por tudo que já fizeram para o São Caetano”, ressaltou Maria Thereza.

Presidente da torcida, Agostinho Folco ficou bastante emocionado com a homenagem. “Muito bom receber apoio como este, de pessoas que nem conhecemos. Fico muito feliz em nome da torcida, pelo reconhecimento, e isso nos dá ainda mais força para continuar a caminhada”, comentou.

Apesar de perder a tradiciona sede na frente do Anacleto Campanella, que segundo a Prefeitura será repassada para a Liga de Futsal do município, a Begala Azul conta com outro espaço, embaixo de uma das arquibancadas do estádio, onde guardam recortes de jornais e muitos artigos relacionados a história do São Caetano. Lá, certamente terá um lugar especial para guardar a canção. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Bengala ganha ode ao Azulão

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/01/2017 | 07:00


Reportagem publicada por este Diário, dia 13, sobre o despejo da torcida Bengala Azul, do São Caetano, pela Prefeitura, comoveu leitores. Grupo conhecido no Brasil por ser formado por fãs do Azulão aposentados, teve de devolver o espaço que usava como sede na frente do Anacleto Campanella. A atitude indignou a compositora Maria Thereza, 89 anos, que decidiu doar música que fez em parceria com a poetisa Aleticie Moretto, em 2000, nos tempos áureos do clube, aos velhinhos.

A canção em questão surgiu de poema escrito por Aleticie e que virou tema de reportagem do Diário, em 14 de dezembro de 2000. Maria Thereza viu a chance de fazer a melodia e, juntas, registraram a canção com o nome Bravo São Caetano - Time Azulão. A letra, que está na íntegra no site www.dgabc.com.br, onde também é possível ouvir a música, fala em um dos trechos da missão do clube em dar alegria aos torcedores: “São Caetano, São Caetano és glória!/Você surgiu do sucesso,/do esforço de um time novo/Trazendo alegria pro povo”.

“Quando vi a reportagem, percebi como estavam tristes os integrantes da Bengala Azul, uma torcida que acompanha o time há muito tempo. Senti a tristeza deles. Então pensei em doar essa música que fiz com a Aleticie para eles, para confortá-los”, explicou Maria Thereza.
A música é uma espécie de segundo hino do São Caetano e foi registrada na Biblioteca Nacional, do Ministério da Cultura, em 2001.

“Queremos passar os direitos da música à torcida Bengala Azul, uma forma de reconhecimento por tudo que já fizeram para o São Caetano”, ressaltou Maria Thereza.

Presidente da torcida, Agostinho Folco ficou bastante emocionado com a homenagem. “Muito bom receber apoio como este, de pessoas que nem conhecemos. Fico muito feliz em nome da torcida, pelo reconhecimento, e isso nos dá ainda mais força para continuar a caminhada”, comentou.

Apesar de perder a tradiciona sede na frente do Anacleto Campanella, que segundo a Prefeitura será repassada para a Liga de Futsal do município, a Begala Azul conta com outro espaço, embaixo de uma das arquibancadas do estádio, onde guardam recortes de jornais e muitos artigos relacionados a história do São Caetano. Lá, certamente terá um lugar especial para guardar a canção. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;