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Motorista continua a se arriscar

Fernando Nonato/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

17/02/2012 | 07:00


A Prefeitura de Mauá executou medidas para tentar evitar que motoristas fizessem conversões proibidas na Avenida Ayrton Senna da Silva, no Jardim Oratório. Foram instalados obstáculos ao longo da via com o objetivo de impedir o acesso irregular à Avenida Jacu-Pêssego e os retornos proibidos. Só que as ações paliativas não tiveram resultado expressivo e muitos condutores ainda se arriscam no local.

Em frente às alças de acesso, foram colocadas tartarugas. Apesar de impedir que carros e caminhões entrem na contramão para chegar ao acesso, os equipamentos não impedem a passagem de motocicletas.

Sem a possibilidade fazer o retorno irregular - denunciado pelo Diário no iníco deste mês -, motoristas começaram a retornar em frente a uma distribuidora de gás a poucos metros dali. No local, uma carreta tombou na quarta-feira, após fazer a manobra proibida.

Para impedir o retorno nesse ponto, a Prefeitura colocou obstáculos na entrada da empresa, o que diminui o ângulo da curva e, assim, impede que a volta seja feita de uma só vez. Na tarde de ontem, a equipe do Diário flagrou diversos motoristas tendo de voltar de marcha à ré para o meio da pista para concluir a manobra.

Em uma das situações, um veículo que voltava de ré quase foi atingido por dois caminhões, sendo um que entrava na empresa e uma carreta que descia pela via. Para o líder comunitário João Lopes, a situação na via ficou ainda pior. "Antes era perigoso, mas pelo menos o pessoal conseguia retornar de uma vez. Agora, o povo tem que voltar de ré, colocando em risco outras pessoas."

JACU-PÊSSEGO

A Prefeitura não cumpriu com a promessa, feita na terça-feira, de fechar a saída da Jacu-Pêssego para Ayrton Senna. A administração havia se comprometido a sinalizar a via para estimular que os retornos fossem feitos no Complexo Juscelino Kubitscheck, no Centro. Segundo o Executivo, "o acesso em questão foi criado pela Dersa, durante as obras do Complexo Jacu-Pêssego, exclusivamente para atender à demanda do Polo Petroquímico."

Outra promessa não cumprida é o fechamento de saída da pista expressa para a local na Avenida Papa João XXIII, no Sertãozinho. O espaço é utilizado na contramão para que motoristas acessam a via rápida.

Procurada desde quarta-feira, a Prefeitura não se manifestou a respeito dos problemas apontados. A Secretaria de Transportes Metropolitanos também não respondeu se pretende criar acessos nos locais.



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Motorista continua a se arriscar

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

17/02/2012 | 07:00


A Prefeitura de Mauá executou medidas para tentar evitar que motoristas fizessem conversões proibidas na Avenida Ayrton Senna da Silva, no Jardim Oratório. Foram instalados obstáculos ao longo da via com o objetivo de impedir o acesso irregular à Avenida Jacu-Pêssego e os retornos proibidos. Só que as ações paliativas não tiveram resultado expressivo e muitos condutores ainda se arriscam no local.

Em frente às alças de acesso, foram colocadas tartarugas. Apesar de impedir que carros e caminhões entrem na contramão para chegar ao acesso, os equipamentos não impedem a passagem de motocicletas.

Sem a possibilidade fazer o retorno irregular - denunciado pelo Diário no iníco deste mês -, motoristas começaram a retornar em frente a uma distribuidora de gás a poucos metros dali. No local, uma carreta tombou na quarta-feira, após fazer a manobra proibida.

Para impedir o retorno nesse ponto, a Prefeitura colocou obstáculos na entrada da empresa, o que diminui o ângulo da curva e, assim, impede que a volta seja feita de uma só vez. Na tarde de ontem, a equipe do Diário flagrou diversos motoristas tendo de voltar de marcha à ré para o meio da pista para concluir a manobra.

Em uma das situações, um veículo que voltava de ré quase foi atingido por dois caminhões, sendo um que entrava na empresa e uma carreta que descia pela via. Para o líder comunitário João Lopes, a situação na via ficou ainda pior. "Antes era perigoso, mas pelo menos o pessoal conseguia retornar de uma vez. Agora, o povo tem que voltar de ré, colocando em risco outras pessoas."

JACU-PÊSSEGO

A Prefeitura não cumpriu com a promessa, feita na terça-feira, de fechar a saída da Jacu-Pêssego para Ayrton Senna. A administração havia se comprometido a sinalizar a via para estimular que os retornos fossem feitos no Complexo Juscelino Kubitscheck, no Centro. Segundo o Executivo, "o acesso em questão foi criado pela Dersa, durante as obras do Complexo Jacu-Pêssego, exclusivamente para atender à demanda do Polo Petroquímico."

Outra promessa não cumprida é o fechamento de saída da pista expressa para a local na Avenida Papa João XXIII, no Sertãozinho. O espaço é utilizado na contramão para que motoristas acessam a via rápida.

Procurada desde quarta-feira, a Prefeitura não se manifestou a respeito dos problemas apontados. A Secretaria de Transportes Metropolitanos também não respondeu se pretende criar acessos nos locais.

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