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As velhas promessas de Ano-Novo

Arrumar outro trabalho, parar de fumar, emagrecer ou simplesmente...


Dgabc

01/01/2013 | 00:00


Artigo

Arrumar outro trabalho, parar de fumar, emagrecer ou simplesmente ler um livro. Já parou para pensar quantas vezes não finalizou determinada tarefa mesmo que sua concretização dependesse apenas de você? Com a chegada de novo ano, é corriqueiro o surgimento de promessas que jamais serão cumpridas. Mudanças de hábito, resolução de pendências e quitação de dívidas são as campeãs. Do singelo ao mais complexo desejo, todos representam expectativas e frustrações que foram adiadas durante o ano, e que na maioria das vezes serão estendidas por toda vida.

Quem nunca enganou a si mesmo com frases do tipo ‘segunda eu começo...' ou ‘amanhã eu faço...' e no dia seguinte nem ao menos lembrou-se do prometido? A maioria dos indivíduos já passou pelo menos uma vez por situações como essa. Adiar as incumbências parece ser o caminho mais fácil, mas é apenas a principal maneira de amargar ainda mais metas e obstáculos nunca solucionados. Será que é tão difícil levar a sério nossas próprias promessas? É evidente que não.

O que diferencia a raça humana dos demais animais é a possibilidade de sonhar. Sem ideais e ambições, perdemos nossa principal essência. Deste modo, é muito importante alimentarmos nossa imaginação com planos, mas antes de qualquer intenção, é necessário ter planejamento. Foco, persistência e organização são a base para que qualquer projeto não fique apenas no papel. Conscientize-se de que não há ‘poção mágica' para resolução de problemas e de que o esforço e dedicação também serão fundamentais para a concretização do seu objetivo. Analise suas pendências e propósitos. Certifique-se de que a realização de tais compromissos acrescentará verdadeiros benefícios em sua vida pessoal, profissional ou financeira, pois caso contrário, o esforço não valerá a pena.

Sobreviva aos contratempos e tenha visão analítica do que realmente precisa ser feito para conseguir o resultado almejado. ‘Como?', ‘quando?', ‘com quem?' e ‘onde?' deverão ser profundamente traçados e definidos. Desafie-se em 2013 e aproveite as 365 novas oportunidades para fazer diferente. Não esqueça que preguiça, falta de tempo e cansaço são os principais vilões para distanciar você dos seus sonhos. Deixe de lado as velhas e falsas promessas de Ano-Novo e ‘arregace as mangas' para iniciar seus planos. Lembre-se que não há sonhos impossíveis e sim projetos mal elaborados.

Vanessa Carrara é analista de suporte e fascinada pelas infinitas possibilidades de boa leitura.

PALAVRA DO LEITOR

Boas-Festas

O Diário recebe e retribui votos de Boas-Festas a Porsche Latin America; Antonella Demasi; PSA Peugeot Citroën; Comunicação Brasil; Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa - Santo André; equipe Avesso; O'Neill; Julia Melo; Luiz Carlos, Rosana Iurillo e equipe da Ralcoh Comunicação; MS2 Comunicação Integrada; A BPS Promoções; equipe Sesc Itaquera; Patrícia Destro Bernardo; Flávio Chantre; Randstad; Marília Pontes; Press Office Comunicação Integrada e equipe; Planeja & Informa Comunicação e Marketing; Carlos Emmiliano Eleutério; Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança); Bosch; Alessandra Nascimento; Vanessa Lemes; Karina Lopes; Lia Mara Sacon; Tamer Comunicação Empresarial; Liliana Liberato; Citroën do Brasil; Suely Sousa; Flavio Fernandes.

Feliz Ano-Novo

Eu choro. Choro pela sorte deste País, que não deu certo; choro pela sede de poder do PT, de querer ficar para sempre no comando, num lugar em que a democracia favorece a todos os partidos políticos. Fico triste pelas mudanças de sucessivos planos econômicos; de tentar se explicar e ninguém querer entender. Fico triste e choro porque, ano após ano, o Brasil não sai do lugar, até recrudesce e anda para trás, que não melhora, pelo crescimento econômico insignificante de tanta coisa para sempre dar em nada. De qualquer maneira, feliz Ano-Novo a todos os leitores deste Diário!

Edson Rodrigues, Santo André

Gratidão

Um grande abraço e desejo de felicidades, ao corpo diretivo e a todos os profissionais e afetos a essa organização que é o nosso Diário. E meu respeito comunga, com absoluta certeza, com muitos que têm orgulho de ver refletido nessa empresa de informação, um dos veículos mais respeitados no território nacional, e que nos agracia - ainda mais - como setecidadenses que somos. Isso em razão de tanto quanto contribuem pelo crescimento, pela comunicação plural e fazendo parte imprescindível da formação de nosso País.

Respeito, admiração, carinho e gratidão a todos.

Cecél Garcia, Santo André

Balanço

Temos o péssimo hábito de analisar o passar do ano começando pelos ocorridos negativos. Sendo que na verdade, deveríamos olhar para os acontecimentos positivos, pois esses sempre são a maioria. Portanto quero desafiar a cada leitor a fazer uma reflexão sobre o ano que passou . Tenho certeza de que verás que foi com certeza um vencedor. Venceu as barreiras em todas as áreas de sua vida. Aproveito o ensejo para desejar um 2013 abençoadíssimo a este estimado Diário que nos dá a oportunidade de expressar nossas ideias neste espaço tão importante, também aos leitores que nos acolhem em suas casas com tanto carinho e respeito. Deus abençoe a todos!!!

Rosangela Caris, Mauá

Descaso

Há mais ou menos seis meses, a Eletropaulo realizou a troca de postes na rua Augusto Walendy, no Jardim Santa Lídia, em Mauá. Pois bem, até hoje a Vivo e a GVT não apareceram para fazer sua parte. Os cabos estão soltos emporcalhando mais ainda nossa cidade. São verdadeiras gambiarras. Quero saber até quando irá persistir esse problema.

Marcos Ribeiro, Mauá

Consciência

A morte cerebral da menina Adrielly dos Santos, 10 anos, no Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, fundamentada na cretinice da desculpa do médico neuro-cirurgião alegando estar ausente de seu plantão, por não concordar com a escala, revela o grande mal do nosso País e da nossa Nação: consciência. O médico poderia não estar de acordo, mas que o manifestasse por escrito à diretoria do hospital, ao CRM ou até aos jornais, mas deveria estar no seu posto de plantão, cumprindo com o juramento de médico. É isso que falta ao brasileiro: consciência. Faltou ao homem que comandou o País por oito anos e operacionalizou o maior esquema de corrupção ‘jamais visto na história deste País', compra votos para si e seu partido com assistencialismos político-eleitoreiros, e fundou com Fidel Castro o Foro de São Paulo. E por questões de falta de consciência esses comunistas mentem, omitem e enganam os mais jovens sobre a realidade do regime militar.

Nei Silveira de Almeida, Belo Horizonte



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