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Ribeirão vai se consolidar como cidade turística em 2019, diz Kiko

André Henriques Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito aposta em entrega de obras, como bulevar gastronômico


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

29/12/2018 | 07:00


O prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB), estima que 2019 será o ano de entrega de obras que consolidarão o município como cidade turística do Grande ABC. Em balanço sobre seus dois primeiros anos de gestão, o socialista estima que conseguirá entregar o que ele denomina de circuito turístico, envolvendo bulevar gastronômico, Parque Milton Marinho e o Templo Luz do Oriente, e que esse fato trará vida ao turismo ribeirão-pirense.

“Pegamos uma cidade mergulhada em dívidas, que tinha perdido crédito na praça, que não possuía suas certidões negativas, em especial as previdenciárias. Sem essas certidões, perderíamos os convênios com Estado e União. Havia a possibilidade de perdermos o título de estância. Trabalhamos com nossos recursos, buscamos colocar a casa em ordem, após ano muito difícil em 2017. Agora as contas estão minimamente em ordem, recebemos o aval da União para ter o selo federal de turismo, que nos permite pleitear mais obras. Ribeirão tem se consolidado como município turístico. Vamos manter o título de estância e fazer com que Ribeirão seja conhecida, de fato, como cidade do turismo”, comentou Kiko, ao Diário, listando o resgate do Festival do Chocolate e outros festejos no município.

O socialista acusou seu antecessor, Saulo Benevides (MDB), de deixar R$ 155 milhões em restos a pagar. Além disso, apontou que o emedebista recolhia as contribuições previdenciárias dos servidores, mas não repassava ao Imprerp (Instituto de Previdência de Ribeirão Pires), manobra que fez com que o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) cancelasse certidões previdenciárias.

Mas as críticas se estendem também à administração de Clóvis Volpi (Patriota), que administrou a cidade entre 2005 e 2012. “O Clóvis pleiteou recurso do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos, do governo estadual) para construção do Hotel Escola. Apontou que haveria elevador, mas não há esse transporte na estrutura. Entramos com ação (na Justiça), mas criou entrave do mesmo jeito junto ao Dade. Há o hospital atrás da UPA (Unidade de Pronto Atendimento – Santa Luzia), que ele (Volpi) iniciou e não terminou. O Estado liberou agora R$ 3 milhões para a gente retomar. Temos de falar dessas irresponsabilidades constantemente”, disparou Kiko.

“Foram cinco anos de desordem administrativa, de desordem econômica na cidade. Colocar isso em dia demorou parte considerável do mandato. Foi quase um ano para fazer a Secretaria do Turismo do Estado entender o que a cidade tinha passado, por exemplo. Sempre houve jogo de compadres. Volpi carregava o Dedé (Edinaldo de Menezes, ex-vice-prefeito), que carregou Saulo, que depois carregou os aliados do Dedé. Quando quebra esse sistema gera oposição na cidade. Agridem de todas as formas. Mas seguimos trabalhando”, emendou.

Kiko celebrou também o aumento da operação do Hospital e Maternidade São Lucas. “Eram quatro partos por mês. Agora temos mais de 100”, comemorou o prefeito, citando que até mesmo seu vice, Gabriel Roncon (PTB), fez uso do equipamento no nascimento de seu filho, Pedro, em fevereiro. “Serve como simbolismo da mudança.”  



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