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Obras de duplicação do Viaduto Adib Chammas terão início em março

Prazo foi anunciado ontem pelo prefeito de Santo André, Paulo Serra; construção da alça integra pacote viário com financiamento do BID


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

14/12/2018 | 07:00


 A Prefeitura de Santo André prevê começar em março do próximo ano as obras de duplicação do Viaduto Antônio Adib Chammas, na região central da cidade. Orçada em R$ 14 milhões, a intervenção integra amplo programa viário, com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que envolve ainda melhorias no elevado Castelo Branco, no bairro Santa Terezinha, além de incluir ações em corredores de ônibus. O anúncio foi feito ontem pelo prefeito Paulo Serra (PSDB), um dia após a abertura do processo licitatório para execução da obra.

A segunda alça de acesso do viaduto, segundo o chefe do Executivo, terá extensão de 172 metros e largura de 9,80 metros. O elevado contará com duas faixas de tráfego, duas faixas de segurança e duas barreiras que irão transpor a Avenida dos Estados e o Rio Tamanduateí.

O esboço do projeto prevê que a construção tenha duas frentes de trabalho, uma em cada lado do elevado, causando menor prejuízo e interdição da metade do viaduto atual. O prazo de execução desta obra será de até 18 meses e a Prefeitura trabalha com a expectativa de entregar o viário no primeiro semestre de 2020.

Pela primeira vez na história da cidade, o processo licitatório para executar a obra permite a participação de empresas internacionais no certame, obedecendo, assim, diretrizes do acordo firmado junto ao BID para o financiamento da obra. O orçamento referencial para a licitação é de R$ 14 milhões, sendo 85,7% dos recursos oriundos do banco e, os 14,3% restantes, do tesouro municipal.

Para o prefeito Paulo Serra, além de representar a retomada de obras estruturantes do ponto de vista da mobilidade que há tempos não acontecia na cidade, o projeto irá proporcionar mudanças no sistema viário. “A obra resolve um problema de fluidez de quem vem do 2º Subdistrito em direção ao Centro que é justamente a metade do viaduto que falta. Além disso, sinaliza melhorias do tráfego e do transporte coletivo, fazendo com que os outros viadutos recebam menos quantidade de veículos, o que faz com que coletivos sejam priorizados nesses outros canais.”

 



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