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Documentos apreendidos comprovam propina na Sé


Do Diário do Grande ABC

25/04/1999 | 17:14


O delegado Romeu Tuma Júnior confirmou, neste domingo à tarde, que documentos apreendidos pela manha em um depósito na regiao central da capital paulista comprovam o pagamento efetivo de propinas semanais a funcionários da Administraçao Regional da Sé. Segundo ele, cópias de cheques e agendas atestam o envolvimento de funcionários com esquema das propinas, investigado pela Comissao Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia dos Fiscais, na Câmara Municipal.

"A diligência desta manha coroou de êxito nosso trabalho na Sé", afirmou Tuma Júnior minutos antes de tomar o depoimento do camelô Nelson Augostatili, conhecido como Nelson do "Dog" pelo seu controle de barracas que vendiam sanduíches e pastéis no centro da cidade. Desde a manha Augostatili está no Instituto de Criminalística (IC) para depor, como forma de garantir sua segurança pessoal.

Num depósito de propriedade de Augostatili, localizado à Rua Santo Amaro 367, integrantes da CPI e da polícia apreenderam hoje, documentos que comprovam a ligaçao de funcionários da regional da Sé com o pagamento de propinas. A existência do depósito foi revelado por uma testemunha ouvida na noite de ontem (24) por Tuma Jr. Policiais foram deslocados para o local para evitar a retirada de documentos até a obtençao do mandato de busca que garantiu a apreensao dos papéis no depósito. "Sao provas efetivas desses pagamentos" disse Tuma, explicando que até entao havia apenas provas testemunhais da irregularidade.

De acordo com o delegado, Augostatili deve depor amanha (26) na CPI da Máfia dos Fiscais. Segundo Tuma Jr., o camelô disse que fazia pagamentos semanais aos funcionários da regional. O delegado nao quis revelar os nomes mencionados nos documentos apreendidos.



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Documentos apreendidos comprovam propina na Sé

Do Diário do Grande ABC

25/04/1999 | 17:14


O delegado Romeu Tuma Júnior confirmou, neste domingo à tarde, que documentos apreendidos pela manha em um depósito na regiao central da capital paulista comprovam o pagamento efetivo de propinas semanais a funcionários da Administraçao Regional da Sé. Segundo ele, cópias de cheques e agendas atestam o envolvimento de funcionários com esquema das propinas, investigado pela Comissao Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia dos Fiscais, na Câmara Municipal.

"A diligência desta manha coroou de êxito nosso trabalho na Sé", afirmou Tuma Júnior minutos antes de tomar o depoimento do camelô Nelson Augostatili, conhecido como Nelson do "Dog" pelo seu controle de barracas que vendiam sanduíches e pastéis no centro da cidade. Desde a manha Augostatili está no Instituto de Criminalística (IC) para depor, como forma de garantir sua segurança pessoal.

Num depósito de propriedade de Augostatili, localizado à Rua Santo Amaro 367, integrantes da CPI e da polícia apreenderam hoje, documentos que comprovam a ligaçao de funcionários da regional da Sé com o pagamento de propinas. A existência do depósito foi revelado por uma testemunha ouvida na noite de ontem (24) por Tuma Jr. Policiais foram deslocados para o local para evitar a retirada de documentos até a obtençao do mandato de busca que garantiu a apreensao dos papéis no depósito. "Sao provas efetivas desses pagamentos" disse Tuma, explicando que até entao havia apenas provas testemunhais da irregularidade.

De acordo com o delegado, Augostatili deve depor amanha (26) na CPI da Máfia dos Fiscais. Segundo Tuma Jr., o camelô disse que fazia pagamentos semanais aos funcionários da regional. O delegado nao quis revelar os nomes mencionados nos documentos apreendidos.

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