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Revolta de Cicinho tumultua o Tricolor


Nelson Cilo
Com Agências

31/03/2010 | 07:00


Como se já não bastassem os dois tropeços consecutivos diante do Corinthians, o desabafo de Cicinho contra o técnico Ricardo Gomes no clássico abalou o clima no São Paulo. Antes de viajar ao México, o presidente Juvenal Juvêncio prometeu apaziguar os ânimos. Lá, o Tricolor enfrenta o Monterrey, às 21h50, pela Copa Libertadores. O ala Cicinho, que recentemente saiu do futebol italiano (Roma) para voltar ao Morumbi, é o pivô das indisfarçáveis discórdias.

"Eles (Juvenal e Cicinho) devem conversar muito no México. Há limites para tudo. Não podemos esquecer que o Ricardo Gomes é o treinador e tem a visão do time como um todo", comentou o diretor João Paulo de Jesus Lopes, ao assumir tanta solidariedade ao comandante.

O vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mostrou-se igualmente incomodado ao reacender o contratempo que serviu para esquentar o clima nos bastidores do Morumbi ou do Centro de Treinamentos da Barra Funda.

Fala-se que as reações de Cicinho - consideradas exageradas - podem até comprometê-lo. O lateral chegou a declarar que não conseguia assimilar a reserva. Era algo que incomodava o ex-Seleção Brasileira. Pior do que isso: ele teria dito palavrões enquanto participa do aquecimento para disputar o segundo tempo do recente clássico no Pacaembu.

"A situação nos preocupa. Ele (Cicinho) não pode reclamar assim. Não queremos ninguém acomodado no banco de reservas, mas o atleta precisa buscar o próprio espaço no elenco", afirmou o dirigente, que parece atento aos desdobramentos da intriga que tumultou demais o São Paulo durante a semana.

"Ele que transforme a reclamação e o bico dele em qualidades de jogo e de bom aproveitamento. Não adianta protestar fora de campo. Que ele recupere a capacidade profissional na hora do trabalho. Que lute dentro de campo. Aí, sim, terá o reconhecimento no São Paulo", recomendou Leco, que não abre mão da disciplina. Cicinho entrou no gramado (no clássico contra o Corinthians) no instante em que faltavam 15 minutos para o fim, mas cobrou a falta no terceiro gol marcado pelo volante Rodrigo Souto.

A preferência de Ricardo Gomes pelo futebol de Jean é o pretexto da revolta de Cicinho, que retornou ao São Paulo no dia 10 de fevereiro. Só que ele não repete as impecáveis atuações que o levaram à Europa. 



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Revolta de Cicinho tumultua o Tricolor

Nelson Cilo
Com Agências

31/03/2010 | 07:00


Como se já não bastassem os dois tropeços consecutivos diante do Corinthians, o desabafo de Cicinho contra o técnico Ricardo Gomes no clássico abalou o clima no São Paulo. Antes de viajar ao México, o presidente Juvenal Juvêncio prometeu apaziguar os ânimos. Lá, o Tricolor enfrenta o Monterrey, às 21h50, pela Copa Libertadores. O ala Cicinho, que recentemente saiu do futebol italiano (Roma) para voltar ao Morumbi, é o pivô das indisfarçáveis discórdias.

"Eles (Juvenal e Cicinho) devem conversar muito no México. Há limites para tudo. Não podemos esquecer que o Ricardo Gomes é o treinador e tem a visão do time como um todo", comentou o diretor João Paulo de Jesus Lopes, ao assumir tanta solidariedade ao comandante.

O vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mostrou-se igualmente incomodado ao reacender o contratempo que serviu para esquentar o clima nos bastidores do Morumbi ou do Centro de Treinamentos da Barra Funda.

Fala-se que as reações de Cicinho - consideradas exageradas - podem até comprometê-lo. O lateral chegou a declarar que não conseguia assimilar a reserva. Era algo que incomodava o ex-Seleção Brasileira. Pior do que isso: ele teria dito palavrões enquanto participa do aquecimento para disputar o segundo tempo do recente clássico no Pacaembu.

"A situação nos preocupa. Ele (Cicinho) não pode reclamar assim. Não queremos ninguém acomodado no banco de reservas, mas o atleta precisa buscar o próprio espaço no elenco", afirmou o dirigente, que parece atento aos desdobramentos da intriga que tumultou demais o São Paulo durante a semana.

"Ele que transforme a reclamação e o bico dele em qualidades de jogo e de bom aproveitamento. Não adianta protestar fora de campo. Que ele recupere a capacidade profissional na hora do trabalho. Que lute dentro de campo. Aí, sim, terá o reconhecimento no São Paulo", recomendou Leco, que não abre mão da disciplina. Cicinho entrou no gramado (no clássico contra o Corinthians) no instante em que faltavam 15 minutos para o fim, mas cobrou a falta no terceiro gol marcado pelo volante Rodrigo Souto.

A preferência de Ricardo Gomes pelo futebol de Jean é o pretexto da revolta de Cicinho, que retornou ao São Paulo no dia 10 de fevereiro. Só que ele não repete as impecáveis atuações que o levaram à Europa. 

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