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Presidente do TCE baiano se diz aliviado por ter sido preso



27/11/2007 | 10:01


O presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado) da Bahia, Antônio Honorato, disse ontem estar aliviado por ter sido preso quinta-feira, na Operação Jaleco Branco, da PF (Polícia Federal).

Honorato, que voltou a Salvador depois de depor domingo na PF em Brasília, contou que há pelo menos cinco meses era citado como envolvido em esquema de fraudes em licitações, mas não sabia que acusações havia de fato contra si. “Agora tive a chance de tomar conhecimento de por que eu era considerado suspeito e pude esclarecer a situação”, afirmou.

A Operação Jaleco Branco prendeu 17 pessoas na Bahia, entre empresários e servidores de vários órgãos, acusados de fraudes em licitações, principalmente de secretarias do governo baiano e da prefeitura de Salvador. De acordo com estimativas da polícia, em dez anos foram desviados R$ 630 milhões.

SUSPEITA - A PF suspeitava de que Honorato facilitava a liberação de recursos para as empresas envolvidas nas fraudes.

Mas no domingo ele foi liberado depois de depor, assim como o empresário Afrânio Matos e a procuradora da Universidade Federal da Bahia , Ana Guiomar Nascimento. Os demais tiveram a prisão mantida.



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Presidente do TCE baiano se diz aliviado por ter sido preso


27/11/2007 | 10:01


O presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado) da Bahia, Antônio Honorato, disse ontem estar aliviado por ter sido preso quinta-feira, na Operação Jaleco Branco, da PF (Polícia Federal).

Honorato, que voltou a Salvador depois de depor domingo na PF em Brasília, contou que há pelo menos cinco meses era citado como envolvido em esquema de fraudes em licitações, mas não sabia que acusações havia de fato contra si. “Agora tive a chance de tomar conhecimento de por que eu era considerado suspeito e pude esclarecer a situação”, afirmou.

A Operação Jaleco Branco prendeu 17 pessoas na Bahia, entre empresários e servidores de vários órgãos, acusados de fraudes em licitações, principalmente de secretarias do governo baiano e da prefeitura de Salvador. De acordo com estimativas da polícia, em dez anos foram desviados R$ 630 milhões.

SUSPEITA - A PF suspeitava de que Honorato facilitava a liberação de recursos para as empresas envolvidas nas fraudes.

Mas no domingo ele foi liberado depois de depor, assim como o empresário Afrânio Matos e a procuradora da Universidade Federal da Bahia , Ana Guiomar Nascimento. Os demais tiveram a prisão mantida.

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