Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 2 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Escrivão de polícia de SBC é preso após atirar em motociclista


Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

16/05/2004 | 19:45


O escrivão da Polícia Civil Antonio Marcos Cardoso, 45 anos, foi preso em flagrante na madrugada deste domingo em São Bernardo, depois de atirar contra um motociclista. Ele teria se envolvido em uma briga de trânsito e disparou contra o motociclista, acertando apenas o veículo. O nome do motociclista, que não foi atingido pelo tiro, não foi revelado pela polícia. O caso foi registrado pelo plantão do 1º DP (Distrito Policial) de São Bernardo. O escrivão se encontra detido no Presídio da Polícia Civil, em São Paulo.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública, o caso já foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Civil, que abrirá processo administrativo para apurar responsabilidades.

A Secretaria de Segurança não confirmou neste domingo em qual DP Cardoso trabalhava, nem em que circunstâncias foi abordado.

Contrabando – Na terça-feira passada, outro policial civil de São Bernardo foi preso, desta vez na zona Leste da capital, sob a acusação de contrabando e tentativa de corrupção. O investigador da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecente) da cidade estaria escoltando um ônibus com sacoleiros e teria intermediado com policiais militares o pagamento de uma propina de R$ 3 mil para que a mercadoria – avaliada em R$ 200 mil – não fosse apreendida.

Tanto o investigador quanto a sacoleira que ofereceu o suposto suborno foram presos em flagrante pelos policiais militares e levados para a sede da Polícia Federal, na zona Oeste de São Paulo. A outros policiais de São Bernardo, o agente teria negado o crime. O caso está sendo apurado pela Corregedoria da Polícia Civil e, se for considerado culpado, o agente pode ser expulso da corporação e condenado a até sete anos de prisão.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Escrivão de polícia de SBC é preso após atirar em motociclista

Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

16/05/2004 | 19:45


O escrivão da Polícia Civil Antonio Marcos Cardoso, 45 anos, foi preso em flagrante na madrugada deste domingo em São Bernardo, depois de atirar contra um motociclista. Ele teria se envolvido em uma briga de trânsito e disparou contra o motociclista, acertando apenas o veículo. O nome do motociclista, que não foi atingido pelo tiro, não foi revelado pela polícia. O caso foi registrado pelo plantão do 1º DP (Distrito Policial) de São Bernardo. O escrivão se encontra detido no Presídio da Polícia Civil, em São Paulo.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública, o caso já foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Civil, que abrirá processo administrativo para apurar responsabilidades.

A Secretaria de Segurança não confirmou neste domingo em qual DP Cardoso trabalhava, nem em que circunstâncias foi abordado.

Contrabando – Na terça-feira passada, outro policial civil de São Bernardo foi preso, desta vez na zona Leste da capital, sob a acusação de contrabando e tentativa de corrupção. O investigador da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecente) da cidade estaria escoltando um ônibus com sacoleiros e teria intermediado com policiais militares o pagamento de uma propina de R$ 3 mil para que a mercadoria – avaliada em R$ 200 mil – não fosse apreendida.

Tanto o investigador quanto a sacoleira que ofereceu o suposto suborno foram presos em flagrante pelos policiais militares e levados para a sede da Polícia Federal, na zona Oeste de São Paulo. A outros policiais de São Bernardo, o agente teria negado o crime. O caso está sendo apurado pela Corregedoria da Polícia Civil e, se for considerado culpado, o agente pode ser expulso da corporação e condenado a até sete anos de prisão.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;