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Cinco dicas para proteger o celular em momentos de lazer

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

11/01/2021 | 11:48


Por ser utilizado com frequência, o celular fica exposto a diferentes danos. E a segurança do dispositivo fica ainda mais ameaçada durante o verão. De acordo com Tatiana Moura, sócia e técnica da Fix Online, nos dias posteriores aos feriados prolongados, o número de smartphones que aparecem quebrados na loja aumenta em 30%. “Apesar de sermos especializados em conserto de tela e vidro, nos deparamos com todo tipo de caso. Desde o aparelho que caiu na água da piscina, até aquele com os orifícios entupidos de areia”, conta.

Para quem não sabe o que fazer quando ocorre algum tipo de acidente com o celular, Tatiana aponta os principais danos que ocorrem com o aparelho durante viagens e quais os procedimentos adequados a serem seguidos. Confira!

Leia mais:
Dicas simples podem manter seu smartphone longe da assistência técnica
Mito ou verdade? Quais truques funcionam quando o assunto é celular
Cabos e carregadores não originais são os responsáveis por 50% dos reparos em smartphones

1. Celular caiu na piscina. O que fazer?

Segundo Tatiana, se o smartphone cair na água, o correto é mantê-lo desligado e levá-lo, o mais rápido possível, para uma assistência técnica fazer o banho químico. “O procedimento irá secar o excesso de água no celular. O processo de corrosão é muito rápido, por isso o ideal é procurar uma assistência de imediato”, comenta.

E mais: colocar o celular no arroz não resolve. Isso é apenas um mito popular. “O usuário pode até colocar o aparelho no arroz, porém o alimento irá sugar apenas a água superficial. O que prejudica mesmo o celular é aquela água que entra na placa – e o arroz não chega neste nível”, explica Tatiana.

2. Celular cheio de areia? Saiba como limpá-lo

O grande problema de o celular cair na areia, é que ela pode entrar nos pequenos orifícios do aparelho, como a entrada de fone de ouvido, a saída de som e o conector de carga. “Se isso acontecer, o indicado é não tentar resolver o problema sozinho. Ao utilizar uma agulha para tirar a areia dos buraquinhos, por exemplo, a pessoa pode empurrá-la ainda mais para dentro do telefone”, ressalta Tatiana.

Esse tipo de atitude pode ser ainda mais prejudicial se a areia for empurrada para dentro do conector de carga, porque o grão pode danificar todo o componente. “O que era para ser uma simples limpeza – que, muitas vezes, não é nem cobrada – passa a ser um problema muito maior, com um custo avantajado”, alerta a especialista.

3. Tela e vidro rachados. Há conserto?

A queda de um celular pode ocasionar a quebra do vidro ou da tela do telefone. Quando isso ocorre, o consumidor costuma entrar em desespero, achando que terá que trocar tudo e pagar um absurdo pelo serviço. Mas Tantiana faz um alerta. “Apesar de a grande maioria das assistências trocarem tudo, em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro, não do LCD”, revela. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

Para saber se há a necessidade de fazer a troca completa, é simples. “Se a tela estiver sem manchas, sem riscos e com o touch funcionamento normalmente, não há a necessidade de mexer no LCD”, conta Tatiana. Agora, caso exista a necessidade de novos vidro e tela, para que o consumidor saiba se o conserto valerá a pena, em termos de custo, basta fazer um conta. “Se a troca custar até 30% do valor aparelho, compensa”, afirma.

4. Celular caiu no mar. Tem salvação?

A água salgada é extremamente corrosiva. Assim, quando um celular cai no mar, ela age no aparelho como se fosse um ácido e vai comendo toda a placa do telefone. “As chances de recuperar um celular que caiu no mar são quase zero. A pessoa pode até ligar o aparelho e ver a imagem na tela, mas vai se deparar com diversos danos, seja no Wi-Fi, fone de ouvido ou conector de carga”, aponta Tatiana.

A técnica conta que mesmo os aparelhos que possuem fator de proteção IP68, resistentes a água, não podem ser utilizados no mar. “Eles são permitidos entrar até determinada profundidade e sempre em água doce. No mar, jamais”, explica.

5. Excesso de sol faz mal para o celular?

Na hora de pegar aquele solzinho, é essencial proteger o celular dos raios UVs. “Quando o celular fica muito exposto ao sol, a bateria do aparelho pode inchar, empurrando a tela para fora, o que ocasionará em rachaduras no vidro”, conclui Tatiana.



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Cinco dicas para proteger o celular em momentos de lazer

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

11/01/2021 | 11:48


Por ser utilizado com frequência, o celular fica exposto a diferentes danos. E a segurança do dispositivo fica ainda mais ameaçada durante o verão. De acordo com Tatiana Moura, sócia e técnica da Fix Online, nos dias posteriores aos feriados prolongados, o número de smartphones que aparecem quebrados na loja aumenta em 30%. “Apesar de sermos especializados em conserto de tela e vidro, nos deparamos com todo tipo de caso. Desde o aparelho que caiu na água da piscina, até aquele com os orifícios entupidos de areia”, conta.

Para quem não sabe o que fazer quando ocorre algum tipo de acidente com o celular, Tatiana aponta os principais danos que ocorrem com o aparelho durante viagens e quais os procedimentos adequados a serem seguidos. Confira!

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Cabos e carregadores não originais são os responsáveis por 50% dos reparos em smartphones

1. Celular caiu na piscina. O que fazer?

Segundo Tatiana, se o smartphone cair na água, o correto é mantê-lo desligado e levá-lo, o mais rápido possível, para uma assistência técnica fazer o banho químico. “O procedimento irá secar o excesso de água no celular. O processo de corrosão é muito rápido, por isso o ideal é procurar uma assistência de imediato”, comenta.

E mais: colocar o celular no arroz não resolve. Isso é apenas um mito popular. “O usuário pode até colocar o aparelho no arroz, porém o alimento irá sugar apenas a água superficial. O que prejudica mesmo o celular é aquela água que entra na placa – e o arroz não chega neste nível”, explica Tatiana.

2. Celular cheio de areia? Saiba como limpá-lo

O grande problema de o celular cair na areia, é que ela pode entrar nos pequenos orifícios do aparelho, como a entrada de fone de ouvido, a saída de som e o conector de carga. “Se isso acontecer, o indicado é não tentar resolver o problema sozinho. Ao utilizar uma agulha para tirar a areia dos buraquinhos, por exemplo, a pessoa pode empurrá-la ainda mais para dentro do telefone”, ressalta Tatiana.

Esse tipo de atitude pode ser ainda mais prejudicial se a areia for empurrada para dentro do conector de carga, porque o grão pode danificar todo o componente. “O que era para ser uma simples limpeza – que, muitas vezes, não é nem cobrada – passa a ser um problema muito maior, com um custo avantajado”, alerta a especialista.

3. Tela e vidro rachados. Há conserto?

A queda de um celular pode ocasionar a quebra do vidro ou da tela do telefone. Quando isso ocorre, o consumidor costuma entrar em desespero, achando que terá que trocar tudo e pagar um absurdo pelo serviço. Mas Tantiana faz um alerta. “Apesar de a grande maioria das assistências trocarem tudo, em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro, não do LCD”, revela. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

Para saber se há a necessidade de fazer a troca completa, é simples. “Se a tela estiver sem manchas, sem riscos e com o touch funcionamento normalmente, não há a necessidade de mexer no LCD”, conta Tatiana. Agora, caso exista a necessidade de novos vidro e tela, para que o consumidor saiba se o conserto valerá a pena, em termos de custo, basta fazer um conta. “Se a troca custar até 30% do valor aparelho, compensa”, afirma.

4. Celular caiu no mar. Tem salvação?

A água salgada é extremamente corrosiva. Assim, quando um celular cai no mar, ela age no aparelho como se fosse um ácido e vai comendo toda a placa do telefone. “As chances de recuperar um celular que caiu no mar são quase zero. A pessoa pode até ligar o aparelho e ver a imagem na tela, mas vai se deparar com diversos danos, seja no Wi-Fi, fone de ouvido ou conector de carga”, aponta Tatiana.

A técnica conta que mesmo os aparelhos que possuem fator de proteção IP68, resistentes a água, não podem ser utilizados no mar. “Eles são permitidos entrar até determinada profundidade e sempre em água doce. No mar, jamais”, explica.

5. Excesso de sol faz mal para o celular?

Na hora de pegar aquele solzinho, é essencial proteger o celular dos raios UVs. “Quando o celular fica muito exposto ao sol, a bateria do aparelho pode inchar, empurrando a tela para fora, o que ocasionará em rachaduras no vidro”, conclui Tatiana.

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