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Sobra potência à Honda CB 1300


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

07/11/2007 | 07:01


Quando se pensa em motocicleta de alta cilindrada, logo vem à mente modelos superesportivos – ao estilo motovelocidade. Um engano. O mercado brasileiro se destaca entre os locais com maior aceitação do visual naked (sem carenagem), principalmente em razão da queda do dólar, que facilita a entrada de importados.

Prova disso é o sucesso de vendas da Honda CB 1300 Super Four, topo de linha da marca na Europa, Estados Unidos e Japão. No ano passado, o modelo custava US$ 20,6 mil – cerca de R$ 44 mil na cotação a R$ 2,15.

Hoje, com o dólar na casa de R$ 1,70, a supermáquina sai por pouco mais de R$ 35 mil. O preço é semelhante ao da “prima” Hornet 600F, que tem menos da metade da cilindrada da CB 1300.

Além da relação custo-benefício, é pelo quesito desempenho que essa moto seduz consumidores. O motor gera 115 cv a 7.500 rpm, potência similar à de um carro 1.8, 16 válvulas. É potência de sobra para um peso de apenas 234 kg. O torque é de 11,9 mkgf a 6.000 rpm. Quem é fã da Hornet vai se impressionar com a performance dessa máquina, tanto no pára-anda-pára do trânsito urbano quanto em alta velocidade em rodovias.

CONJUNTO

Junto com o moderno sistema de motorização, a CB 1300 vem equipado com o que existe de mais moderno em injeção eletrônica. A tecnologia desenvolvida pela Honda permite ao modelo baixo consumo de combustível ao considerar a alta cilindrada.

Apesar do tamanho da CB 1300, em movimento o modelo é tão versátil quanto uma motocicleta menor – de fácil maneabilidade e confortável posição de pilotagem. Nesse quesito, o ponto negativo é a posição de quem vai na garupa. A rabeta incomoda durante acelerações mais bruscas.

Já para quem está no comando da máquina, a temperatura do motor atrapalha. Esquenta demais as pernas. Em alta velocidade, não faz diferença. No entanto, na cidade pode ser um inconveniente.

Ainda no tema conforto, a posição das manoplas deixa as mãos doloridas em pouco tempo, mas o piloto se acostuma com o uso.

Na lista de pontos positivos, a segurança é a estrela. A iluminação foi reforçada para garantir a visibilidade noturna. O sistema de freios (disco flutuante na roda dianteira e disco simples na traseira) é eficiente em qualquer situação. Além disso, a moto conta com Honda Ignition Security System, referência em dispositivo antifurto.


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Sobra potência à Honda CB 1300

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

07/11/2007 | 07:01


Quando se pensa em motocicleta de alta cilindrada, logo vem à mente modelos superesportivos – ao estilo motovelocidade. Um engano. O mercado brasileiro se destaca entre os locais com maior aceitação do visual naked (sem carenagem), principalmente em razão da queda do dólar, que facilita a entrada de importados.

Prova disso é o sucesso de vendas da Honda CB 1300 Super Four, topo de linha da marca na Europa, Estados Unidos e Japão. No ano passado, o modelo custava US$ 20,6 mil – cerca de R$ 44 mil na cotação a R$ 2,15.

Hoje, com o dólar na casa de R$ 1,70, a supermáquina sai por pouco mais de R$ 35 mil. O preço é semelhante ao da “prima” Hornet 600F, que tem menos da metade da cilindrada da CB 1300.

Além da relação custo-benefício, é pelo quesito desempenho que essa moto seduz consumidores. O motor gera 115 cv a 7.500 rpm, potência similar à de um carro 1.8, 16 válvulas. É potência de sobra para um peso de apenas 234 kg. O torque é de 11,9 mkgf a 6.000 rpm. Quem é fã da Hornet vai se impressionar com a performance dessa máquina, tanto no pára-anda-pára do trânsito urbano quanto em alta velocidade em rodovias.

CONJUNTO

Junto com o moderno sistema de motorização, a CB 1300 vem equipado com o que existe de mais moderno em injeção eletrônica. A tecnologia desenvolvida pela Honda permite ao modelo baixo consumo de combustível ao considerar a alta cilindrada.

Apesar do tamanho da CB 1300, em movimento o modelo é tão versátil quanto uma motocicleta menor – de fácil maneabilidade e confortável posição de pilotagem. Nesse quesito, o ponto negativo é a posição de quem vai na garupa. A rabeta incomoda durante acelerações mais bruscas.

Já para quem está no comando da máquina, a temperatura do motor atrapalha. Esquenta demais as pernas. Em alta velocidade, não faz diferença. No entanto, na cidade pode ser um inconveniente.

Ainda no tema conforto, a posição das manoplas deixa as mãos doloridas em pouco tempo, mas o piloto se acostuma com o uso.

Na lista de pontos positivos, a segurança é a estrela. A iluminação foi reforçada para garantir a visibilidade noturna. O sistema de freios (disco flutuante na roda dianteira e disco simples na traseira) é eficiente em qualquer situação. Além disso, a moto conta com Honda Ignition Security System, referência em dispositivo antifurto.

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