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Região gastou R$ 323 milhões em obras


Juliana de Sordi Gattone
Do Diário do Grande ABC

31/07/2005 | 08:02


Somente no segundo semestre de 2004 - período eleitoral - seis cidades do Grande ABC gastaram R$ 323.866.559,73 (veja arte ao lado) em obras. Parte desses dados foram publicados, recentemente, no site do TCE (Tribunal de Contas do Estado). Apenas quatro cidades da região apresentaram as informações ao órgão: São Bernardo, São Caetano, Diadema e Rio Grande da Serra que, juntas, somaram R$ 285.042.366,09 em 205 obras. Já Santo André, Mauá e Ribeirão Pires não têm a planilha publicada no site, mas as duas primeiras forneceram os dados ao Diário. Apenas os valores de Ribeirão não foram computados nesta reportagem.

As cidades em que os prefeitos disputaram a reeleição, caso de Santo André, com João Avamileno (PT); São Bernardo, com William Dib (PSB); e Diadema, com José de Filippi Júnior (PT) - todos reeleitos - foram as que mais gastaram. São Bernardo foi a que mais aplicou nos seis últimos meses de 2004: R$ 257 milhões ou quase 80% da soma de todas as cidades. Santo André aplicou R$ 25 milhões, enquanto Diadema chegou a R$ 16 milhões.

Em seguida, estão Mauá, com R$ 13 milhões; São Caetano, com R$ 9,9 milhões; e, por último, Rio Grande, com R$ R$ 1 milhão. Essas últimas não tiveram candidatos à reeleição. Atualmente, são prefeitos, respectivamente, Diniz Lopes, interino que ocupa a cadeira que era de Oswaldo Dias (PT); José Auricchio Júnior (PTB), substituindo Luiz Tortorello, que morreu em dezembro; e Adler Kiko Teixeira (PSDB), que substituiu Ramon Velasquez (PT).

Em número de empreendimentos, segundo dados do TCE, São Caetano é a campeã, com 87 intervenções. Em segundo, São Bernardo, com 76; Diadema, com 36; Mauá, com oito; e Rio Grande, com apenas seis. As demais cidades não apresentaram o número de obras.

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Segundo a assessoria de imprensa de Santo André, a Secretaria de Finanças encaminhou as planilhas ao TCE em 16 de junho deste ano. A mesma justificativa foi utilizada pela Prefeitura de Mauá.

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Comparativo - No ano passado, o Diário publicou reportagem sobre os investimentos em obras em pleno ano eleitoral. Na ocasião, baseada em dados transmitidos pelas sete prefeituras, a soma foi de apenas R$ 187 milhões, metade do resultado coletado nesta semana.

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São Bernardo informou que totalizaria R$ 102,1 milhões em obras. Na verdade, foram empenhados R$ 257 milhões. A Prefeitura de Santo André disse que gastaria R$ 28,2 milhões. Gastou menos: R$ 25 milhões. São Caetano empenhou  só R$ 9,9 milhões no segundo semestre.

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Diadema anunciou que gastaria R$ 6,6 milhões em obras. Mas só no segundo semestre aplicou R$ 16 milhões. Mauá foi a que mais se aproximou do valor real. No ano passado, anunciou R$ 12,8 milhões em gastos e na planilha que seria enviada ao TCE divulgou R$ 13,3 milhões. Ribeirão Pires, que não apresentou os custos, informou no ano passado que gastou R$ 3,8 milhões em obras.

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S.Bernardo realiza obra mais cara\r\n

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Juliana de Sordi Gattone<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Não é apenas a somatória do dinheiro gasto em cada cidade da região com obras que atinge altos valores. Alguns destes empreendimentos surpreendem pela quantidade de recursos aplicados. São Bernardo sai na frente e possui a obra de custo mais elevado. As intervenções na avenida Lauro Gomes é a benfeitoria que mais exigiu investimentos: R$ 74 milhões.",1]);//-->

Outras - Embora o site do TCE não apresente os dados de Santo André, Mauá e Ribeirão Pires, as três cidades afirmam terem enviado todos os processos de obras ao tribunal. Além disso, Santo André e Mauá informaram ao Diário os valores gastos na pasta no segundo semestre e a obra com mais investimento. Apenas Ribeirão Pires não divulgou os dados.

Segundo a assessoria de imprensa de Santo André, a Secretaria de Finanças encaminhou as planilhas ao TCE em 16 de junho deste ano. A mesma justificativa foi utilizada pela Prefeitura de Mauá.

Comparativo - No ano passado, o Diário publicou reportagem sobre os investimentos em obras em pleno ano eleitoral. Na ocasião, baseada em dados transmitidos pelas sete prefeituras, a soma foi de apenas R$ 187 milhões, metade do resultado coletado nesta semana.

São Bernardo informou que totalizaria R$ 102,1 milhões em obras. Na verdade, foram empenhados R$ 257 milhões. A Prefeitura de Santo André disse que gastaria R$ 28,2 milhões. Gastou menos: R$ 25 milhões. São Caetano empenhou  só R$ 9,9 milhões no segundo semestre.

Diadema anunciou que gastaria R$ 6,6 milhões em obras. Mas só no segundo semestre aplicou R$ 16 milhões. Mauá foi a que mais se aproximou do valor real. No ano passado, anunciou R$ 12,8 milhões em gastos e na planilha que seria enviada ao TCE divulgou R$ 13,3 milhões. Ribeirão Pires, que não apresentou os custos, informou no ano passado que gastou R$ 3,8 milhões em obras.



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