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Talytha Pugliesi acusa Régis Trovão e Paulo Vilhena de assédio

Reprodução/Twitter Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


21/08/2021 | 10:11


A atriz Talytha Pugliesi acusou o diretor Régis Trovão e o ator Paulo Vilhena de assédio. Na última sexta-feira, dia 20, Talytha fez uma série de vídeos em seus Stories do Instagram para falar sobre os episódios que teriam ocorrido durante os ensaios e apresentações da peça Toda Saudade do Mundo, de 2019. No início de 2020, a modelo já tinha feito uma declaração sobre o caso, embora não tenha citado nomes na época.

- Eu me arrependi muito de ter não falado o nome do assediador no post que eu fiz, porque o meu marido, minha irmã e meu assessor falaram que eu não tinha que falar. E aí, recentemente, eu fiquei muito p**a. Como assim vocês me convenceram? Eu tinha que ter feito o que eu queria. E claramente eu ainda não superei, eu falei desse assunto essa semana. É algo que me faz muito mal, eu me senti muito violentada. Então eu quero deixar aqui esse relato.

Talytha, então, decidiu falar os nomes pela primeira vez.

- Então, vou dizer que quem me assediou foi o diretor da peça, o Régis Trovão. Ele também me assediou moralmente, antes do assédio sexual, o que eu só lembrei depois. E também o ator principal da peça, que me assediou moralmente.

Em janeiro do último ano, o relato da artista mencionava que ela teria sido assediada por um homem o qual tinha confiança e carinho.

[...] Até que ele pegou a minha cabeça, como quem põe a mão atrás da cabeça da pessoa, e traz em sua direção para beijar. Eu empurrei e falei algo do tipo (não me lembro exatamente dos diálogos depois disso): Tá doido, ou Não faz isso, ou Não viaja. Ele tentou pela segunda vez e eu não faço ideia do que falei. Só me lembro de sentir vergonha. Ele pediu desculpas e continuamos conversando. Eu não sei dizer até agora por que eu não levantei e fui embora? Por que eu não gritei, não agredi? Até que mais uma vez, do nada, ele fez o mesmo movimento e me beijou pela terceira vez. Todas as vezes eu o empurrei para longe.



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