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Maia defende reforma, mas diz que não há espaço para imposto cumulativo

José Cruz/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


31/07/2020 | 14:15


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta sexta-feira, 31, a necessidade de discussão e aprovação da reforma tributária no País. Atualmente, existem três propostas em tramitação no Parlamento, uma da Câmara, uma no Senado e outra enviada pelo governo federal.

Em almoço organizado pelo Lide, Maia citou que o governo federal tem R$ 450 bilhões de subsídios e que o corte de 20% a 30% dessas benesses podem ajudar no aumento da receita sem a necessidade de criar novos impostos.

"Não quero discutir se tem imposto digital ou CPMF (Contribuição Provisória de Movimentação Financeira). Não há mais espaço para novo tributo, que é cumulativo, trava economia e exporta impostos", disse. "Um novo tributo (com compensações) pode até ser neutro do ponto de vista do número, mas do ponto de vista da Economia não é, nunca", disse o presidente da Câmara.



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Maia defende reforma, mas diz que não há espaço para imposto cumulativo


31/07/2020 | 14:15


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta sexta-feira, 31, a necessidade de discussão e aprovação da reforma tributária no País. Atualmente, existem três propostas em tramitação no Parlamento, uma da Câmara, uma no Senado e outra enviada pelo governo federal.

Em almoço organizado pelo Lide, Maia citou que o governo federal tem R$ 450 bilhões de subsídios e que o corte de 20% a 30% dessas benesses podem ajudar no aumento da receita sem a necessidade de criar novos impostos.

"Não quero discutir se tem imposto digital ou CPMF (Contribuição Provisória de Movimentação Financeira). Não há mais espaço para novo tributo, que é cumulativo, trava economia e exporta impostos", disse. "Um novo tributo (com compensações) pode até ser neutro do ponto de vista do número, mas do ponto de vista da Economia não é, nunca", disse o presidente da Câmara.

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