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É muito difícil prever quando será o pico da pandemia no Brasil, diz OMS

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/06/2020 | 14:29


O diretor executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou que é "muito difícil" prever quando será o pico da pandemia em um país, já que isso depende das medidas tomadas para enfrentar o problema. A declaração foi dada durante entrevista coletiva, após ele ter sido questionado sobre se é possível estimar quando será o auge da doença no Brasil.

Ryan disse que o vírus "explora" fragilidades das nações, como a falta de informações adequadas. "Não há respostas mágicas", comentou, dizendo que é preciso agir "em todos os níveis" para enfrentar o problema. "Olhem para os países que contiveram a doença", recomendou.

De qualquer modo, Ryan comentou também em outro momento da coletiva que fatores naturais podem interferir na duração de uma pandemia, bem como questões como as conexões dentro do país, que podem acelerar ou não a transmissão das doenças.

Ao falar sobre o quadro mais geral, Ryan lembrou que há uma alta no número de casos também em outros países de fora das Américas, como a Rússia. "Diria que a doença está sob controle na Europa Ocidental; não está certamente sob controle em geral na América Central e na do Sul", declarou também.



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É muito difícil prever quando será o pico da pandemia no Brasil, diz OMS


24/06/2020 | 14:29


O diretor executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou que é "muito difícil" prever quando será o pico da pandemia em um país, já que isso depende das medidas tomadas para enfrentar o problema. A declaração foi dada durante entrevista coletiva, após ele ter sido questionado sobre se é possível estimar quando será o auge da doença no Brasil.

Ryan disse que o vírus "explora" fragilidades das nações, como a falta de informações adequadas. "Não há respostas mágicas", comentou, dizendo que é preciso agir "em todos os níveis" para enfrentar o problema. "Olhem para os países que contiveram a doença", recomendou.

De qualquer modo, Ryan comentou também em outro momento da coletiva que fatores naturais podem interferir na duração de uma pandemia, bem como questões como as conexões dentro do país, que podem acelerar ou não a transmissão das doenças.

Ao falar sobre o quadro mais geral, Ryan lembrou que há uma alta no número de casos também em outros países de fora das Américas, como a Rússia. "Diria que a doença está sob controle na Europa Ocidental; não está certamente sob controle em geral na América Central e na do Sul", declarou também.

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