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Munícipes prestam homenagem a vítimas da Covid-19 em Mauá

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo também pediu ações mais efetivas do poder público para o combate ao novo coronavírus


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

24/06/2020 | 11:05


Grupo composto por 15 pessoas fez hoje pela manhã homenagem às vítimas da Covid-19 em Mauá. O movimento teve início em frente à estação da CPTM, terminou na Prefeitura e contou com o uso de faixa e cruzes simbolizando as vidas perdidas. Os munícipes também pediam ação mais efetiva do Executivo para o combate à pandemia.

"Fizemos uma cruz para cada vítima da Covid-19 em Mauá. Na faixa continham 126 vítimas, mas até o momento do movimento já eram 128. Nós também cobramos um posicionamento mais firme do executivo municipal, na figura do prefeito e vereadores da cidade, sobre políticas públicas voltadas para o combate ao coronavírus", disse um dos colaboradores do movimento, o professor André Sapanos. Segundo ele, a flexibilização na quarentena está contribuindo para o aumento do número de casos, já que as pessoas estão sendo estimuladas a irem para a rua. "Isso não quer dizer que estamos isentando a população de culpa. Tem muita gente que vai para a rua sem necessidade", ressalta.

Sapanos disse que no início da pandemia foi entregue para o prefeito Atila Jacomussi uma série de iniciativas que poderiam ser feitas para combater a pandemia na cidade. "Infelizmente, a maioria das coisas ele não acatou. Nós vemos que em São Caetano, por exemplo, está tendo testagem em massa, inclusive de idosos e em Mauá nem mencionou em fazer isso", reclama. As sugestões podem ser vistas em https://www.facebook.com/100206061510075/posts/140178427512838/.

A Prefeitura respondeu em nota que implantado ações de vanguarda no combate ao coronavírus. "Como o próprio instituto Volvo pontuou, ficamos em 4° lugar na grande São Paulo como melhor cidade em ações de combate à pandemia. Fomos a primeira cidade do Brasil a implantar lavatórios em áreas de grande fluxo, fizemos drive-thru para vacinação de idosos contra o Influenza e H1N1, construímos o primeiro Hospital de Campanha de porta aberta do Estado de São Paulo, das 7h às 19h, depois tornando-se referenciado, ampliamos os leitos de UTI no Hospital Nardini, fizemos parceria público-privada com o Hospital Vital para aquisição de mais leitos, realizamos testagem em massa dos servidores da saúde, distribuímos 450 mil máscaras para a população, implantamos tendas de higienização e conscientização nas pontas das feiras, implantamos tendas de segmentação nas UPAS, distribuímos o cartão Merenda em Casa, primeira cidade da região a contemplar todos os alunos da rede, foram mais de 20.500 alunos atendidos, além de 7.000 kits de alimentação especial para crianças em idade de creche. Fiscalizamos o isolamento social, combatemos preços abusivos, fizemos campanhas extensas de conscientização pela internet, outdoors e faixas carros de som. Além de frequente higienização com produtos químicos das unidades de saúde, Cras, pontos de ônibus, terminal de transporte público entre outros."

SITUAÇÃO

O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi, é investigado por superfaturamento no hospital de campanha da cidade administrado por uma OS (Organização Social). Policiais civis e promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpriram dia 15 mandados de busca e apreensão na Prefeitura e na casa do prefeito. Foram apreendidos dois celulares, um iPad, documentos e um notebook. O secretário de Saúde de Mauá, Luís Carlos Casarin, também é alvo da operação.

A suspeita está em irregularidades na contratação emergencial da OS Atlantic - Transparência e Apoio à Saúde Pública para a gestão e operação do hospital de campanha construído na cidade para atender os pacientes com Covid-19. O valor da contratação do hospital foi de R$ 3,3 milhões para o prazo de 90 dias.



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Munícipes prestam homenagem a vítimas da Covid-19 em Mauá

Grupo também pediu ações mais efetivas do poder público para o combate ao novo coronavírus

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

24/06/2020 | 11:05


Grupo composto por 15 pessoas fez hoje pela manhã homenagem às vítimas da Covid-19 em Mauá. O movimento teve início em frente à estação da CPTM, terminou na Prefeitura e contou com o uso de faixa e cruzes simbolizando as vidas perdidas. Os munícipes também pediam ação mais efetiva do Executivo para o combate à pandemia.

"Fizemos uma cruz para cada vítima da Covid-19 em Mauá. Na faixa continham 126 vítimas, mas até o momento do movimento já eram 128. Nós também cobramos um posicionamento mais firme do executivo municipal, na figura do prefeito e vereadores da cidade, sobre políticas públicas voltadas para o combate ao coronavírus", disse um dos colaboradores do movimento, o professor André Sapanos. Segundo ele, a flexibilização na quarentena está contribuindo para o aumento do número de casos, já que as pessoas estão sendo estimuladas a irem para a rua. "Isso não quer dizer que estamos isentando a população de culpa. Tem muita gente que vai para a rua sem necessidade", ressalta.

Sapanos disse que no início da pandemia foi entregue para o prefeito Atila Jacomussi uma série de iniciativas que poderiam ser feitas para combater a pandemia na cidade. "Infelizmente, a maioria das coisas ele não acatou. Nós vemos que em São Caetano, por exemplo, está tendo testagem em massa, inclusive de idosos e em Mauá nem mencionou em fazer isso", reclama. As sugestões podem ser vistas em https://www.facebook.com/100206061510075/posts/140178427512838/.

A Prefeitura respondeu em nota que implantado ações de vanguarda no combate ao coronavírus. "Como o próprio instituto Volvo pontuou, ficamos em 4° lugar na grande São Paulo como melhor cidade em ações de combate à pandemia. Fomos a primeira cidade do Brasil a implantar lavatórios em áreas de grande fluxo, fizemos drive-thru para vacinação de idosos contra o Influenza e H1N1, construímos o primeiro Hospital de Campanha de porta aberta do Estado de São Paulo, das 7h às 19h, depois tornando-se referenciado, ampliamos os leitos de UTI no Hospital Nardini, fizemos parceria público-privada com o Hospital Vital para aquisição de mais leitos, realizamos testagem em massa dos servidores da saúde, distribuímos 450 mil máscaras para a população, implantamos tendas de higienização e conscientização nas pontas das feiras, implantamos tendas de segmentação nas UPAS, distribuímos o cartão Merenda em Casa, primeira cidade da região a contemplar todos os alunos da rede, foram mais de 20.500 alunos atendidos, além de 7.000 kits de alimentação especial para crianças em idade de creche. Fiscalizamos o isolamento social, combatemos preços abusivos, fizemos campanhas extensas de conscientização pela internet, outdoors e faixas carros de som. Além de frequente higienização com produtos químicos das unidades de saúde, Cras, pontos de ônibus, terminal de transporte público entre outros."

SITUAÇÃO

O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi, é investigado por superfaturamento no hospital de campanha da cidade administrado por uma OS (Organização Social). Policiais civis e promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpriram dia 15 mandados de busca e apreensão na Prefeitura e na casa do prefeito. Foram apreendidos dois celulares, um iPad, documentos e um notebook. O secretário de Saúde de Mauá, Luís Carlos Casarin, também é alvo da operação.

A suspeita está em irregularidades na contratação emergencial da OS Atlantic - Transparência e Apoio à Saúde Pública para a gestão e operação do hospital de campanha construído na cidade para atender os pacientes com Covid-19. O valor da contratação do hospital foi de R$ 3,3 milhões para o prazo de 90 dias.

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