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Fazendeiro é indiciado pela morte de missionária


Do Diário OnLine

20/02/2005 | 14:37


O fazendeiro Amair Feijole da Cunha, conhecido como Tato, foi indiciado neste domingo por co-autoria no assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, ocorrido no último dia 12 (sábado), na cidade de Anapu (PA). Se condenado, ele poderá pegar até 30 anos de prisão.

De acordo com informações da GloboNews TV, Tato foi acusado formalmente depois de prestar depoimento na Superintendência da Polícia Civil, em Altamira (PA). Durante as 70 perguntas feitas pelo delega, ele entrou em contradição sobre seu relacionamento com o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, considerado pela polícia o mandante do assassinato.

Algumas pessoas confirmaram à polícia que Tato discutiu de maneira rispida com a missionária um dia antes do crime. O fazendeiro teria utilizado palavrões ao se dirigir a Dorothy, que pediu a ele que deixasse a fazenda que fica dentro da área do projeto de Desenvolvimento Sustentável. Tato prestará depoimento agora à PF (Polícia Federal).

Além de Tato, que se entregou à polícia na tarde de sábado, e Biba, outras duas pessoas ainda são procuradas por serem suspeitas de partipar do crime.  



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