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Koiti deixa PSD e ingressa no PMDB

Vereador de Ribeirão Pires anuncia saída após legenda fechar aliança com petista Maria Inês


Cynthia Tavares
do Diário do Grande ABC

13/06/2012 | 07:00


O vereador de Ribeirão Pires Koiti Takaki (PSD) está de malas prontas para o PMDB. O parlamentar deixa os quadros pessedistas após diversos desentendimentos com a executiva estadual e os seus colegas de Legislativo José Nelson de Barros (PSD) e o presidente da Câmara, Gerson Constantino (PSD).

As brigas entre Koiti e o partido ocorreram pelo posicionamento da sigla na eleição municipal. A estadual ordenou que a legenda em Ribeirão apoiasse a pré-candidatura de Maria Inês Soares (PT). Por outro lado, o vereador defendia aliança com o candidato Saulo Benevides (PMDB).

No mês passado, o articulador do PSD na Região Metropolitana, José Police Neto, esteve na cidade para oficializar o casamento com os petistas. Após o fato, a situação de Koiti ficou insustentável. Para impedir qualquer problema futuro, a estadual destituiu a comissão provisória que era presidida pelo parlamentar.

Koiti disse que o convite para ingressar no PMDB é antigo. "Foi algo construído naturalmente. Já disse para o Saulo que não quero assumir nenhuma responsabilidade, vou ficar como filiado normal. Apenas continuo na coordenação (da campanha)", afirmou.

É a segunda vez em menos de um ano que o vereador troca de partido. Em 2011, ele deixou o PV para ingressar no PSD por meio de articulação de Saulo com pessedistas ligados ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Na época, o PV decidiu não pedir a cadeira do parlamentar.

Com a nova troca, Koiti também não corre o risco de perder seu mandato. Por ser fundada após as eleições municipais de 2008, a sigla não tem suplente e por isso não tem o direito de pedir a vaga na Câmara. "O PSD não tem quem colocar no lugar, logo, não haverá problema jurídico. De qualquer forma, vou consultar um advogado", ponderou.

O único mistério é quando o vereador vai assinar a ficha de desfiliação. Nos bastidores comenta-se que a saída pode ser sacramentada somente após a eleição. A intenção é tumultuar a situação do PSD no reduto petista. Filiados ao PT não escondem o incômodo com o fato de um parlamentar pessedista coordenar a campanha de Saulo.

O peemedebista comemorou a nova adesão e admitiu que a filiação pode ocorrer no futuro. "Não tem necessidade de filiar agora", desconversou o pré-candidato.



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