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Obras de arte de seis mil anos sao encontradas no Egito


Das Agências

27/12/2000 | 07:52


Arqueólogos britânicos encontraram no deserto egípcio uns trinta sítios de 6.000 anos de antiguidade, com numerosas obras de arte gravadas em pedra, que proporcionam informaçoes sobre as origens da civilizaçao egípcia, revelou esta quarta-feira o jornal londrino The Guardian. Estes sítios foram encontrados durante as últimas semanas em pleno deserto, a leste do Nilo, precisou a mesma fonte.

As obras de arte representam principalmente embarcaçoes, seres humanos e diversos animais, como bois, girafas, hipopótamos e avestruzes, que habitavam a regiao há uns 4.000 anos antes de Cristo, ou seja, bem antes da era dos faraós e das pirâmides.

``Trata-se da capela Sixtina do Egito pré-dinástico, é assombroso'', declarou ao jornal o dr. Toby Wilkinson, da universidade de Cambridge, que dirigiu a equipe de arqueólogos britânicos. Esta descoberta abre, em sua opiniao, ``um capítulo totalmente novo no estudo da civilizaçao egípcia e de suas origens''.

Segundo Wilkinson, até os dois ou três últimos anos, as pesquisas se concentravam no vale do Nilo. ``Na realidade, as pessoas nunca tinham pensado na possibilidade de que pudesse haver um tesouro de informaçoes no que agora é o deserto, porque atualmente é muito inóspito e quase inacessível'', explicou.

A desertificaçao do Egito começou uns 3.500 anos antes de Cristo, informou o diário. Antes, a paisagem a leste do Nilo era semelhante à da atual savana do Leste da Africa, com numerosos pontos de água e rios em funçao das estaçoes.

Os arqueólogos encontraram as marcas de um povo nômade nao identificado que levava seu gado do Vale do Nilo até o Mar Vermelho. ``Depois, abandonou a savana para instalar-se no vale do Nilo'', segundo Wilkinson.



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Obras de arte de seis mil anos sao encontradas no Egito

Das Agências

27/12/2000 | 07:52


Arqueólogos britânicos encontraram no deserto egípcio uns trinta sítios de 6.000 anos de antiguidade, com numerosas obras de arte gravadas em pedra, que proporcionam informaçoes sobre as origens da civilizaçao egípcia, revelou esta quarta-feira o jornal londrino The Guardian. Estes sítios foram encontrados durante as últimas semanas em pleno deserto, a leste do Nilo, precisou a mesma fonte.

As obras de arte representam principalmente embarcaçoes, seres humanos e diversos animais, como bois, girafas, hipopótamos e avestruzes, que habitavam a regiao há uns 4.000 anos antes de Cristo, ou seja, bem antes da era dos faraós e das pirâmides.

``Trata-se da capela Sixtina do Egito pré-dinástico, é assombroso'', declarou ao jornal o dr. Toby Wilkinson, da universidade de Cambridge, que dirigiu a equipe de arqueólogos britânicos. Esta descoberta abre, em sua opiniao, ``um capítulo totalmente novo no estudo da civilizaçao egípcia e de suas origens''.

Segundo Wilkinson, até os dois ou três últimos anos, as pesquisas se concentravam no vale do Nilo. ``Na realidade, as pessoas nunca tinham pensado na possibilidade de que pudesse haver um tesouro de informaçoes no que agora é o deserto, porque atualmente é muito inóspito e quase inacessível'', explicou.

A desertificaçao do Egito começou uns 3.500 anos antes de Cristo, informou o diário. Antes, a paisagem a leste do Nilo era semelhante à da atual savana do Leste da Africa, com numerosos pontos de água e rios em funçao das estaçoes.

Os arqueólogos encontraram as marcas de um povo nômade nao identificado que levava seu gado do Vale do Nilo até o Mar Vermelho. ``Depois, abandonou a savana para instalar-se no vale do Nilo'', segundo Wilkinson.

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