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Vaidade racha elenco do São Paulo no Japão


Das Agências

13/12/2005 | 08:33


Além de toda a polêmica a respeito do contrato de Amoroso, que teria assinado um pré-contrato com um clube japonês e a multa seria de US$ 500 mil para permanecer no São Paulo, os diretores do Tricolor tiveram outro motivo de preocupação dois dias antes da estréia no Mundial: a discussão sobre o prêmio que será pago em caso de conquista. Embora nenhum boato tenha sido confirmado, a briga parece mesmo pela vaidade. Os dois principais assuntos eram: primeiro, os jogadores estariam pedindo um valor de US$ 200 mil, o que corresponderia a quase a totalidade do prêmio de US$ 4,5 milhões que o primeiro colocado recebe. O clube estaria oferecendo R$ 120 mil, que significa um aumento de 50% em relação aos R$ 80 mil que foram pagos pela conquista da Libertadores. E, o pior deles: os jogadores estariam divididos em seis panelas e todas estariam exigindo ter um representante na mesa de negociação, o que seria uma espécie de revolta contra o capitão Rogério Ceni, que sempre negocia pelos jogadores.

O atacante Amoroso desmente. “O Ceni é que decide essas coisas. Ele é um ótimo representante e vamos pensar no jogo, só isso”, disse. A versão foi ironizada por Marco Aurélio Cunha, superintendente de Futebol. “Seis grupos? Como temos 23 jogadores, cada grupo teria quatro pessoas? O Bosco e o Aloísio que chegaram agora estão em qual? Não tem nada disso. O Ceni conversa com um e outro, fala da proposta e tudo se resolve bem”, afirmou.

Diante de tantas versões, o presidente Marcelo Portugal Gouvêa irritou-se após a entrevista em que praticamente selou a saída de Amoroso do São Paulo. Deu gritos com assessores, dizendo que ninguém deveria mais dar entrevistas porque o time é que saía prejudicado com este tipo de notícia.

Amoroso entra em campo nesta quarta-feira contra o Al Ittihad para fazer, muito provavelmente, sua penúltima partida. A relação do jogador com o clube ficou abalada segunda-feira. “O que eu posso falar sobre isso? Quando ele assinou esse pré-contrato, com certeza sabia sobre a multa. E dá a impressão de que deseja forçar uma situação, querendo que a gente pague uma multa que poderia ter sido evitada”, afirmou o presidente do São Paulo.

E, se depender do pagamento de algum dinheiro para que Amoroso fique livre para continuar no São Paulo, o tempo do jogador no clube acabou. “Se ele assinou, que pague para ficar livre. Não temos nada com isso. O Amoroso é um grande jogador, fez sucesso aqui, mas pode sair e ser feliz em outro lugar. E nós também, sem ele. Cada um segue para o seu lado”, explicou Gouvêa.

Amoroso falou, mantendo a postura assumida até agora. Diz que o presidente é sensacional, que a camisa do São Paulo ficou muito bem nele e que não gostaria de sair de jeito nenhum. Mas assumiu que tem mesmo um pré-contrato assinado com outro clube. “Mesmo com pré-contrato, a minha prioridade total é continuar no São Paulo. Volto a negociar com o clube no dia 22”, justificou.



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Vaidade racha elenco do São Paulo no Japão

Das Agências

13/12/2005 | 08:33


Além de toda a polêmica a respeito do contrato de Amoroso, que teria assinado um pré-contrato com um clube japonês e a multa seria de US$ 500 mil para permanecer no São Paulo, os diretores do Tricolor tiveram outro motivo de preocupação dois dias antes da estréia no Mundial: a discussão sobre o prêmio que será pago em caso de conquista. Embora nenhum boato tenha sido confirmado, a briga parece mesmo pela vaidade. Os dois principais assuntos eram: primeiro, os jogadores estariam pedindo um valor de US$ 200 mil, o que corresponderia a quase a totalidade do prêmio de US$ 4,5 milhões que o primeiro colocado recebe. O clube estaria oferecendo R$ 120 mil, que significa um aumento de 50% em relação aos R$ 80 mil que foram pagos pela conquista da Libertadores. E, o pior deles: os jogadores estariam divididos em seis panelas e todas estariam exigindo ter um representante na mesa de negociação, o que seria uma espécie de revolta contra o capitão Rogério Ceni, que sempre negocia pelos jogadores.

O atacante Amoroso desmente. “O Ceni é que decide essas coisas. Ele é um ótimo representante e vamos pensar no jogo, só isso”, disse. A versão foi ironizada por Marco Aurélio Cunha, superintendente de Futebol. “Seis grupos? Como temos 23 jogadores, cada grupo teria quatro pessoas? O Bosco e o Aloísio que chegaram agora estão em qual? Não tem nada disso. O Ceni conversa com um e outro, fala da proposta e tudo se resolve bem”, afirmou.

Diante de tantas versões, o presidente Marcelo Portugal Gouvêa irritou-se após a entrevista em que praticamente selou a saída de Amoroso do São Paulo. Deu gritos com assessores, dizendo que ninguém deveria mais dar entrevistas porque o time é que saía prejudicado com este tipo de notícia.

Amoroso entra em campo nesta quarta-feira contra o Al Ittihad para fazer, muito provavelmente, sua penúltima partida. A relação do jogador com o clube ficou abalada segunda-feira. “O que eu posso falar sobre isso? Quando ele assinou esse pré-contrato, com certeza sabia sobre a multa. E dá a impressão de que deseja forçar uma situação, querendo que a gente pague uma multa que poderia ter sido evitada”, afirmou o presidente do São Paulo.

E, se depender do pagamento de algum dinheiro para que Amoroso fique livre para continuar no São Paulo, o tempo do jogador no clube acabou. “Se ele assinou, que pague para ficar livre. Não temos nada com isso. O Amoroso é um grande jogador, fez sucesso aqui, mas pode sair e ser feliz em outro lugar. E nós também, sem ele. Cada um segue para o seu lado”, explicou Gouvêa.

Amoroso falou, mantendo a postura assumida até agora. Diz que o presidente é sensacional, que a camisa do São Paulo ficou muito bem nele e que não gostaria de sair de jeito nenhum. Mas assumiu que tem mesmo um pré-contrato assinado com outro clube. “Mesmo com pré-contrato, a minha prioridade total é continuar no São Paulo. Volto a negociar com o clube no dia 22”, justificou.

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