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Pinheiro assume PMDB de S.Caetano


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/09/2017 | 07:00


Ex-prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (2013-2016) assumiu na semana passada o comando do PMDB municipal, como antecipou o Diário em agosto. O peemedebista, rival político do atual prefeito, José Auricchio Júnior (PSDB), passa a presidir o partido justamente num momento em que a legenda se aproxima do governo tucano e integra a base aliada na Câmara.

Pinheiro substitui a filha, Gica Pinheiro, que passou a trabalhar na Câmara da Capital e afastou-se das atividades partidárias na cidade. “O partido está bem na cidade, tem três vereadores. Estamos querendo aumentar a representatividade (que já é) boa. Nas reuniões que vamos fazer, a gente quer trazer opiniões das pessoas que são ligadas ao partido e apoiadores, para que a gente possa fazer um partido mais atuante”, destacou Pinheiro.

O discurso do ex-prefeito, que evita fazer críticas ao adversário, novamente evidencia reaproximação do seu núcleo político com o do atual chefe do Palácio da Cerâmica. Os dois foram aliados – e correligionários – até as eleições de 2012, quando Pinheiro trocou o PTB pelo PMDB para disputar a Prefeitura, em detrimento da candidatura de Regina Maura Zetone (PSDB, atual secretária de Saúde), então escolhida por Auricchio para representar a sucessão do governo.

A rivalidade foi preservada durante os quatro anos do governo do peemedebista e, no pleito do ano passado, se enfrentaram nas urnas. O tucano levou a melhor na corrida pelo Paço, mas foi derrotado pelos peemedebistas na disputa pela presidência da Câmara, com a vitória de Pio Mielo, que se tornou vice-presidente do partido no município.<EM>

O PMDB, então passou a engrossar o chamado G-10, grupo de nove parlamentares até então oposicionistas. A ala também era composta por vereadores do PR, que foi a terceira via no pleito do ano passado, com o ex-vereador Fabio Palacio. No segundo semestre, o grupo se desfez e tanto peemedebistas quanto republicanos passaram para a base governista. (Colaborou Felipe Siqueira) 



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Pinheiro assume PMDB de S.Caetano

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/09/2017 | 07:00


Ex-prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (2013-2016) assumiu na semana passada o comando do PMDB municipal, como antecipou o Diário em agosto. O peemedebista, rival político do atual prefeito, José Auricchio Júnior (PSDB), passa a presidir o partido justamente num momento em que a legenda se aproxima do governo tucano e integra a base aliada na Câmara.

Pinheiro substitui a filha, Gica Pinheiro, que passou a trabalhar na Câmara da Capital e afastou-se das atividades partidárias na cidade. “O partido está bem na cidade, tem três vereadores. Estamos querendo aumentar a representatividade (que já é) boa. Nas reuniões que vamos fazer, a gente quer trazer opiniões das pessoas que são ligadas ao partido e apoiadores, para que a gente possa fazer um partido mais atuante”, destacou Pinheiro.

O discurso do ex-prefeito, que evita fazer críticas ao adversário, novamente evidencia reaproximação do seu núcleo político com o do atual chefe do Palácio da Cerâmica. Os dois foram aliados – e correligionários – até as eleições de 2012, quando Pinheiro trocou o PTB pelo PMDB para disputar a Prefeitura, em detrimento da candidatura de Regina Maura Zetone (PSDB, atual secretária de Saúde), então escolhida por Auricchio para representar a sucessão do governo.

A rivalidade foi preservada durante os quatro anos do governo do peemedebista e, no pleito do ano passado, se enfrentaram nas urnas. O tucano levou a melhor na corrida pelo Paço, mas foi derrotado pelos peemedebistas na disputa pela presidência da Câmara, com a vitória de Pio Mielo, que se tornou vice-presidente do partido no município.<EM>

O PMDB, então passou a engrossar o chamado G-10, grupo de nove parlamentares até então oposicionistas. A ala também era composta por vereadores do PR, que foi a terceira via no pleito do ano passado, com o ex-vereador Fabio Palacio. No segundo semestre, o grupo se desfez e tanto peemedebistas quanto republicanos passaram para a base governista. (Colaborou Felipe Siqueira) 

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