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Jonas Brothers live in Brazil

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

14/11/2010 | 07:00


O furacão Jonas Brothers deixou o Brasil após shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mas pelo que Joe, 21 anos, postou no Twitter depois da apresentação na capital carioca, eles não devem demorar a voltar. "Rio. Que cidade maravilhosa. Cheio de memórias. Obrigado pelos momentos divertidos. Nos veremos em breve!"

E se o retorno depender do sucesso da turnê Live in Concert 2010, não há dúvidas de que realmente acontecerá. A plateia, que lotou os estádios das três cidades, cantou em coro 26 canções do trio, como Fly With Me, Burnin Up e LA Baby, em duas horas de apresentação.

A frente dos hotéis em que ficaram foi toma- da por legião de fãs (a maioria meninas). Em São Paulo, nem a chuva os espantou. Muitos carregavam faixas e cartazes com frases apai- xonadas. Até cantaram Parabéns (em inglês) para Kevin, que completou 23 anos no dia 5. E olha que muitos vieram de longe. Rafaela Gadelha, 14, saiu de Brasília com a mãe e a irmã. "Sou apaixonada por eles", justifica a me- nina, que usa anel com nome de Nick gravado.

Antes do show paulistano, os irmãos con- cederam entrevista coletiva no local em que estavam hospedados, em Sampa. O D+ estava lá para conferir. Durante o bate-papo, Nick, 18, aparentava ser o mais tímido, para não di- zer assustado. Joe comentou que é superfã da cantora Vanessa da Mata. E Nick era o mais sorridente. No entanto, faltou uma declaração dos garotos sobre a ausência de Demi Lovato, que foi internada em clínica de reabilitação nas vésperas da viagem. Confira:

 

Vocês sentiram medo das fãs que estavam na frente do hotel?

Joe: Absolutamente não. Para a gente é um orgulho ter nossas fãs aqui. São elas que nos apoiam muito, compram nosso CD, ouvem nossas músicas. Gostamos que estejam aqui. Estamos superacostumados.

Qual a sensação de tocar pela segunda vez no Brasil? O nervosismo é o mesmo ou a responsabilidade é maior?

Kevin: Estamos muito empolgados. Ver rostos familiares e novos é legal. Nos sentimos honrados em voltar para um país para o qual pouca gente costuma vir. Estamos muito felizes de estar no Brasil de novo. É um show novo e os fãs vão ficar contentes.

Qual a diferença do grupo de 2009 e o de agora?

Nick: Crescemos como grupo, e estar juntos de novo é uma experiência nova. Em um ano amadurecemos.

Como conciliam a relação de irmão e profissional?

Joe: É muito divertido trabalhar com quem a gente cresceu e ama. Isso é ótimo.

Defina as fãs brasileiras em uma palavra.

Kevin: Apaixonadas.

Joe: Amáveis.

Nick: Barulhentas.

O que o Twitter proporciona na relação entre vocês e os fãs?

Nick: Usamos o Twitter como uma conexão com as fãs. Faz parte do nosso trabalho. Temos orgulho de ter essa conectividade.

Gostariam de fazer Camp Rock 3?

Kevin: Nós estamos muito felizes com o Camp Rock 2. Tivemos a chance de trazer muitos amigos para a turnê. É um projeto que gostamos bastante. Ainda não temos planos para o terceiro; mas nunca se sabe!

O que acham da música brasileira?

Kevin: Não temos muita proximidade com a cultura do Brasil, mas quando estamos num país como esse tentamos sugar ao máximo a cultura. Ligamos a TV e, no carro, quando estamos indo para o show, ligamos em uma rádio com música brasileira. Tem alguém que deveríamos ouvir?

Joe: Também somos grandes fãs de Vanessa da Mata. Linda voz.

Para onde gostariam de levar a turnê e ainda não conseguiram?

Joe: Gostaríamos de ir para Abu Dhabi (capital dos Emirados Árabes). Seria muito divertido. É um lugar onde nunca estivemos.

Como foi a turnê com a galera do Camp Rock 2?

Nick: A gente se diverte bastante durante o show, mas não bagunça muito fora dele.

Joe gravou vídeo sobre bullying para crianças norte-americanas. Dá para acabar com isso?

Joe: Não acho que conseguimos acabar com o bullying. É algo que ainda acontece muito nas escolas. Mas podemos lidar com o problema, chamar a atenção dos professores, das pessoas que fazem isso e alcançar as crianças que estão sozinhas para mostrar que elas têm nosso apoio.

Têm planos para gravar o novo álbum?

Kevin: Estamos muito ocupados, envolvidos agora em diferentes projetos musicais individuais e do grupo também. Já temos algumas ideias, mas não sabemos se isso vai dar um CD e como será o som.

 



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Jonas Brothers live in Brazil

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

14/11/2010 | 07:00


O furacão Jonas Brothers deixou o Brasil após shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mas pelo que Joe, 21 anos, postou no Twitter depois da apresentação na capital carioca, eles não devem demorar a voltar. "Rio. Que cidade maravilhosa. Cheio de memórias. Obrigado pelos momentos divertidos. Nos veremos em breve!"

E se o retorno depender do sucesso da turnê Live in Concert 2010, não há dúvidas de que realmente acontecerá. A plateia, que lotou os estádios das três cidades, cantou em coro 26 canções do trio, como Fly With Me, Burnin Up e LA Baby, em duas horas de apresentação.

A frente dos hotéis em que ficaram foi toma- da por legião de fãs (a maioria meninas). Em São Paulo, nem a chuva os espantou. Muitos carregavam faixas e cartazes com frases apai- xonadas. Até cantaram Parabéns (em inglês) para Kevin, que completou 23 anos no dia 5. E olha que muitos vieram de longe. Rafaela Gadelha, 14, saiu de Brasília com a mãe e a irmã. "Sou apaixonada por eles", justifica a me- nina, que usa anel com nome de Nick gravado.

Antes do show paulistano, os irmãos con- cederam entrevista coletiva no local em que estavam hospedados, em Sampa. O D+ estava lá para conferir. Durante o bate-papo, Nick, 18, aparentava ser o mais tímido, para não di- zer assustado. Joe comentou que é superfã da cantora Vanessa da Mata. E Nick era o mais sorridente. No entanto, faltou uma declaração dos garotos sobre a ausência de Demi Lovato, que foi internada em clínica de reabilitação nas vésperas da viagem. Confira:

 

Vocês sentiram medo das fãs que estavam na frente do hotel?

Joe: Absolutamente não. Para a gente é um orgulho ter nossas fãs aqui. São elas que nos apoiam muito, compram nosso CD, ouvem nossas músicas. Gostamos que estejam aqui. Estamos superacostumados.

Qual a sensação de tocar pela segunda vez no Brasil? O nervosismo é o mesmo ou a responsabilidade é maior?

Kevin: Estamos muito empolgados. Ver rostos familiares e novos é legal. Nos sentimos honrados em voltar para um país para o qual pouca gente costuma vir. Estamos muito felizes de estar no Brasil de novo. É um show novo e os fãs vão ficar contentes.

Qual a diferença do grupo de 2009 e o de agora?

Nick: Crescemos como grupo, e estar juntos de novo é uma experiência nova. Em um ano amadurecemos.

Como conciliam a relação de irmão e profissional?

Joe: É muito divertido trabalhar com quem a gente cresceu e ama. Isso é ótimo.

Defina as fãs brasileiras em uma palavra.

Kevin: Apaixonadas.

Joe: Amáveis.

Nick: Barulhentas.

O que o Twitter proporciona na relação entre vocês e os fãs?

Nick: Usamos o Twitter como uma conexão com as fãs. Faz parte do nosso trabalho. Temos orgulho de ter essa conectividade.

Gostariam de fazer Camp Rock 3?

Kevin: Nós estamos muito felizes com o Camp Rock 2. Tivemos a chance de trazer muitos amigos para a turnê. É um projeto que gostamos bastante. Ainda não temos planos para o terceiro; mas nunca se sabe!

O que acham da música brasileira?

Kevin: Não temos muita proximidade com a cultura do Brasil, mas quando estamos num país como esse tentamos sugar ao máximo a cultura. Ligamos a TV e, no carro, quando estamos indo para o show, ligamos em uma rádio com música brasileira. Tem alguém que deveríamos ouvir?

Joe: Também somos grandes fãs de Vanessa da Mata. Linda voz.

Para onde gostariam de levar a turnê e ainda não conseguiram?

Joe: Gostaríamos de ir para Abu Dhabi (capital dos Emirados Árabes). Seria muito divertido. É um lugar onde nunca estivemos.

Como foi a turnê com a galera do Camp Rock 2?

Nick: A gente se diverte bastante durante o show, mas não bagunça muito fora dele.

Joe gravou vídeo sobre bullying para crianças norte-americanas. Dá para acabar com isso?

Joe: Não acho que conseguimos acabar com o bullying. É algo que ainda acontece muito nas escolas. Mas podemos lidar com o problema, chamar a atenção dos professores, das pessoas que fazem isso e alcançar as crianças que estão sozinhas para mostrar que elas têm nosso apoio.

Têm planos para gravar o novo álbum?

Kevin: Estamos muito ocupados, envolvidos agora em diferentes projetos musicais individuais e do grupo também. Já temos algumas ideias, mas não sabemos se isso vai dar um CD e como será o som.

 

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