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Sto.André redefine prazos de obras da Saúde e Educação

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governo estabelece novo calendário para entrega de equipamentos e visa minimizar impacto da demanda


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/05/2018 | 07:00


 O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), redefiniu cronograma de obras para, entre junho deste ano até julho de 2019, entregar ao menos um equipamento público por mês na cidade. A primeira metade do pacote está relacionada à Saúde. Do mês inicial de projeção a dezembro, a proposta contempla reabrir dez unidades, englobando as sete fechadas em 2017, além de incluir outras três que estavam paralisadas pela gestão anterior. Entre dezembro e o começo do segundo semestre do ano que vem, o plano passa por inaugurar sete creches, e o CEU (Centro Educacional Unificado) das Artes do Jardim Ana Maria.

Com a programação, a ideia é minimizar impactos da demanda das duas áreas. A antecipação dos prazos na Saúde, principalmente, seria decisão do Paço para estancar o desgaste político vivenciado desde o fechamento em bloco das unidades dentro da proposta do QualiSaúde. Paulo Serra pontuou, por sua vez, que o recém-avalizado calendário se deu a partir da austeridade fiscal aplicada pelo governo. “Estamos nos baseando na recuperação econômica (da Prefeitura), consequência do choque de gestão, que retomou nossa capacidade de investimento, gerando crédito para intervenções, e ajudou a criar outro cronograma de obras.”

Quando anunciou a implantação do QualiSaúde, em julho, para reformar e modernizar os equipamentos da rede municipal, o Paço estipulou que a entrega das unidades se esticaria até 2020, último ano do mandato. Uma das principais razões do tempo alongado era justamente a questão de dificuldade nas finanças. As intervenções seriam feitas por equipe própria. Já no começo deste ano, medidas foram buscadas para antecipar os prazos. A administração resolveu lançar licitações para contratar empresas terceirizadas que pudessem agilizar as obras.

“Em julho vamos conseguir entregar dois equipamentos: a UBS Campestre, antecipada em seis meses, tornando-se policlínica, além do CER (Centro Especializado em Reabilitação), em fase final de obras, que estava parado desde 2015. Será uma Rede Lucy Montoro municipal”, sustentou Paulo Serra, em referência ao programa do governo de São Paulo. No pacote da Saúde tem as duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) 24 horas, do Jardim Santo André e da Perimetral, bem como as USFs (Unidade Saúde da Família) dos jardins Cipreste e Irene.

No que se refere à Educação, a meta é acelerar as entrega das sete creches, que contam com recursos da União, por meio do Pró-Infância – cinco estavam paralisadas há dois anos e duas foram iniciadas: Cata Preta e Guaratinguetá. Em caso de cumprir o compromisso, o tucano alcança 70% do prometido no programa de governo, a partir da criação de cerca de 2.800 vagas. “O nosso plano é de lançar dez creches (até o fim do mandato). Não tenho dúvida que até 2020 podemos zerar o deficit.”



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Sto.André redefine prazos de obras da Saúde e Educação

Governo estabelece novo calendário para entrega de equipamentos e visa minimizar impacto da demanda

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/05/2018 | 07:00


 O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), redefiniu cronograma de obras para, entre junho deste ano até julho de 2019, entregar ao menos um equipamento público por mês na cidade. A primeira metade do pacote está relacionada à Saúde. Do mês inicial de projeção a dezembro, a proposta contempla reabrir dez unidades, englobando as sete fechadas em 2017, além de incluir outras três que estavam paralisadas pela gestão anterior. Entre dezembro e o começo do segundo semestre do ano que vem, o plano passa por inaugurar sete creches, e o CEU (Centro Educacional Unificado) das Artes do Jardim Ana Maria.

Com a programação, a ideia é minimizar impactos da demanda das duas áreas. A antecipação dos prazos na Saúde, principalmente, seria decisão do Paço para estancar o desgaste político vivenciado desde o fechamento em bloco das unidades dentro da proposta do QualiSaúde. Paulo Serra pontuou, por sua vez, que o recém-avalizado calendário se deu a partir da austeridade fiscal aplicada pelo governo. “Estamos nos baseando na recuperação econômica (da Prefeitura), consequência do choque de gestão, que retomou nossa capacidade de investimento, gerando crédito para intervenções, e ajudou a criar outro cronograma de obras.”

Quando anunciou a implantação do QualiSaúde, em julho, para reformar e modernizar os equipamentos da rede municipal, o Paço estipulou que a entrega das unidades se esticaria até 2020, último ano do mandato. Uma das principais razões do tempo alongado era justamente a questão de dificuldade nas finanças. As intervenções seriam feitas por equipe própria. Já no começo deste ano, medidas foram buscadas para antecipar os prazos. A administração resolveu lançar licitações para contratar empresas terceirizadas que pudessem agilizar as obras.

“Em julho vamos conseguir entregar dois equipamentos: a UBS Campestre, antecipada em seis meses, tornando-se policlínica, além do CER (Centro Especializado em Reabilitação), em fase final de obras, que estava parado desde 2015. Será uma Rede Lucy Montoro municipal”, sustentou Paulo Serra, em referência ao programa do governo de São Paulo. No pacote da Saúde tem as duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) 24 horas, do Jardim Santo André e da Perimetral, bem como as USFs (Unidade Saúde da Família) dos jardins Cipreste e Irene.

No que se refere à Educação, a meta é acelerar as entrega das sete creches, que contam com recursos da União, por meio do Pró-Infância – cinco estavam paralisadas há dois anos e duas foram iniciadas: Cata Preta e Guaratinguetá. Em caso de cumprir o compromisso, o tucano alcança 70% do prometido no programa de governo, a partir da criação de cerca de 2.800 vagas. “O nosso plano é de lançar dez creches (até o fim do mandato). Não tenho dúvida que até 2020 podemos zerar o deficit.”

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