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Vídeo abre guerra
de Dilma e Marina

Leo Cabral/MSilva Online Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Peça manipulada mostra Lula pedindo votos
à ex-senadora; campanhas trocam acusações


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

29/08/2014 | 07:00


Vídeo divulgado ontem na internet deu indícios que começou clima de guerra entre a presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República. A publicação traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedindo votos para Marina, imagem que foi contestada pelas campanhas da petista e da socialista.

O presidente do PT, Rui Falcão, anunciou medidas judiciais e administrativas para retirar do ar vídeo. O mandatário alegou ser montagem com base em depoimento em que Lula pede votos para a deputada federal Marina Santanna, candidata do PT ao Senado em Goiás.

O vídeo fraudado traz o logo oficial da campanha de Marina Silva ao Palácio do Planalto e o sobrenome da candidata petista ao Senado é suprimido, dando a entender que o ex-presidente estaria pedindo apoio à adversária da presidente Dilma Rousseff na corrida presidencial. “Temos candidata ao Senado, a deputada federal Marina Santanna, que recebeu, como é natural, gravação de apoio do presidente Lula”, disse Falcão. “É montagem fraudada, que suprime o sobrenome (da candidata petista) e coloca apenas o presidente Lula apoiando Marina, como se fosse a candidata do PSB”, concluiu. Ele não atribuiu a autoria do vídeo ao PSB ou a Marina Silva.

Segundo Falcão, foi enviado pedido administrativo ao Google para retirar a peça do YouTube. Será encaminhada à Justiça Eleitoral representação por propaganda eleitoral irregular que, de acordo com ele, “pode induzir o eleitor a erro”.

Também será pedido ao Ministério Público Eleitoral a instauração de inquérito criminal para apurar as práticas de “falsidade ideológica de cunho eleitoral” e para identificar os responsáveis. O presidente do PT disse que, mais adiante, a coligação vai entrar com ação cível para retirar o vídeo do ar. “Ele viola o direito autoral e o direito de imagem (de Lula). Continuaremos na nossa linha de, nas nossas redes sociais, não nos valermos de fraudes e adulteração.”

NOTA DE MARINA
Em nota divulgada na noite de ontem, a campanha de Marina Silva informou que recorrerá ao Ministério Público e ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para apurar a origem do vídeo. Em nome da coligação – PSB, Rede Sustentabilidade, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL –, a nota “denuncia como tosco e fraudulento” o vídeo.

A campanha pede que o MP e o TSE determinem a abertura de inquérito e tomem providências para identificar o responsável pela montagem e veiculação da imagem. “A coligação repudia o uso indevido da imagem de sua candidata e da marca da aliança. Expediente dessa ordem contraria os princípios éticos que caracterizam a candidata Marina Silva e os partidos que integram nossa coligação, empenhados em uma campanha eleitoral republicana e propositiva”, diz a campanha. (com Estadão Conteúdo) 



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Vídeo abre guerra
de Dilma e Marina

Peça manipulada mostra Lula pedindo votos
à ex-senadora; campanhas trocam acusações

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

29/08/2014 | 07:00


Vídeo divulgado ontem na internet deu indícios que começou clima de guerra entre a presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República. A publicação traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedindo votos para Marina, imagem que foi contestada pelas campanhas da petista e da socialista.

O presidente do PT, Rui Falcão, anunciou medidas judiciais e administrativas para retirar do ar vídeo. O mandatário alegou ser montagem com base em depoimento em que Lula pede votos para a deputada federal Marina Santanna, candidata do PT ao Senado em Goiás.

O vídeo fraudado traz o logo oficial da campanha de Marina Silva ao Palácio do Planalto e o sobrenome da candidata petista ao Senado é suprimido, dando a entender que o ex-presidente estaria pedindo apoio à adversária da presidente Dilma Rousseff na corrida presidencial. “Temos candidata ao Senado, a deputada federal Marina Santanna, que recebeu, como é natural, gravação de apoio do presidente Lula”, disse Falcão. “É montagem fraudada, que suprime o sobrenome (da candidata petista) e coloca apenas o presidente Lula apoiando Marina, como se fosse a candidata do PSB”, concluiu. Ele não atribuiu a autoria do vídeo ao PSB ou a Marina Silva.

Segundo Falcão, foi enviado pedido administrativo ao Google para retirar a peça do YouTube. Será encaminhada à Justiça Eleitoral representação por propaganda eleitoral irregular que, de acordo com ele, “pode induzir o eleitor a erro”.

Também será pedido ao Ministério Público Eleitoral a instauração de inquérito criminal para apurar as práticas de “falsidade ideológica de cunho eleitoral” e para identificar os responsáveis. O presidente do PT disse que, mais adiante, a coligação vai entrar com ação cível para retirar o vídeo do ar. “Ele viola o direito autoral e o direito de imagem (de Lula). Continuaremos na nossa linha de, nas nossas redes sociais, não nos valermos de fraudes e adulteração.”

NOTA DE MARINA
Em nota divulgada na noite de ontem, a campanha de Marina Silva informou que recorrerá ao Ministério Público e ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para apurar a origem do vídeo. Em nome da coligação – PSB, Rede Sustentabilidade, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL –, a nota “denuncia como tosco e fraudulento” o vídeo.

A campanha pede que o MP e o TSE determinem a abertura de inquérito e tomem providências para identificar o responsável pela montagem e veiculação da imagem. “A coligação repudia o uso indevido da imagem de sua candidata e da marca da aliança. Expediente dessa ordem contraria os princípios éticos que caracterizam a candidata Marina Silva e os partidos que integram nossa coligação, empenhados em uma campanha eleitoral republicana e propositiva”, diz a campanha. (com Estadão Conteúdo) 

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