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Europe trás hits melódicos


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

03/11/2010 | 07:20


Com arranjo grudento de teclado e refrão pegajoso da canção The Final Countdown, o grupo de hard rock Europe ganhou o mundo na metade dos anos 1980 e esculpiu seu nome ao lado das maiores bandas do gênero. Com a formação original reunida desde 2003, o grupo sueco vem ao Brasil pela primeira vez.

Joey Tempest (vocais), John Norum (guitarra), John Léven (baixo), Mic Michaeli (teclado) e Ian Haugland (bateria) farão única apresentação no País, no HSBC Brasil, em São Paulo, sexta-feira, às 22h. Os ingressos custam entre R$ 80 e R$ 360 e podem ser comprados por meio do site www.hsbcbrasil.com.br ou nas bilheterias da casa.

Animado, o baterista Ian Haughland contou em entrevista exclusiva ao Diário que para o show na Capital paulista o Europe fará um setlist variado, com canções antigas e novas, pesadas e baladas, e que tudo dependerá do clima do momento. Ian disse ainda que espera boa comida e ótimo público.

Engana-se quem pensa que a banda só tem no bolso as canções The Final Countdown e Carrie. Formado em 1979 por Joey Tempest e John Norum, o grupo carrega em seu currículo oito álbuns de estúdio, três registros ao vivo, três coletâneas, sete vídeos, e a marca de mais de 20 milhões de discos comercializados.

The Final Countdown, responsável por boa parte dessas vendas, sequer foi criada para ser um hit. "Nós sentimos que era diferente de todas as coisas que tínhamos feito até então, e que era uma música mais para abrir nossos shows do que para tocar na rádio. Quando passou a ter atenção da mídia e se tornou um hit, aconteceu tão rápido que nós sequer tivemos tempo para entender o que realmente aconteceu", conta o baterista.

Quando os suecos decidiram dar um tempo nos anos 1990, não pararam oficialmente. "Nós apenas sentimos que precisávamos ficar longe de tudo e fazer coisas fora da banda. Eu acredito que todos nós sentimos que poderíamos trabalhar novamente em algum momento", diz.

E 2003 foi o momento certo. Após trabalharem em diferentes projetos e com artistas diferentes, como Glenn Hughes, por exemplo, os músicos perceberam que a química que tinham com o Europe era única. Segundo o músico, após a saída de John Norum e a entrada de Kee Marcello, em 1986, algo mudou no equilíbrio do grupo. "Nós não entendíamos isso naquela época. É uma relação muito especial entre Joey e John, quase como com Keith Richards e Mick Jagger nos Rolling Stones", relata. "Todos nós dissemos e concordamos em 2003 que se quiséssemos retornar com o Europe teria de ser com John Norum como guitarrista", diz.

Quem pensou que após seu retorno o Europe viveria apenas dos antigos sucessos se enganou novamente. A banda resolveu arregaçar as mangas e trabalhar. Desde então, lançou três álbuns, Secret Society, Start From The Dark e Last Look At Eden, seu álbum mais recente. Nos três, o grupo propôs uma renovação musical e reformular um pouco sua receita. Com isso, todos os discos chegaram mais pesados. "Quando recomeçamos, em 2003, concordamos em não ser uma banda que viveria do passado, mas que buscaríamos novos territórios musicais. Mas acredito que o foco ainda é fazer grandes canções de rock melódico", conta.

Segundo Ian, essa receita deu muito certo, e a recepção para o novo disco foi ótima tanto dos fãs quanto da mídia. "Foi como se as pessoas finalmente entendessem que o Europe é uma banda dos dias atuais, que ainda podemos escrever grandes canções e que estaremos presentes por muito tempo", afirma.
E para quem ainda quer mais, o baterista afirma: "Nós passaremos o próximo ano focados em um novo álbum que esperamos que seja lançado no início de 2012".

Europe Show. Sexta, às 22h. No HSBC Brasil - r. Bragança Paulista, 1.281 - Chácara Santo Antonio - São Paulo. Ingr.: R$ 80 a R$ 360.

 



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Europe trás hits melódicos

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

03/11/2010 | 07:20


Com arranjo grudento de teclado e refrão pegajoso da canção The Final Countdown, o grupo de hard rock Europe ganhou o mundo na metade dos anos 1980 e esculpiu seu nome ao lado das maiores bandas do gênero. Com a formação original reunida desde 2003, o grupo sueco vem ao Brasil pela primeira vez.

Joey Tempest (vocais), John Norum (guitarra), John Léven (baixo), Mic Michaeli (teclado) e Ian Haugland (bateria) farão única apresentação no País, no HSBC Brasil, em São Paulo, sexta-feira, às 22h. Os ingressos custam entre R$ 80 e R$ 360 e podem ser comprados por meio do site www.hsbcbrasil.com.br ou nas bilheterias da casa.

Animado, o baterista Ian Haughland contou em entrevista exclusiva ao Diário que para o show na Capital paulista o Europe fará um setlist variado, com canções antigas e novas, pesadas e baladas, e que tudo dependerá do clima do momento. Ian disse ainda que espera boa comida e ótimo público.

Engana-se quem pensa que a banda só tem no bolso as canções The Final Countdown e Carrie. Formado em 1979 por Joey Tempest e John Norum, o grupo carrega em seu currículo oito álbuns de estúdio, três registros ao vivo, três coletâneas, sete vídeos, e a marca de mais de 20 milhões de discos comercializados.

The Final Countdown, responsável por boa parte dessas vendas, sequer foi criada para ser um hit. "Nós sentimos que era diferente de todas as coisas que tínhamos feito até então, e que era uma música mais para abrir nossos shows do que para tocar na rádio. Quando passou a ter atenção da mídia e se tornou um hit, aconteceu tão rápido que nós sequer tivemos tempo para entender o que realmente aconteceu", conta o baterista.

Quando os suecos decidiram dar um tempo nos anos 1990, não pararam oficialmente. "Nós apenas sentimos que precisávamos ficar longe de tudo e fazer coisas fora da banda. Eu acredito que todos nós sentimos que poderíamos trabalhar novamente em algum momento", diz.

E 2003 foi o momento certo. Após trabalharem em diferentes projetos e com artistas diferentes, como Glenn Hughes, por exemplo, os músicos perceberam que a química que tinham com o Europe era única. Segundo o músico, após a saída de John Norum e a entrada de Kee Marcello, em 1986, algo mudou no equilíbrio do grupo. "Nós não entendíamos isso naquela época. É uma relação muito especial entre Joey e John, quase como com Keith Richards e Mick Jagger nos Rolling Stones", relata. "Todos nós dissemos e concordamos em 2003 que se quiséssemos retornar com o Europe teria de ser com John Norum como guitarrista", diz.

Quem pensou que após seu retorno o Europe viveria apenas dos antigos sucessos se enganou novamente. A banda resolveu arregaçar as mangas e trabalhar. Desde então, lançou três álbuns, Secret Society, Start From The Dark e Last Look At Eden, seu álbum mais recente. Nos três, o grupo propôs uma renovação musical e reformular um pouco sua receita. Com isso, todos os discos chegaram mais pesados. "Quando recomeçamos, em 2003, concordamos em não ser uma banda que viveria do passado, mas que buscaríamos novos territórios musicais. Mas acredito que o foco ainda é fazer grandes canções de rock melódico", conta.

Segundo Ian, essa receita deu muito certo, e a recepção para o novo disco foi ótima tanto dos fãs quanto da mídia. "Foi como se as pessoas finalmente entendessem que o Europe é uma banda dos dias atuais, que ainda podemos escrever grandes canções e que estaremos presentes por muito tempo", afirma.
E para quem ainda quer mais, o baterista afirma: "Nós passaremos o próximo ano focados em um novo álbum que esperamos que seja lançado no início de 2012".

Europe Show. Sexta, às 22h. No HSBC Brasil - r. Bragança Paulista, 1.281 - Chácara Santo Antonio - São Paulo. Ingr.: R$ 80 a R$ 360.

 

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