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Com a bênção de Lula

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

23/10/2010 | 07:03


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, terá aliado de peso na visita a Diadema, hoje. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também está na cidade para pedir votos à companheira.

A caminhada, que começará às 9h, partirá da Avenida São João, no Centro, e seguirá até a Praça da Moça. Lula e Dilma percorrerão o trajeto em cima de um caminhão, com a militância fazendo o trajeto a pé.

Ontem, em Belo Horizonte, Dilma criticou o presidenciável tucano, José Serra, por explorar o episódio no qual foi atingido na cabeça por um objeto durante confusão entre petistas e militantes do PSDB na zona oeste do Rio. Dilma lembrou que no dia seguinte, quinta-feira, foi alvo de balão cheio de água durante visita a Curitiba e nem por isso acusou a campanha adversária.

"Não tinha nenhuma briga nesse momento. Foi alguém deliberadamente que fez isso. Eu não saí por aí acusando a campanha dele."

A coordenação de Serra tem explorado o fato nos programas eleitorais. "Você sabe o peso de uma bola, de um balão cheio de água jogado do 12º andar, que afunda o teto de um carro? Eu fui objeto disso, vocês podem olhar. Os jornalistas presenciaram este fato. Então eu acho que tem de ter muito cuidado em ficar transformando episódios."

A petista garantiu que, se depender do PT, a campanha não se acirrará ainda mais. "Da nossa parte eu não acredito. E aí eu te digo com a sabedoria mineira. Aqui em Minas a gente fala: quando um não quer dois não brigam."

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, minimizou o fato e as críticas de Lula, que classificou o episódio envolvendo Serra como uma "farsa". "Acho que é uma discussão absolutamente bizantina se foi uma fita crepe, se foi uma bolinha (de papel). O episódio em si foi lamentável."

Dutra disse que e está orientando a militância em todo País para que não faça e não caia em provocação. "Temos consciência de que durante toda essa campanha fomos vítimas da mais baixa campanha eleitoral. Até porque violência não é só física. Calúnia e difamação, panfletos apócrifos, telemarketing apócrifo, isso também é violência."

Mais uma vez, Dilma foi cautelosa ao comentar os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto, nas quais aparece com vantagem média de dez pontos percentuais sobre o adversário. Para ela, seria "um erro absoluto" calçar o "salto alto" e "achar que já ganhou por conta da pesquisa".

PREFEITOS
Em evento que reuniu cerca de 250 prefeitos no Iate Clube da Pampulha, Dilma alfinetou o adversário, lembrando o compromisso assinado em cartório por Serra durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, em 2004, prometendo não deixar o Executivo municipal para se candidatar ao governo do Estado. Em reunião em que se comprometeu com várias e importantes demandas dos municípios mineiros e do País, a petista disse que não estava fazendo promessas da "boca para fora".

Em discurso adequado aos políticos municipais, Dilma afirmou que, se eleita, irá promover a revisão do marco regulatório da mineração no Brasil, lembrando a reclamação dos municípios minerários com a baixa arrecadação de royalties. (com AE)



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Com a bênção de Lula

Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

23/10/2010 | 07:03


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, terá aliado de peso na visita a Diadema, hoje. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também está na cidade para pedir votos à companheira.

A caminhada, que começará às 9h, partirá da Avenida São João, no Centro, e seguirá até a Praça da Moça. Lula e Dilma percorrerão o trajeto em cima de um caminhão, com a militância fazendo o trajeto a pé.

Ontem, em Belo Horizonte, Dilma criticou o presidenciável tucano, José Serra, por explorar o episódio no qual foi atingido na cabeça por um objeto durante confusão entre petistas e militantes do PSDB na zona oeste do Rio. Dilma lembrou que no dia seguinte, quinta-feira, foi alvo de balão cheio de água durante visita a Curitiba e nem por isso acusou a campanha adversária.

"Não tinha nenhuma briga nesse momento. Foi alguém deliberadamente que fez isso. Eu não saí por aí acusando a campanha dele."

A coordenação de Serra tem explorado o fato nos programas eleitorais. "Você sabe o peso de uma bola, de um balão cheio de água jogado do 12º andar, que afunda o teto de um carro? Eu fui objeto disso, vocês podem olhar. Os jornalistas presenciaram este fato. Então eu acho que tem de ter muito cuidado em ficar transformando episódios."

A petista garantiu que, se depender do PT, a campanha não se acirrará ainda mais. "Da nossa parte eu não acredito. E aí eu te digo com a sabedoria mineira. Aqui em Minas a gente fala: quando um não quer dois não brigam."

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, minimizou o fato e as críticas de Lula, que classificou o episódio envolvendo Serra como uma "farsa". "Acho que é uma discussão absolutamente bizantina se foi uma fita crepe, se foi uma bolinha (de papel). O episódio em si foi lamentável."

Dutra disse que e está orientando a militância em todo País para que não faça e não caia em provocação. "Temos consciência de que durante toda essa campanha fomos vítimas da mais baixa campanha eleitoral. Até porque violência não é só física. Calúnia e difamação, panfletos apócrifos, telemarketing apócrifo, isso também é violência."

Mais uma vez, Dilma foi cautelosa ao comentar os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto, nas quais aparece com vantagem média de dez pontos percentuais sobre o adversário. Para ela, seria "um erro absoluto" calçar o "salto alto" e "achar que já ganhou por conta da pesquisa".

PREFEITOS
Em evento que reuniu cerca de 250 prefeitos no Iate Clube da Pampulha, Dilma alfinetou o adversário, lembrando o compromisso assinado em cartório por Serra durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, em 2004, prometendo não deixar o Executivo municipal para se candidatar ao governo do Estado. Em reunião em que se comprometeu com várias e importantes demandas dos municípios mineiros e do País, a petista disse que não estava fazendo promessas da "boca para fora".

Em discurso adequado aos políticos municipais, Dilma afirmou que, se eleita, irá promover a revisão do marco regulatório da mineração no Brasil, lembrando a reclamação dos municípios minerários com a baixa arrecadação de royalties. (com AE)

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