Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 14 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Justiça nega habeas corpus preventivo a namorada de Ubiratan


Do Diário OnLine

18/09/2006 | 19:57


O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta segunda-feira o pedido de habeas corpus preventivo feito pela defesa de Carla Cepollina, 40 anos, namorada do coronel e deputado estadual Ubiratan Guimarães, 63, encontrado morto no último dia 10.

Segundo a mãe de Carla, a advogada Lilian Prinzivalli, o pedido havia sido feito alegando violência e coação ilegal. Como a solicitação foi rejeitada, a namorada de Ubiratan poderá presa em caso de indiciamento pelo crime.

O pedido foi analisado pelo desembargador José Orestes de Souza Nery, da 9ª Câmara Criminal. Carla é a principal suspeita da morte de Ubiratan.

No sábado, a advogada divulgou uma nota à imprensa enumerando 18 tópicos em sua defesa, afirmando que está ‘farta e indignada’ com a situação e que está sendo desrespeitada e perseguida pela mídia.

Histórico - Ubiratan Guimarães ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção de São Paulo que resultou na morte de 111 presos, no episódio que ficou conhecido como o massacre do Carandiru. Em 2001, o coronel chegou a ser condenado a 632 anos de prisão pelas mortes, mas no começo deste ano o Tribunal de Justiça paulista anulou o julgamento e o absolveu.


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Justiça nega habeas corpus preventivo a namorada de Ubiratan

Do Diário OnLine

18/09/2006 | 19:57


O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta segunda-feira o pedido de habeas corpus preventivo feito pela defesa de Carla Cepollina, 40 anos, namorada do coronel e deputado estadual Ubiratan Guimarães, 63, encontrado morto no último dia 10.

Segundo a mãe de Carla, a advogada Lilian Prinzivalli, o pedido havia sido feito alegando violência e coação ilegal. Como a solicitação foi rejeitada, a namorada de Ubiratan poderá presa em caso de indiciamento pelo crime.

O pedido foi analisado pelo desembargador José Orestes de Souza Nery, da 9ª Câmara Criminal. Carla é a principal suspeita da morte de Ubiratan.

No sábado, a advogada divulgou uma nota à imprensa enumerando 18 tópicos em sua defesa, afirmando que está ‘farta e indignada’ com a situação e que está sendo desrespeitada e perseguida pela mídia.

Histórico - Ubiratan Guimarães ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção de São Paulo que resultou na morte de 111 presos, no episódio que ficou conhecido como o massacre do Carandiru. Em 2001, o coronel chegou a ser condenado a 632 anos de prisão pelas mortes, mas no começo deste ano o Tribunal de Justiça paulista anulou o julgamento e o absolveu.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;