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Vigia põe mão no bolso e
leva tiro de policial em SP

Investigador Rodrigo de Lima Sousa, do GOE, disse ter
imaginado que Kleber Dias Palma fosse sacar uma arma



24/03/2012 | 07:06


Ao colocar a mão no bolso de trás para tirar sua carteira, o vigilante noturno Kleber Dias Palma, de 39 anos, foi baleado ontem por um policial civil no Bom Retiro, região central de São Paulo. O investigador Rodrigo de Lima Sousa, do Grupo de Operações Especiais (GOE), afirmou, em depoimento no 77.º DP (Santa Cecília), ter imaginado que o vigilante fosse sacar uma arma.

 

Funcionário da empresa TW Serviços de Segurança, Palma foi até a Rua dos Italianos à 0h30, porque o alarme da empresa Alcateia Engenharia de Sistemas havia disparado. Uma viatura do GOE chegou ao local logo depois. Os policiais alegaram que faziam patrulhamento na região quando ouviram o alarme.

 

Os investigadores viram Palma na frente da empresa e perguntaram se estava tudo bem. Sem abordar o vigilante, os policiais percorreram a rua em busca de algo suspeito, como carros estacionados e possíveis assaltantes. Ao retornar para a frente da empresa de engenharia, os policiais alegaram ter estranhado que Palma continuasse no mesmo local. Foi quando ordenaram que ele se identificasse e mostrasse seus documentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Vigia põe mão no bolso e
leva tiro de policial em SP

Investigador Rodrigo de Lima Sousa, do GOE, disse ter
imaginado que Kleber Dias Palma fosse sacar uma arma


24/03/2012 | 07:06


Ao colocar a mão no bolso de trás para tirar sua carteira, o vigilante noturno Kleber Dias Palma, de 39 anos, foi baleado ontem por um policial civil no Bom Retiro, região central de São Paulo. O investigador Rodrigo de Lima Sousa, do Grupo de Operações Especiais (GOE), afirmou, em depoimento no 77.º DP (Santa Cecília), ter imaginado que o vigilante fosse sacar uma arma.

 

Funcionário da empresa TW Serviços de Segurança, Palma foi até a Rua dos Italianos à 0h30, porque o alarme da empresa Alcateia Engenharia de Sistemas havia disparado. Uma viatura do GOE chegou ao local logo depois. Os policiais alegaram que faziam patrulhamento na região quando ouviram o alarme.

 

Os investigadores viram Palma na frente da empresa e perguntaram se estava tudo bem. Sem abordar o vigilante, os policiais percorreram a rua em busca de algo suspeito, como carros estacionados e possíveis assaltantes. Ao retornar para a frente da empresa de engenharia, os policiais alegaram ter estranhado que Palma continuasse no mesmo local. Foi quando ordenaram que ele se identificasse e mostrasse seus documentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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