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Emprego na construção civil desacelera no Grande ABC


Mariana Oliveira
Do Diário do Grande ABC

15/09/2005 | 08:26


A queda do nível de emprego formal na construção civil em São Bernardo foi a principal responsável pela estagnação do número de postos de trabalho do setor no Grande ABC nos sete primeiros meses do ano ante o mesmo período do ano passado. Considerados os dados das sete cidades, a região teve variação positiva de 0,1%, o que representa a criação de apenas 20 vagas no setor. Quando não contabilizados os números de São Bernardo, o incremento é de 3,4% com ampliação de 505 novos empregados.

As informações, do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), foram obtidas por meio de levantamento realizado pela consultoria GV Consult, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), com base em pesquisa do Ministério do Trabalho.

Pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação), publicada pelo Diário no último dia 28, indicava que São Bernardo, com incremento de 28% na venda de imóveis novos, foi a cidade que assegurou o crescimento de 8% na comercialização de casas e apartamentos novos no Grande ABC durante o primeiro semestre deste ano.

Para a diretora regional do Sinduscon-SP, Rosana Carnevalli, as vendas cresceram enquanto o nível de emprego caiu porque a maioria dos imóveis são comercializados ainda em planta, antes do início da construção. "São Bernardo foi a cidade que teve maior número de lançamentos. Porém, muitas obras ainda não começaram. Muitas construtoras esperam formar uma carteira considerável de vendas antes de começar a obra. A tendência é que os números se revertam nos próximos meses."

Santo André e Mauá, que apresentaram crescimento no nível de emprego no período (8,6% e 4,6%, respectivamente), receberam impulso de obras de expansão industrial, segundo o Sinduscon e o Sindicato dos Trabalhadores. "Tivemos ampliações grandes na Unipar e na Solvay, em Santo André, e também a construção da sede da Igreja Universal (também em Santo André)", afirmou Mauro Lopes Coelho, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.



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Emprego na construção civil desacelera no Grande ABC

Mariana Oliveira
Do Diário do Grande ABC

15/09/2005 | 08:26


A queda do nível de emprego formal na construção civil em São Bernardo foi a principal responsável pela estagnação do número de postos de trabalho do setor no Grande ABC nos sete primeiros meses do ano ante o mesmo período do ano passado. Considerados os dados das sete cidades, a região teve variação positiva de 0,1%, o que representa a criação de apenas 20 vagas no setor. Quando não contabilizados os números de São Bernardo, o incremento é de 3,4% com ampliação de 505 novos empregados.

As informações, do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), foram obtidas por meio de levantamento realizado pela consultoria GV Consult, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), com base em pesquisa do Ministério do Trabalho.

Pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação), publicada pelo Diário no último dia 28, indicava que São Bernardo, com incremento de 28% na venda de imóveis novos, foi a cidade que assegurou o crescimento de 8% na comercialização de casas e apartamentos novos no Grande ABC durante o primeiro semestre deste ano.

Para a diretora regional do Sinduscon-SP, Rosana Carnevalli, as vendas cresceram enquanto o nível de emprego caiu porque a maioria dos imóveis são comercializados ainda em planta, antes do início da construção. "São Bernardo foi a cidade que teve maior número de lançamentos. Porém, muitas obras ainda não começaram. Muitas construtoras esperam formar uma carteira considerável de vendas antes de começar a obra. A tendência é que os números se revertam nos próximos meses."

Santo André e Mauá, que apresentaram crescimento no nível de emprego no período (8,6% e 4,6%, respectivamente), receberam impulso de obras de expansão industrial, segundo o Sinduscon e o Sindicato dos Trabalhadores. "Tivemos ampliações grandes na Unipar e na Solvay, em Santo André, e também a construção da sede da Igreja Universal (também em Santo André)", afirmou Mauro Lopes Coelho, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e do Mobiliário de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

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