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CEI é rejeitada com tumulto de militantes em Ribeirao


Gilberto Bergamim Jr
Da Redaçao

15/09/2000 | 01:20


Acabou em baixaria a sessao da Câmara em que os vereadores rejeitaram o pedido de abertura de CEI (Comissao Especial de Inquérito) para apurar a denúncia contra o candidato à reeleiçao e prefeito em exercício de Ribeirao Pires, Jair Diniz (PT), sobre suposto recebimento de material (adubo) da Prefeitura em sua residência.

Após a decisao contrária à abertura da Comissao com nove votos favoráveis contra 6 - sao necessários dois terços para a aprovaçao -, as aproximadamente 200 pessoas, que incluíam cabos eleitorais, assessores e militantes do candidato Valdírio Prisco (PMDB), iniciaram um tumulto que resultou em agressoes no plenário.

Durante toda a sessao, que teve início por volta das 10 horas da manha, o presidente da Casa, Saulo Benevides (PSDB), foi interrompido por militantes, que queriam a CEI. O resultado desfavorável à Comissao causou indignaçao de militantes de Valdírio Prisco (PMDB), que soltaram galinhas e despejam um saco com terra e adubo no plenário.

O voto desfavorável à comissao de José Nelson, arrancou gritos de descontentamento da militância pemedebista, já que o liberal declarou apoio ao candidato a prefeito Valdírio Prisco. "Nao devo nada a ninguém, voto contra", respondeu o liberal durante a votaçao.

José Nelson disse que, mesmo apoiando Prisco, nao poderia deixar de lado os quatro anos em que fez parte da bancada de sustentaçao. "Continuo apioando o Prisco, se ele me quiser. Mas nao sou como outros veredores que mudaram de lado na Casa no período eleitoral", afirmou o liberal.

A Polícia Militar chegou com quatro viaturas e cerca de 15 policiais para apartar a confusao. Por volta das 13 horas, após os militantes deixarem a Casa, o presidente Saulo Benevides (PSDB) decidiu retomar os trabalhos para votar os outros dois pedidos de CEI, para apurar supostas irregularidades contra a prefeita licenciada Maria Inês Soares, porém, o vereador de oposiçao José Gadelha, pediu o adiamento, acatado pela maioria (oito votos a sete).



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CEI é rejeitada com tumulto de militantes em Ribeirao

Gilberto Bergamim Jr
Da Redaçao

15/09/2000 | 01:20


Acabou em baixaria a sessao da Câmara em que os vereadores rejeitaram o pedido de abertura de CEI (Comissao Especial de Inquérito) para apurar a denúncia contra o candidato à reeleiçao e prefeito em exercício de Ribeirao Pires, Jair Diniz (PT), sobre suposto recebimento de material (adubo) da Prefeitura em sua residência.

Após a decisao contrária à abertura da Comissao com nove votos favoráveis contra 6 - sao necessários dois terços para a aprovaçao -, as aproximadamente 200 pessoas, que incluíam cabos eleitorais, assessores e militantes do candidato Valdírio Prisco (PMDB), iniciaram um tumulto que resultou em agressoes no plenário.

Durante toda a sessao, que teve início por volta das 10 horas da manha, o presidente da Casa, Saulo Benevides (PSDB), foi interrompido por militantes, que queriam a CEI. O resultado desfavorável à Comissao causou indignaçao de militantes de Valdírio Prisco (PMDB), que soltaram galinhas e despejam um saco com terra e adubo no plenário.

O voto desfavorável à comissao de José Nelson, arrancou gritos de descontentamento da militância pemedebista, já que o liberal declarou apoio ao candidato a prefeito Valdírio Prisco. "Nao devo nada a ninguém, voto contra", respondeu o liberal durante a votaçao.

José Nelson disse que, mesmo apoiando Prisco, nao poderia deixar de lado os quatro anos em que fez parte da bancada de sustentaçao. "Continuo apioando o Prisco, se ele me quiser. Mas nao sou como outros veredores que mudaram de lado na Casa no período eleitoral", afirmou o liberal.

A Polícia Militar chegou com quatro viaturas e cerca de 15 policiais para apartar a confusao. Por volta das 13 horas, após os militantes deixarem a Casa, o presidente Saulo Benevides (PSDB) decidiu retomar os trabalhos para votar os outros dois pedidos de CEI, para apurar supostas irregularidades contra a prefeita licenciada Maria Inês Soares, porém, o vereador de oposiçao José Gadelha, pediu o adiamento, acatado pela maioria (oito votos a sete).

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