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Gilson teme fraude nas urnas eletrônicas


Karen Camacho
Da Redaçao

27/09/2000 | 00:00


O prefeito de Diadema, Gilson Menezes (PSB), candidato à reeleiçao, afirmou nesta terça que teme fraude nas urnas e que está com uma "intuiçao fortíssima de que estao tentando roubar as eleiçoes". O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) informou que nao há qualquer possibilidade de fraude na urna eletrônica.

Gilson vai além da intuiçao. O prefeito-candidato acredita que há uma verdadeira conspiraçao contra ele e sua reeleiçao. "Essas pesquisas fajutas que estao sendo divulgadas é uma justificativa para a roubalheira que pretendem fazer nas eleiçoes."

O socialista garante que, se nao for por armaçao, ele será eleito no primeiro turno. "Tenho pesquisa que mostra que eu tenho mais de 50% das intençoes de voto. Eu só perco a eleiçao se me roubarem."

"Existem meios para fraudar a eleiçao na urna eletrônica, sim. Trocando os disquetes", disse. "Mas estamos atentos e nao vamos permitir que nos roubem como aconteceu em 1992", disse Gilson.

Nas eleiçoes de 1992, Gilson teve sua candidatura, pelo PMDB, impugnada por ter tido contas rejeitadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) quando prefeito (1983-1988) e lançou sua mulher, Eliete Menezes, como candidata, pelo PSB. A socialista perdeu a eleiçao para José de Filippi Jr. (PT) por 3.033 votos. "Ganhamos nas urnas e perdemos no tapete. Teve juiz que saiu escondido do local de apuraçao em ambulância da Prefeitura, como ratos", afirmou Gilson.

O TRE informou que as urnas eletrônicas têm códigos próprios e secretos, que os disquetes sao específicos para cada máquina e que nao podem ser trocados. As urnas passaram por uma auditoria e, às 7h30 do dia 1º de outubro, os mesários e presidentes das seçoes, na presença de representantes de partidos, emitem um comprovante de que nao há votos registrados na urna.

Depois de encerrada a eleiçao, sao emitidos, de cada urna, cinco vias de um boletim com a quantidade de votos de cada candidato. Uma das vias fica na porta da seçao, o que impede troca de disquete no caminho da urna do local de votaçao ao de apuraçao.



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Gilson teme fraude nas urnas eletrônicas

Karen Camacho
Da Redaçao

27/09/2000 | 00:00


O prefeito de Diadema, Gilson Menezes (PSB), candidato à reeleiçao, afirmou nesta terça que teme fraude nas urnas e que está com uma "intuiçao fortíssima de que estao tentando roubar as eleiçoes". O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) informou que nao há qualquer possibilidade de fraude na urna eletrônica.

Gilson vai além da intuiçao. O prefeito-candidato acredita que há uma verdadeira conspiraçao contra ele e sua reeleiçao. "Essas pesquisas fajutas que estao sendo divulgadas é uma justificativa para a roubalheira que pretendem fazer nas eleiçoes."

O socialista garante que, se nao for por armaçao, ele será eleito no primeiro turno. "Tenho pesquisa que mostra que eu tenho mais de 50% das intençoes de voto. Eu só perco a eleiçao se me roubarem."

"Existem meios para fraudar a eleiçao na urna eletrônica, sim. Trocando os disquetes", disse. "Mas estamos atentos e nao vamos permitir que nos roubem como aconteceu em 1992", disse Gilson.

Nas eleiçoes de 1992, Gilson teve sua candidatura, pelo PMDB, impugnada por ter tido contas rejeitadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) quando prefeito (1983-1988) e lançou sua mulher, Eliete Menezes, como candidata, pelo PSB. A socialista perdeu a eleiçao para José de Filippi Jr. (PT) por 3.033 votos. "Ganhamos nas urnas e perdemos no tapete. Teve juiz que saiu escondido do local de apuraçao em ambulância da Prefeitura, como ratos", afirmou Gilson.

O TRE informou que as urnas eletrônicas têm códigos próprios e secretos, que os disquetes sao específicos para cada máquina e que nao podem ser trocados. As urnas passaram por uma auditoria e, às 7h30 do dia 1º de outubro, os mesários e presidentes das seçoes, na presença de representantes de partidos, emitem um comprovante de que nao há votos registrados na urna.

Depois de encerrada a eleiçao, sao emitidos, de cada urna, cinco vias de um boletim com a quantidade de votos de cada candidato. Uma das vias fica na porta da seçao, o que impede troca de disquete no caminho da urna do local de votaçao ao de apuraçao.

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