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Crimes no Orkut


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 09:39


O Ministério Público Federal dará mais uma cartada para forçar a Google Brasil, filial da empresa norte-americana Google Inc., responsável pelo site de relacionamentos Orkut, a revelar informações que auxiliem na investigação de crimes de pedofilia, racismo e discriminação sexual.

Há cerca de cinco meses, o órgão conseguiu autorização judicial para a quebra do sigilo de 27 criadores de perfis e comunidades do site, mas ainda não foi atendido pela Google. Sempre que os responsáveis pela empresa são questionados, alegam que os pedidos de quebra de sigilo devem ser encaminhados à matriz, nos Estados Unidos. A falta de acesso aos dados faz com que qualquer pessoa possa criar comunidades criminosas sem ser identificada.

Por conta disso, o procurador da República no Estado de São Paulo, Sérgio Gardenghi Suiama, moverá uma ação civil e pedirá a perda da representação da empresa no Brasil e o pagamento de indenização por danos morais coletivos. Gardenghi também move uma ação criminal contra a Google, por proteção de criminosos e desobediência. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Google, mas não obteve resposta.

O Diário também ouviu jovens da região para saber a opinião deles sobre a polêmica em torno do site.


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Crimes no Orkut

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 09:39


O Ministério Público Federal dará mais uma cartada para forçar a Google Brasil, filial da empresa norte-americana Google Inc., responsável pelo site de relacionamentos Orkut, a revelar informações que auxiliem na investigação de crimes de pedofilia, racismo e discriminação sexual.

Há cerca de cinco meses, o órgão conseguiu autorização judicial para a quebra do sigilo de 27 criadores de perfis e comunidades do site, mas ainda não foi atendido pela Google. Sempre que os responsáveis pela empresa são questionados, alegam que os pedidos de quebra de sigilo devem ser encaminhados à matriz, nos Estados Unidos. A falta de acesso aos dados faz com que qualquer pessoa possa criar comunidades criminosas sem ser identificada.

Por conta disso, o procurador da República no Estado de São Paulo, Sérgio Gardenghi Suiama, moverá uma ação civil e pedirá a perda da representação da empresa no Brasil e o pagamento de indenização por danos morais coletivos. Gardenghi também move uma ação criminal contra a Google, por proteção de criminosos e desobediência. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Google, mas não obteve resposta.

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