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Leão adota novo estilo no S.Paulo


Das Agências

07/05/2012 | 07:12


O clima pelos lados do Morumbi não é dos melhores depois dos últimos resultados do São Paulo - eliminação no Campeonato Paulista, após derrota por 3 a 1 para o Santos, e revés diante da Ponte Preta (1 a 0) na partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

No entanto, o técnico Emerson Leão já deixou bem claro como irá proceder para abafar a crise instaurada no São Paulo também devido a outro problema: o afastamento do zagueiro Paulo Miranda. Ele adotou um estilo ‘paz e amor' para abafar a polêmica e diminuir a ‘fritura' ao seu trabalho no Tricolor.

Leão compareceu na última entrevista coletiva com o discurso já ensaiado. Antes de permitir aos repórteres fazerem as perguntas, proferiu um pronunciamento onde dizia que a fala do presidente Juvenal Juvêncio de que ele tinha concordado com o afastamento de Paulo Miranda havia sido mal interpretada pelos profissionais de imprensa.

Durante as respostas que deu aos jornalistas, Leão repetiu a palavra "sinceridade" quase que como um mantra. A ideia do treinador era passar tanto para os repórteres quanto para a torcida do São Paulo que ele falou até onde podia.

Apesar de não polemizar, Leão fez questão de ressaltar que não concordou com o afastamento de Paulo Miranda, ao contrário do que havia dito Juvenal Juvêncio ao jornal o Estado de S. Paulo. Na visão do treinador, os erros do zagueiro não foram suficientes para abalar a confiança que tem nele.

Com quase 50 anos de vivência no futebol, Leão sabe que passa por período de instabilidade forte no São Paulo, apesar de não admitir publicamente. Uma eliminação na Copa do Brasil ainda nas oitavas de final, se for consumada, pode custar seu cargo. Por isso, apesar de se sentir injustiçado e desautorizado, preferiu não polemizar, algo que não condiz com sua biografia de ter arranjado inúmeras brigas por onde passou.

Mesmo com um discurso ‘paz e amor', Leão deu recados velados durante a coletiva de sexta-feira no São Paulo. Um deles foi para a diretoria do Tricolor: se ela quiser demiti-lo, pode ficar tranquila porque não terá de pagar pela rescisão contratual. "No meu contrato não tem multa, ele faz o que quiser. Não tinha no anterior (antes do reajuste salarial), não tem nesse, não terá em nenhum mais na minha vida. Quero ser livre como o clube tem que ser livre. Você não deve aturar quem você não quer dentro da sua empresa", declarou Leão.



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Leão adota novo estilo no S.Paulo

Das Agências

07/05/2012 | 07:12


O clima pelos lados do Morumbi não é dos melhores depois dos últimos resultados do São Paulo - eliminação no Campeonato Paulista, após derrota por 3 a 1 para o Santos, e revés diante da Ponte Preta (1 a 0) na partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

No entanto, o técnico Emerson Leão já deixou bem claro como irá proceder para abafar a crise instaurada no São Paulo também devido a outro problema: o afastamento do zagueiro Paulo Miranda. Ele adotou um estilo ‘paz e amor' para abafar a polêmica e diminuir a ‘fritura' ao seu trabalho no Tricolor.

Leão compareceu na última entrevista coletiva com o discurso já ensaiado. Antes de permitir aos repórteres fazerem as perguntas, proferiu um pronunciamento onde dizia que a fala do presidente Juvenal Juvêncio de que ele tinha concordado com o afastamento de Paulo Miranda havia sido mal interpretada pelos profissionais de imprensa.

Durante as respostas que deu aos jornalistas, Leão repetiu a palavra "sinceridade" quase que como um mantra. A ideia do treinador era passar tanto para os repórteres quanto para a torcida do São Paulo que ele falou até onde podia.

Apesar de não polemizar, Leão fez questão de ressaltar que não concordou com o afastamento de Paulo Miranda, ao contrário do que havia dito Juvenal Juvêncio ao jornal o Estado de S. Paulo. Na visão do treinador, os erros do zagueiro não foram suficientes para abalar a confiança que tem nele.

Com quase 50 anos de vivência no futebol, Leão sabe que passa por período de instabilidade forte no São Paulo, apesar de não admitir publicamente. Uma eliminação na Copa do Brasil ainda nas oitavas de final, se for consumada, pode custar seu cargo. Por isso, apesar de se sentir injustiçado e desautorizado, preferiu não polemizar, algo que não condiz com sua biografia de ter arranjado inúmeras brigas por onde passou.

Mesmo com um discurso ‘paz e amor', Leão deu recados velados durante a coletiva de sexta-feira no São Paulo. Um deles foi para a diretoria do Tricolor: se ela quiser demiti-lo, pode ficar tranquila porque não terá de pagar pela rescisão contratual. "No meu contrato não tem multa, ele faz o que quiser. Não tinha no anterior (antes do reajuste salarial), não tem nesse, não terá em nenhum mais na minha vida. Quero ser livre como o clube tem que ser livre. Você não deve aturar quem você não quer dentro da sua empresa", declarou Leão.

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