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Preço do álcool baixa pela segunda semana nos postos do Estado


Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 08:09


O preço do álcool caiu pela segunda semana consecutiva no Estado de São Paulo. O levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo) aponta que o preço do combustível fechou a semana em R$ 1,371 – 0,44% inferior ao da semana anterior, quando estava cotado a R$ 1,377.

Essa queda é sinal de que a tendência de alta fora de hora registrada em julho era realmente passageira. No mês passado, o preço do álcool subiu em quatro semanas consecutivas. Partiu de R$ 1,311, no dia 2, e chegou a R$ 1,381, no dia 29 – alta de 5,34%. O movimento era anormal, já que a safra de cana-de-açúcar está em plena atividade.

De acordo com a Unica (União Nacional da Agroindústria Canavieira de São Paulo), a culpa pela alta fora de hora foi das exportações. Embora a produção do álcool tenha aumentado, a procura pelo combustível também. Em maio, foram embarcados 170 milhões de litros de álcool e em junho foram 450 milhões. Um aumento de 264,7% na exportação. Grande parte disso foi impulsionado pelos Estados Unidos, que no período passaram de 118,3 milhões para 336 milhões de litros comprados do Brasil – acréscimo de 284%.

Esse aumento na procura pressionou os preços para o produtor, que via o mercado externo – disposto a pagar mais pelo álcool – como mais atraente. Mas já no meio de julho as exportações começaram a esfriar e o preço do usineiro chegou à estabilidade e à leve queda. Some mais algumas semanas para as distribuidoras repassarem os ajustes, e o preço na bomba começa a baixar, e volta ao patamar natural.

Região – Em relação ao preço estadual, o Grande ABC está dividido. Das seis cidades da região que entram no levantamento da ANP, três ficam acima e três abaixo do preço médio coletado no Estado. Ribeirão Pires tem a média de álcool mais cara (R$ 1,383), seguido por São Bernardo (R$ 1,376) e São Caetano (R$ 1,372). Do outro lado, Diadema tem a média mais barata (R$ 1,336), seguido por Santo André (R$ 1,343) e Mauá (R$ 1,359). Nessa última é possível encontrar o combustível ao preço mínimo no Grande ABC: R$ 1,190.

Petróleo – O preço da gasolina cai pela segunda semana consecutiva – por coincidência, com a mesma força da semana anterior: 0,41%. Hoje ela está cotada a R$ 2,424 no Estado, exatamente R$ 0,01 mais barata que na semana passada, quando estava a R$ 2,434.

No Grande ABC, apenas Ribeirão Pires (média de R$ 2,455) e São Bernardo    (R$ 2,426) estão acima do valor estadual. A média mais barata está em Diadema (R$ 2,38), mas é possível encontrar gasolina a R$ 2,19 em Santo André.

Gás – O GNV (Gás Natural Veicular) foi o único dos três principais combustíveis que apresentou alta nesta semana. De R$ 1,156 no período anterior foi para os atuais R$ 1,173 – um aumento de 1,47%. Na região, apenas Diadema, com R$ 1,215, tem média maior do que de São Paulo. Os menores preços estão em Santo André – média de R$ 1,109 e preço mínimo de R$ 1,079, junto com São Bernardo.


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Preço do álcool baixa pela segunda semana nos postos do Estado

Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 08:09


O preço do álcool caiu pela segunda semana consecutiva no Estado de São Paulo. O levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo) aponta que o preço do combustível fechou a semana em R$ 1,371 – 0,44% inferior ao da semana anterior, quando estava cotado a R$ 1,377.

Essa queda é sinal de que a tendência de alta fora de hora registrada em julho era realmente passageira. No mês passado, o preço do álcool subiu em quatro semanas consecutivas. Partiu de R$ 1,311, no dia 2, e chegou a R$ 1,381, no dia 29 – alta de 5,34%. O movimento era anormal, já que a safra de cana-de-açúcar está em plena atividade.

De acordo com a Unica (União Nacional da Agroindústria Canavieira de São Paulo), a culpa pela alta fora de hora foi das exportações. Embora a produção do álcool tenha aumentado, a procura pelo combustível também. Em maio, foram embarcados 170 milhões de litros de álcool e em junho foram 450 milhões. Um aumento de 264,7% na exportação. Grande parte disso foi impulsionado pelos Estados Unidos, que no período passaram de 118,3 milhões para 336 milhões de litros comprados do Brasil – acréscimo de 284%.

Esse aumento na procura pressionou os preços para o produtor, que via o mercado externo – disposto a pagar mais pelo álcool – como mais atraente. Mas já no meio de julho as exportações começaram a esfriar e o preço do usineiro chegou à estabilidade e à leve queda. Some mais algumas semanas para as distribuidoras repassarem os ajustes, e o preço na bomba começa a baixar, e volta ao patamar natural.

Região – Em relação ao preço estadual, o Grande ABC está dividido. Das seis cidades da região que entram no levantamento da ANP, três ficam acima e três abaixo do preço médio coletado no Estado. Ribeirão Pires tem a média de álcool mais cara (R$ 1,383), seguido por São Bernardo (R$ 1,376) e São Caetano (R$ 1,372). Do outro lado, Diadema tem a média mais barata (R$ 1,336), seguido por Santo André (R$ 1,343) e Mauá (R$ 1,359). Nessa última é possível encontrar o combustível ao preço mínimo no Grande ABC: R$ 1,190.

Petróleo – O preço da gasolina cai pela segunda semana consecutiva – por coincidência, com a mesma força da semana anterior: 0,41%. Hoje ela está cotada a R$ 2,424 no Estado, exatamente R$ 0,01 mais barata que na semana passada, quando estava a R$ 2,434.

No Grande ABC, apenas Ribeirão Pires (média de R$ 2,455) e São Bernardo    (R$ 2,426) estão acima do valor estadual. A média mais barata está em Diadema (R$ 2,38), mas é possível encontrar gasolina a R$ 2,19 em Santo André.

Gás – O GNV (Gás Natural Veicular) foi o único dos três principais combustíveis que apresentou alta nesta semana. De R$ 1,156 no período anterior foi para os atuais R$ 1,173 – um aumento de 1,47%. Na região, apenas Diadema, com R$ 1,215, tem média maior do que de São Paulo. Os menores preços estão em Santo André – média de R$ 1,109 e preço mínimo de R$ 1,079, junto com São Bernardo.

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