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Previdência privada bate recorde: R$ 9,9 bilhões


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 08:07


A popularização dos planos de previdência privada no país levou a volume recorde a captação de recursos no primeiro semestre deste anos. Levantamento da Anapp (Associação Nacional de Previdência Privada) o total de contribuições nos planos de renda complementar chegou ao montante de R$ 9,9 bilhões no acumulado da primeira metade do ano. O resultado é 21,19% maior que o saldo no mesmo período do ano passado.

A entidade afirma que o montante captado no período representa mais de 50% de todos os recursos movimentados em 2005, que chegou a R$ 19,5 bilhões. “Estamos bastante otimistas com o resultado deste ano. Apostamos fechar o ano com volume recorde, já que 65% de toda a captação do ano costuma se dar no segundo semestre”, diz o presidente da Anapp, Osvaldo do Nascimento.

Modelos – A modalidade de planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é que apresenta maior alta no primeiro semestre: 43,54%. É este modelo de previdência que a Anapp considera como o principal responsável pelo desempenho do sistema neste ano. O produto encerrou o período de janeiro a junho com R$ 6,3 milhões – 63% do volume de novos depósitos.

Já o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) teve captação de R$ 2,1 bilhões no período, com alta de 9,78% na comparação com o primeiro semestre de 2005, quando foi registrado total de R$ 1,9 bilhão. Com isso, a captação do produto equivale a 22% do total de contribuições realizadas no período.

Queda – Já os planos tradicionais conseguiram depósitos superiores a R$ 1,4 bilhão, uma queda de 17,91% na comparação com o primeiro semestre de 2005. A participação dos planos tradicionais no volume de novas contribuições respondeu por 15% do total captado no primeiro semestre.

A Bradesco Vida e Previdência se manteve no topo do ranking de captação referente aos seis meses iniciais de 2006. Houve no período avanço de 38% nas somas de contribuição. Logo atrás, aparecem Itaú Vida e Previdência (18%), Brasilprev (11%) e Unibanco (8%).


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Previdência privada bate recorde: R$ 9,9 bilhões

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

15/08/2006 | 08:07


A popularização dos planos de previdência privada no país levou a volume recorde a captação de recursos no primeiro semestre deste anos. Levantamento da Anapp (Associação Nacional de Previdência Privada) o total de contribuições nos planos de renda complementar chegou ao montante de R$ 9,9 bilhões no acumulado da primeira metade do ano. O resultado é 21,19% maior que o saldo no mesmo período do ano passado.

A entidade afirma que o montante captado no período representa mais de 50% de todos os recursos movimentados em 2005, que chegou a R$ 19,5 bilhões. “Estamos bastante otimistas com o resultado deste ano. Apostamos fechar o ano com volume recorde, já que 65% de toda a captação do ano costuma se dar no segundo semestre”, diz o presidente da Anapp, Osvaldo do Nascimento.

Modelos – A modalidade de planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é que apresenta maior alta no primeiro semestre: 43,54%. É este modelo de previdência que a Anapp considera como o principal responsável pelo desempenho do sistema neste ano. O produto encerrou o período de janeiro a junho com R$ 6,3 milhões – 63% do volume de novos depósitos.

Já o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) teve captação de R$ 2,1 bilhões no período, com alta de 9,78% na comparação com o primeiro semestre de 2005, quando foi registrado total de R$ 1,9 bilhão. Com isso, a captação do produto equivale a 22% do total de contribuições realizadas no período.

Queda – Já os planos tradicionais conseguiram depósitos superiores a R$ 1,4 bilhão, uma queda de 17,91% na comparação com o primeiro semestre de 2005. A participação dos planos tradicionais no volume de novas contribuições respondeu por 15% do total captado no primeiro semestre.

A Bradesco Vida e Previdência se manteve no topo do ranking de captação referente aos seis meses iniciais de 2006. Houve no período avanço de 38% nas somas de contribuição. Logo atrás, aparecem Itaú Vida e Previdência (18%), Brasilprev (11%) e Unibanco (8%).

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