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Estado autoriza AME em Diadema

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Terceira unidade do Grande ABC será instalada em área anexa ao Quarteirão da Saúde, no Centro


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

22/12/2018 | 07:00


O governo do Estado, comandado pela gestão de Márcio França (PSB), deu aval à Prefeitura de Diadema para início do processo de construção do primeiro AME (Ambulatório Médico de Especialidades) da cidade. Trata-se do terceiro equipamento com modelo similar na região, que já dispõe de unidades em Santo André e Mauá.

A medida, oficializada na última semana em decreto publicado no Diário Oficial, segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, representa o marco inicial para andamento às ações de implantação da unidade. A autorização para construção do equipamento ocorreu após avaliação técnica da demanda por atendimentos ambulatoriais na rede pública de Saúde do município. A reivindicação partiu da própria Prefeitura, por meio de representação da Câmara.

Segundo apurado pelo Diário, a expectativa é a de que o AME seja erguido em área anexa ao Quarteirão da Saúde, no Centro de Diadema. Questionada sobre o assunto, a administração municipal não retornou aos contatos da equipe de reportagem até o fechamento desta edição.

Além de atender moradores da cidade, que hoje recorrem a unidades de São Paulo e região, o equipamento passa também a captar parcela dos munícipes de São Bernardo que reside em área próxima da divisa entre as cidades.

O projeto, que chegou a ser apresentado durante a campanha eleitoral, inclusive pelo governador eleito João Doria (PSDB), vai ao encontro das medidas desenvolvidas pelo Palácio dos Bandeirantes para fortalecer o processo de regionalização da Saúde.

Com a construção do equipamento, a cidade passará a ter uma unidade exclusiva para a realização de consultas com diversos especialistas, exames de apoio diagnóstico e cirurgias ambulatoriais, visando a agilização dos resultados e a melhoria da qualidade dos serviços prestados a pacientes de unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde), conforme o Estado. Os atendimentos nos AMEs são referenciados e programados.

Embora não tenha informações a respeito do cronograma de obras, o governo estadual passa a trabalhar, a partir de agora, na formulação do projeto executivo para a construção da unidade, com definição de custos e etapas das intervenções.

Atualmente, a Secretaria de Estado da Saúde custeia integralmente os dois AMEs do Grande ABC, localizados em Santo André (inaugurado em 2010) e Mauá (aberto ao público em 2011). O custeio anual para o funcionamento dos serviços é de R$ 28,5 milhões. Juntas, as unidades realizam, mensalmente, pelo menos 12,6 mil consultas médicas e não médicas, 850 cirurgias ambulatoriais e, aproximadamente, 18,5 mil exames.

O modelo de ambulatório de especialistas começou a ser implantado em 2007 no Estado de São Paulo e, desde 2015, o Palácio dos Bandeirantes tem investido para transformar as unidades em AME Mais, que possuem centro cirúrgico e hospital dia para pequenas e médias cirurgias. 



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Estado autoriza AME em Diadema

Terceira unidade do Grande ABC será instalada em área anexa ao Quarteirão da Saúde, no Centro

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

22/12/2018 | 07:00


O governo do Estado, comandado pela gestão de Márcio França (PSB), deu aval à Prefeitura de Diadema para início do processo de construção do primeiro AME (Ambulatório Médico de Especialidades) da cidade. Trata-se do terceiro equipamento com modelo similar na região, que já dispõe de unidades em Santo André e Mauá.

A medida, oficializada na última semana em decreto publicado no Diário Oficial, segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, representa o marco inicial para andamento às ações de implantação da unidade. A autorização para construção do equipamento ocorreu após avaliação técnica da demanda por atendimentos ambulatoriais na rede pública de Saúde do município. A reivindicação partiu da própria Prefeitura, por meio de representação da Câmara.

Segundo apurado pelo Diário, a expectativa é a de que o AME seja erguido em área anexa ao Quarteirão da Saúde, no Centro de Diadema. Questionada sobre o assunto, a administração municipal não retornou aos contatos da equipe de reportagem até o fechamento desta edição.

Além de atender moradores da cidade, que hoje recorrem a unidades de São Paulo e região, o equipamento passa também a captar parcela dos munícipes de São Bernardo que reside em área próxima da divisa entre as cidades.

O projeto, que chegou a ser apresentado durante a campanha eleitoral, inclusive pelo governador eleito João Doria (PSDB), vai ao encontro das medidas desenvolvidas pelo Palácio dos Bandeirantes para fortalecer o processo de regionalização da Saúde.

Com a construção do equipamento, a cidade passará a ter uma unidade exclusiva para a realização de consultas com diversos especialistas, exames de apoio diagnóstico e cirurgias ambulatoriais, visando a agilização dos resultados e a melhoria da qualidade dos serviços prestados a pacientes de unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde), conforme o Estado. Os atendimentos nos AMEs são referenciados e programados.

Embora não tenha informações a respeito do cronograma de obras, o governo estadual passa a trabalhar, a partir de agora, na formulação do projeto executivo para a construção da unidade, com definição de custos e etapas das intervenções.

Atualmente, a Secretaria de Estado da Saúde custeia integralmente os dois AMEs do Grande ABC, localizados em Santo André (inaugurado em 2010) e Mauá (aberto ao público em 2011). O custeio anual para o funcionamento dos serviços é de R$ 28,5 milhões. Juntas, as unidades realizam, mensalmente, pelo menos 12,6 mil consultas médicas e não médicas, 850 cirurgias ambulatoriais e, aproximadamente, 18,5 mil exames.

O modelo de ambulatório de especialistas começou a ser implantado em 2007 no Estado de São Paulo e, desde 2015, o Palácio dos Bandeirantes tem investido para transformar as unidades em AME Mais, que possuem centro cirúrgico e hospital dia para pequenas e médias cirurgias. 

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