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Habitação, Esportes e Mobilidade irão ter maior percentual de contingenciamento

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Congelamento em Sto.André supera os 50% nas três Pastas; em Segurança, reserva chega a 49%


Humberto Domiciano
Do Diário do Grande ABC

10/02/2018 | 07:00


O contingenciamento da Prefeitura de Santo André, anunciado em janeiro pelo prefeito Paulo Serra (PSDB), vai congelar mais da metade dos recursos previstos para investimentos de Pastas como Habitação, Mobilidade Urbana, Esportes e de Segurança.

De acordo com o decreto que detalhou o procedimento, a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, comandada por Fernando Marangoni (DEM), terá R$ 109,2 milhões de suas verbas controlados ao longo do ano, ou seja, 57,87% do previsto dependerão de decisões administrativas para serem liberados.

Já na área de Mobilidade, Pasta comandada por Edilson Factori, haverá congelamento de 63,76% de seus valores, o que corresponde a R$ 89,7 milhões. O valor se aproxima dos R$ 100 milhões solicitados pelo Paço para obras do Programa Avançar Cidades, que prevê intervenções no Córrego Taioca, trecho entre a Rua Thales dos Santos Freire e Avenida Brasília, e no Córrego Cassaquera.

A lista de suspensões atinge ainda a Secretaria de Segurança Urbana e Comunitária, ocupada até o fim de janeiro pelo vereador Edson Sardano (PTB), que pode ter 49,73% de seus recursos bloqueados em 2018.

Ainda foram determinados controles especiais de verbas na Secretaria de Esportes e Práticas Esportivas, de Marcelo Chehade (PSDB), com 64,29% do total.

O contingenciamento da peça no atual exercício, de acordo com o Paço, ficará entre 30% e 40% – ano passado, primeiro da atual administração, o percentual foi fixado em 60%. Está prevista também uma reserva de contingência da ordem de R$ 6,3 milhões.

O prefeito Paulo Serra afirmou que fará reunião com o secretariado na semana que vem para discutir formas para que não ocorram prejuízos na continuidade de obras e programas que já estão em andamento. “O Orçamento aprovado nas últimas gestões era uma peça de ficção, nenhum deles foi executado integralmente. Talvez as pessoas inflavam para vender um falso otimismo. A cidade só atravessa esse período com o choque de gestão”, destacou.

O tucano, por outro lado, explicou que o congelamento nas verbas de áreas como Habitação e Mobilidade terá seu impacto reduzido. “As duas Pastas possuem maior participação de recursos externos. No caso da Habitação, boa parte dos investimentos é do governo federal, pela Caixa e do Estado, pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). Na Mobilidade, temos dinheiro do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e algumas obras do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André)”, ponderou o chefe do Executivo. 



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