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Parceria reduz preço de pacote de viagem

Caio Arruda/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

28/11/2012 | 07:16


Líder no setor de turismo brasileiro e sediada em Santo André, a CVC Brasil lançou ontem programa de parceria comercial, que resultará em preços mais competitivos aos consumidores, inclusive aqueles atendidos pelas 22 unidades instaladas no Grande ABC, contou a gerente sênior de vendas para a Região Metropolitana, Viviane Pio. A empresa anunciou ainda campanha para cobrir a oferta da concorrência, estratégia já conhecida em redes de supermercado.

"Não serão necessárias análises da empresa. O consumidor que apresentar a oferta de uma concorrente terá o preço menor na boca do caixa. Será imediato", garantiu o vice-presidente de produtos, marketing e operações da companhia, Fábio Godinho. Ele acrescentou que a operadora desenvolve mais uma ação direcionada aos clientes, um programa de benefícios, que será denominado Viaje. Sem detalhar, o gestor afirmou que os parceiros preferenciais farão parte desta nova engenharia de relação de consumo.

A ação da empresa, que prevê atender 4 milhões de clientes neste ano, alta de 33% em relação ao ano passado, é baseada em setor com números acima das expectativas econômicas brasileiras. Em 2011, o mercado nacional de turismo movimentou cerca de R$ 43,3 bilhões, lembrou o vice-presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens), Edmar Bull. Ele destacou que as empresas turísticas estimam expansão de 13% em 2012.

O Programa Parceiro Preferencial CVC, como é denominado, promete elevar o volume de vendas dos fornecedores, nacionais e internacionais, que integrarem a lista seleta. Para isso, eles terão exclusividade de divulgações em campanhas publicitárias da companhia de turismo, cujo investimento anual é pouco superior a R$ 70 milhões, calculou o diretor de marketing, André Ribeiro Turquetto. "E esperamos contrapartidas comerciais melhores", destacou Godinho.

Desta maneira, afirma o executivo, os consumidores terão repasses das vantagens comerciais. "Não queremos oferecer o menor preço, mas sim preços competitivos com o mercado para pacotes que incluem os serviços dos fornecedores preferenciais."

Em 40 anos de empresa, a CVC criou cadeia de, aproximadamente, 30 mil fornecedores. Na primeira fase do programa, estão listadas 316 companhias de hotelaria, sendo 235 em território nacional e 81 no Exterior. "O grupo é vivo e para ser preferencial não deve passar de 300 parceiros no País. Eles vão entrar e sair", disse Godinho, lembrando que a qualidade do serviço dos fornecedores é um dos requisitos para a manutenção da lista.

Para o consumidor, o selo de parceiro preferencial ilustrará empresas cuja a operadora confia na qualidade de atendimento. E no grupo inicial, 30% delas estão na Bahia, que é o Estado de maior preferência dos clientes da companhia.

No primeiro trimestre de 2013, o programa se estenderá para outros segmentos de fornecedores. São eles as companhias aéreas e marítimas, empresas receptivas e secretarias públicas que tiverem a intenção de fomentarem o turismo.

Ontem, a CVC também apresentou o seu CCO (Centro de Controle de Operações). A seção, com 200 funcionários e instalada em Santo André, vai centralizar todos os atendimentos aos clientes e à rede de vendas.

Fundada pelo empresário Guilherme Paulus, atual presidente do conselho de administração, hoje a CVC é controlada pelo fundo de private equity Carlyle.

 

Associação prevê expansão de 13% ao mercado de turismo

O vice-presidente da Abav, Edmar Bull, que também é o principal executivo da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), entende como resultado muito positivo a estimativa do setor de expansão de 13% sobre 2011.

"Tendo em vista que estamos em uma crise, crescimento como esse é para se comemorar", disse Bull. Apenas como comparação, a previsão do mercado financeiro para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro é de 1,5% neste ano.

Em 2011, o mercado de turismo nacional, considerando empresas aéreas, de hotelaria e de locação de veículos, gerou movimentação de, aproximadamente, R$ 43,3 bilhões.

O segmento corporativo, ou seja, as viagens a negócios, representaram 57,97% do montante, ou R$ 25 bilhões. O restante, aproximadamente R$ 18 bilhões, foram gerados pelas operações de lazer, segmento de atuação da CVC Brasil.

 

 



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Parceria reduz preço de pacote de viagem

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

28/11/2012 | 07:16


Líder no setor de turismo brasileiro e sediada em Santo André, a CVC Brasil lançou ontem programa de parceria comercial, que resultará em preços mais competitivos aos consumidores, inclusive aqueles atendidos pelas 22 unidades instaladas no Grande ABC, contou a gerente sênior de vendas para a Região Metropolitana, Viviane Pio. A empresa anunciou ainda campanha para cobrir a oferta da concorrência, estratégia já conhecida em redes de supermercado.

"Não serão necessárias análises da empresa. O consumidor que apresentar a oferta de uma concorrente terá o preço menor na boca do caixa. Será imediato", garantiu o vice-presidente de produtos, marketing e operações da companhia, Fábio Godinho. Ele acrescentou que a operadora desenvolve mais uma ação direcionada aos clientes, um programa de benefícios, que será denominado Viaje. Sem detalhar, o gestor afirmou que os parceiros preferenciais farão parte desta nova engenharia de relação de consumo.

A ação da empresa, que prevê atender 4 milhões de clientes neste ano, alta de 33% em relação ao ano passado, é baseada em setor com números acima das expectativas econômicas brasileiras. Em 2011, o mercado nacional de turismo movimentou cerca de R$ 43,3 bilhões, lembrou o vice-presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens), Edmar Bull. Ele destacou que as empresas turísticas estimam expansão de 13% em 2012.

O Programa Parceiro Preferencial CVC, como é denominado, promete elevar o volume de vendas dos fornecedores, nacionais e internacionais, que integrarem a lista seleta. Para isso, eles terão exclusividade de divulgações em campanhas publicitárias da companhia de turismo, cujo investimento anual é pouco superior a R$ 70 milhões, calculou o diretor de marketing, André Ribeiro Turquetto. "E esperamos contrapartidas comerciais melhores", destacou Godinho.

Desta maneira, afirma o executivo, os consumidores terão repasses das vantagens comerciais. "Não queremos oferecer o menor preço, mas sim preços competitivos com o mercado para pacotes que incluem os serviços dos fornecedores preferenciais."

Em 40 anos de empresa, a CVC criou cadeia de, aproximadamente, 30 mil fornecedores. Na primeira fase do programa, estão listadas 316 companhias de hotelaria, sendo 235 em território nacional e 81 no Exterior. "O grupo é vivo e para ser preferencial não deve passar de 300 parceiros no País. Eles vão entrar e sair", disse Godinho, lembrando que a qualidade do serviço dos fornecedores é um dos requisitos para a manutenção da lista.

Para o consumidor, o selo de parceiro preferencial ilustrará empresas cuja a operadora confia na qualidade de atendimento. E no grupo inicial, 30% delas estão na Bahia, que é o Estado de maior preferência dos clientes da companhia.

No primeiro trimestre de 2013, o programa se estenderá para outros segmentos de fornecedores. São eles as companhias aéreas e marítimas, empresas receptivas e secretarias públicas que tiverem a intenção de fomentarem o turismo.

Ontem, a CVC também apresentou o seu CCO (Centro de Controle de Operações). A seção, com 200 funcionários e instalada em Santo André, vai centralizar todos os atendimentos aos clientes e à rede de vendas.

Fundada pelo empresário Guilherme Paulus, atual presidente do conselho de administração, hoje a CVC é controlada pelo fundo de private equity Carlyle.

 

Associação prevê expansão de 13% ao mercado de turismo

O vice-presidente da Abav, Edmar Bull, que também é o principal executivo da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), entende como resultado muito positivo a estimativa do setor de expansão de 13% sobre 2011.

"Tendo em vista que estamos em uma crise, crescimento como esse é para se comemorar", disse Bull. Apenas como comparação, a previsão do mercado financeiro para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro é de 1,5% neste ano.

Em 2011, o mercado de turismo nacional, considerando empresas aéreas, de hotelaria e de locação de veículos, gerou movimentação de, aproximadamente, R$ 43,3 bilhões.

O segmento corporativo, ou seja, as viagens a negócios, representaram 57,97% do montante, ou R$ 25 bilhões. O restante, aproximadamente R$ 18 bilhões, foram gerados pelas operações de lazer, segmento de atuação da CVC Brasil.

 

 

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