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Festival Coala recebe gêneros diversos no Memorial

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


07/09/2019 | 07:54


Já consolidado, o Coala Festival chega neste fim de semana à sua sexta edição depois de levar ao palco do Memorial da América Latina, em São Paulo, nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento, além de uma consistente seleção da nova produção da música brasileira. Este ano, Ney Matogrosso, BaianaSystem e Djonga estão entre as atrações principais, numa boa amostra da diversidade de estilos e origens que o festival procura.

Com ingressos esgotados para este sábado, 7, ainda há entradas para o domingo, 8, quando tocam Ney Matogrosso, Djonga, Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Chico César & Maria Gadu, Afrocidade, Curumin convida Geovana e Saulo Duarte, além de sets com DJs e produtores. Um dos mais badalados MCs do funk nacional, Kevin O Chris, também se apresenta no Coala - a presença do gênero nos festivais "midstream" ainda é tímida, e é bom ver uma aproximação tomando forma. O midstream é o segmento de músicos e bandas entre o sucesso mainstream e o underground completo. As entradas para o domingo custam de R$ 90 a R$ 180.

"Com o crescimento do midstream, a tendência é ver os lineups de eventos se repetindo, o que é normal, mas também é uma oportunidade para se diferenciar e dar espaço para artistas/bandas que estão fora do radar", comenta Gabriel Andrade, um dos fundadores do Coala, e curador ao lado de Marcus Preto, em nota.

O sábado deve contar com uma espécie de encontro interessante: um dos headliners do evento é o BaianaSystem - banda que mistura ritmos baianos com beats eletrônicos, num show de alta voltagem que hoje encontra "rival", nesse circuito, apenas com o rapper mineiro Djonga, que toca no domingo. Mas ainda no sábado, antes do BaianaSystem, sobe ao palco do Coala o grupo Ministereo Público - um dos precursores da cultura sound system baiana (muitas caixas de som, misturas de ritmos jamaicanos e brasileiros numa festa de caráter particular).

Também neste primeiro dia, uma seleção de destaque. Josyara apresenta as canções do Mansa Fúria (2018), disco em que seu violão procura uma atualização da bossa nova. Dona Onete chega com Rebujo (2019) fresquinho na bagagem, cheio do seu carimbó "chamegado" de Belém do Pará que ela transportou para a esfera nacional. Duda Beat, cantora que tem sido o nome principal de festivais pelo interior do País, toca no meio da tarde (16h15) e a promessa é de show lotado. Elba Ramalho convida Mariana Aydar ao palco, e mais tarde Mestre Anderson Miguel chama Renata Rosa.

No domingo, um dos destaques é o show conjunto de Chico César e Maria Gadu. Ela está completando 20 anos de carreira, e Chico César lança um novo disco agora em setembro - o show terá repertório conjunto. Já Ney Matogrosso encerra a noite com seu show Bloco Na Rua, em que interpreta canções de Rita Lee, Raul Seixas, entre outros.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Festival Coala recebe gêneros diversos no Memorial


07/09/2019 | 07:54


Já consolidado, o Coala Festival chega neste fim de semana à sua sexta edição depois de levar ao palco do Memorial da América Latina, em São Paulo, nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento, além de uma consistente seleção da nova produção da música brasileira. Este ano, Ney Matogrosso, BaianaSystem e Djonga estão entre as atrações principais, numa boa amostra da diversidade de estilos e origens que o festival procura.

Com ingressos esgotados para este sábado, 7, ainda há entradas para o domingo, 8, quando tocam Ney Matogrosso, Djonga, Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Chico César & Maria Gadu, Afrocidade, Curumin convida Geovana e Saulo Duarte, além de sets com DJs e produtores. Um dos mais badalados MCs do funk nacional, Kevin O Chris, também se apresenta no Coala - a presença do gênero nos festivais "midstream" ainda é tímida, e é bom ver uma aproximação tomando forma. O midstream é o segmento de músicos e bandas entre o sucesso mainstream e o underground completo. As entradas para o domingo custam de R$ 90 a R$ 180.

"Com o crescimento do midstream, a tendência é ver os lineups de eventos se repetindo, o que é normal, mas também é uma oportunidade para se diferenciar e dar espaço para artistas/bandas que estão fora do radar", comenta Gabriel Andrade, um dos fundadores do Coala, e curador ao lado de Marcus Preto, em nota.

O sábado deve contar com uma espécie de encontro interessante: um dos headliners do evento é o BaianaSystem - banda que mistura ritmos baianos com beats eletrônicos, num show de alta voltagem que hoje encontra "rival", nesse circuito, apenas com o rapper mineiro Djonga, que toca no domingo. Mas ainda no sábado, antes do BaianaSystem, sobe ao palco do Coala o grupo Ministereo Público - um dos precursores da cultura sound system baiana (muitas caixas de som, misturas de ritmos jamaicanos e brasileiros numa festa de caráter particular).

Também neste primeiro dia, uma seleção de destaque. Josyara apresenta as canções do Mansa Fúria (2018), disco em que seu violão procura uma atualização da bossa nova. Dona Onete chega com Rebujo (2019) fresquinho na bagagem, cheio do seu carimbó "chamegado" de Belém do Pará que ela transportou para a esfera nacional. Duda Beat, cantora que tem sido o nome principal de festivais pelo interior do País, toca no meio da tarde (16h15) e a promessa é de show lotado. Elba Ramalho convida Mariana Aydar ao palco, e mais tarde Mestre Anderson Miguel chama Renata Rosa.

No domingo, um dos destaques é o show conjunto de Chico César e Maria Gadu. Ela está completando 20 anos de carreira, e Chico César lança um novo disco agora em setembro - o show terá repertório conjunto. Já Ney Matogrosso encerra a noite com seu show Bloco Na Rua, em que interpreta canções de Rita Lee, Raul Seixas, entre outros.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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