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Todos olhos focam Neymar em Miami

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Depois de três meses, astro volta a jogar no amistoso da Seleção Brasileira contra a Colômbia


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

06/09/2019 | 07:00


O furacão Dorian fez parte da rotina da Seleção Brasileira em Miami. Mudou a programação, amedrontou jogadores e virou protagonista. Todos ficaram na expectativa do que ele podia causar depois de ter devastado Bahamas e deixado 20 mortos. Por sorte, perdeu força ontem, quando atingiu a costa Sudeste dos Estados Unidos e já não bota tanto medo assim. É um fenômeno natural e sua história é parecida com a de Neymar, que reaparece hoje nos gramados no amistoso do Brasil contra a Colômbia, às 21h30, tentando recuperar parte do prestígio perdido.

Todo mundo sabe do que o craque do Paris Saint-Germain é capaz, basta saber com qual intensidade ele vai chegar ao jogo. Tite o chamou de indispensável e deixou claro: “Ele, em condições, é imparável.”

Mas ainda não foi possível entender quanto a frustrada tentativa de sair do PSG nesta janela de transferência vai interferir no seu jogo. Fisicamente, ele está 100% recuperado da lesão no tornozelo direito. E emocionalmente? A resposta saberemos com a bola rolando.
Tite fez questão de enaltecer o craque, disse que ele é extraordinário assim como o belga Hazard, mas que executa as jogadas mais rápido. Os dois, na opinião do treinador, estão atrás apenas de Messi e Cristiano Ronaldo. Tudo não passou de argumentação para defender o camisa 10 como titular mesmo há três meses sem jogar. “Cinquenta por cento dos gols com o Neymar em campo são dele ou com assistência dele”, justificou Tite.

Nas demais posições, o técnico não parece disposto a fazer testes. Em relação ao time campeão da Copa América, três mudanças: Ederson substitui Alisson, que está com lesão na panturrilha direita, e Richarlison ocupa a vaga de Gabriel Jesus, suspenso após confusão na final. Neymar entra no lugar de Everton Cebolinha, poupado para não prejudicar o Grêmio.

De fato, Tite parece ter o time titular consolidado, sem muito o que testar. Talvez o que ele quer ver mesmo é se Neymar voltará a ser aquele furacão que impressionava ou perdeu força, feito o Dorian. 



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Todos olhos focam Neymar em Miami

Depois de três meses, astro volta a jogar no amistoso da Seleção Brasileira contra a Colômbia

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

06/09/2019 | 07:00


O furacão Dorian fez parte da rotina da Seleção Brasileira em Miami. Mudou a programação, amedrontou jogadores e virou protagonista. Todos ficaram na expectativa do que ele podia causar depois de ter devastado Bahamas e deixado 20 mortos. Por sorte, perdeu força ontem, quando atingiu a costa Sudeste dos Estados Unidos e já não bota tanto medo assim. É um fenômeno natural e sua história é parecida com a de Neymar, que reaparece hoje nos gramados no amistoso do Brasil contra a Colômbia, às 21h30, tentando recuperar parte do prestígio perdido.

Todo mundo sabe do que o craque do Paris Saint-Germain é capaz, basta saber com qual intensidade ele vai chegar ao jogo. Tite o chamou de indispensável e deixou claro: “Ele, em condições, é imparável.”

Mas ainda não foi possível entender quanto a frustrada tentativa de sair do PSG nesta janela de transferência vai interferir no seu jogo. Fisicamente, ele está 100% recuperado da lesão no tornozelo direito. E emocionalmente? A resposta saberemos com a bola rolando.
Tite fez questão de enaltecer o craque, disse que ele é extraordinário assim como o belga Hazard, mas que executa as jogadas mais rápido. Os dois, na opinião do treinador, estão atrás apenas de Messi e Cristiano Ronaldo. Tudo não passou de argumentação para defender o camisa 10 como titular mesmo há três meses sem jogar. “Cinquenta por cento dos gols com o Neymar em campo são dele ou com assistência dele”, justificou Tite.

Nas demais posições, o técnico não parece disposto a fazer testes. Em relação ao time campeão da Copa América, três mudanças: Ederson substitui Alisson, que está com lesão na panturrilha direita, e Richarlison ocupa a vaga de Gabriel Jesus, suspenso após confusão na final. Neymar entra no lugar de Everton Cebolinha, poupado para não prejudicar o Grêmio.

De fato, Tite parece ter o time titular consolidado, sem muito o que testar. Talvez o que ele quer ver mesmo é se Neymar voltará a ser aquele furacão que impressionava ou perdeu força, feito o Dorian. 

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