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Governo volta a controlar preço do botijão de gás de cozinha



07/03/2006 | 00:12


Pouco mais de quatro anos depois de liberar os preços e eliminar os subsídios sobre os combustíveis, o governo decidiu voltar a controlar o preço do botijão de gás. Em audiência pública realizada nesta segunda, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) apresentou a proposta de regulamentação da venda do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha, que prevê preços mais baixos para o produto destinado a botijões de até 13 quilos.

Na prática, desde meados de 2002 já há uma diferença entre os preços do gás de botijão de 13 quilos e o GLP vendido a granel ou em recipientes maiores. Mas a política era adotada por decisão própria da Petrobras, obedecendo a determinação do governo, acionista majoritário da empresa. Em novembro, no entanto, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) decretou que, para beneficiar os mais pobres, o gás de botijão deve ser mais barato do que o produto voltado para outros setores, como indústria e comércio.

Em 30 dias, a ANP publica resolução sobre o assunto. Segundo o texto, cada distribuidora terá uma cota para comprar o produto mais barato, que varia de acordo com o número de botijões que tem em estoque. A venda em botijões de 13 quilos representa cerca de 80% do mercado de GLP no país, atualmente em torno das 6,3 milhões de toneladas por ano.

Segundo a ANP, o GLP para botijão de 13 quilos custava, em média, R$ 1,0379 por quilo na segunda semana de fevereiro. Para outros usos, o produto saía das refinarias a R$ 1,1687 por quilo. A idéia é manter essa relação por prazo indeterminado.


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Governo volta a controlar preço do botijão de gás de cozinha


07/03/2006 | 00:12


Pouco mais de quatro anos depois de liberar os preços e eliminar os subsídios sobre os combustíveis, o governo decidiu voltar a controlar o preço do botijão de gás. Em audiência pública realizada nesta segunda, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) apresentou a proposta de regulamentação da venda do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha, que prevê preços mais baixos para o produto destinado a botijões de até 13 quilos.

Na prática, desde meados de 2002 já há uma diferença entre os preços do gás de botijão de 13 quilos e o GLP vendido a granel ou em recipientes maiores. Mas a política era adotada por decisão própria da Petrobras, obedecendo a determinação do governo, acionista majoritário da empresa. Em novembro, no entanto, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) decretou que, para beneficiar os mais pobres, o gás de botijão deve ser mais barato do que o produto voltado para outros setores, como indústria e comércio.

Em 30 dias, a ANP publica resolução sobre o assunto. Segundo o texto, cada distribuidora terá uma cota para comprar o produto mais barato, que varia de acordo com o número de botijões que tem em estoque. A venda em botijões de 13 quilos representa cerca de 80% do mercado de GLP no país, atualmente em torno das 6,3 milhões de toneladas por ano.

Segundo a ANP, o GLP para botijão de 13 quilos custava, em média, R$ 1,0379 por quilo na segunda semana de fevereiro. Para outros usos, o produto saía das refinarias a R$ 1,1687 por quilo. A idéia é manter essa relação por prazo indeterminado.

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