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O infiltrado


Beto Silva

28/10/2015 | 00:11


Momento pré-eleitoral, a tensão aumenta. E os políticos colocam em prática táticas questionáveis. Não tem santo nessa história. Governistas e oposicionistas utilizam estratégias de guerra. O mais recente episódio se dá em Mauá.

O PT local infiltrou um aliado na Rede. Ao menos essa é a percepção de integrantes do partido da ex-senadora Marina Silva. Trata-se de Clériston Teixeira, ex-diretor da Câmara. A missão dele na Rede é, segundo interlocutores da legenda recém-criada, barrar a entrada do vereador Rogério Santana, que deixou o PT. Nas reuniões da Rede, Teixeira tinha participação efetiva, já que a agremiação estimula a atividade partidária e discussões horizontalmente, sem fechar para filiados.

Nesses encontros, ele sempre foi contra o ingresso do parlamentar. Pesquisa junto ao Filiaweb, do Tribunal Superior Eleitoral, comprova que Teixeira era do PT. Começou sua atuação na Rede sob o argumento de que estava desgostoso com os petistas. Mas, diante dos fatos, já tem um grupo na Rede que trabalha para sua saída do partido. Rogério, por sua vez, vendo que as portas estavam se fechando para a nova legenda, buscou apoio na executiva nacional e conseguiu se filiar. Começa bem a Rede mauaense para as eleições. Os dirigentes desconfiam de um infiltrado e o principal nome do partido passa o tratar no diretório municipal em vem ‘por cima’. Pouca chances de dar certo. Bem poucas.

Transição difícil
Por falar em Rogério Santana, ele deixou a Secretaria de Serviços Urbanos para voltar a atuar como vereador. Porém, até a semana passada, ainda não havia se instalado no gabinete que era de Dario Duarte Coelho (PT), suplente que perdeu a cadeira com o retorno dele. Inclusive, os funcionários do petista continuavam por lá. Nesta semana, Rogério já se instalou de fato no local, mas só nomeou alguns assessores. Os outros continuam sendo de Dario.

Projetos aprovados
Câmara de São Caetano aprovou ontem, em duas sessões seguidas, reajuste de 9,49% no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para 2016 e criação do PPI (Programa de Parcelamento Incentivado), no qual o governo Paulo Pinheiro (PMDB) visa resgatar R$ 20 milhões da dívida ativa, até 28 de dezembro. Os votos contrários foram de Fabio Palacio (PR) e de Daniel Córdoba (PSDB), que reestreou no Legislativo após saída do titular tucano Beto Vidoski.

Aliados confirmados
O PDT de São Caetano realizou segunda-feira reunião no diretório para oficializar apoio à candidatura do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) ao Palácio da Cerâmica. Integrantes da executiva estadual estiveram na atividade. O tucano também esteve reunido com o presidente nacional do PSDC, José Maria Eymael, em São Paulo. O democrata-cristão garantiu adesão ao projeto de Auricchio retornar ao Paço na eleição do ano que vem. “São dois partidos estruturados, com lideranças de peso, que vão nos ajudar nessa difícil caminhada”, afirmou o ex-chefe do Executivo.
 



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