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Corria atrás dos objetivos quando pequeno

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Márcio Donizete
Especial para o Diário

28/10/2015 | 07:00


O Palmeiras encontrou em 2015 solução caseira para ajudar no poder de ataque do elenco e que pode render alegrias à torcida se bem trabalhado pela comissão técnica comandada por Marcelo Oliveira. Gabriel Fernando de Jesus, ou simplesmente Gabriel Jesus, passou de desconhecido no início do ano, durante a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, à aposta dos profissionais para dar o ar de molecagem ao time. Aos 18 anos, 30 jogos e sete gols já foram suficientes para mostrar que seu futebol tem tudo para se tornar de gente grande.

O torcedor palmeirense também o enxerga com potencial para se transformar em ídolo, a exemplo de Edmundo, Evair, Ademir da Guia, entre tantos outros craques que vestiram a camisa alviverde nos mais de 101 anos de história.

Prova do carinho que o jovem jogador recebe dos fãs ficou evidente durante o lançamento de uma chuteira da patrocinadora do clube em um shopping na Capital. Diversos torcedores pediram autógrafos ao atacante. Dos mais adolescentes aos mais idosos, que já viram inúmeros atletas brilharem com o uniforme do Palestra.

Como é para você esse carinho do torcedor, que ecoou aqui na loja os mesmos gritos da arquibancada, como ‘Glória, glória, aleluia, é Gabriel Jesus’ e ‘Jesus é melhor que o Neymar’?

Ah, é tranquilo. Para mim se tornou tranquilo, normal. Encaro como carinho da torcida, de quem grita, quem apoia, então para mim ficou tranquilo.

Já esteve no lugar dessas pessoas e passou por isso quando pequeno ao conhecer algum ídolo?

Não tive oportunidade porque minha vida toda foi futebol, então corria atrás dos objetivos quando pequeno. Não tinha tempo nem de torcer, sempre estava jogando bola.

E o duelo decisivo contra o Fluminense pela semifinal da Copa do Brasil, o que projetar para o torcedor do Palmeiras?

A gente vai entrar determinado em fazer uma função. Cada jogo é um jogo e vamos tentar conquistar a vitória. Vamos fazer de tudo, mas cada confronto é um confronto, não devemos lembrar do duelo passado até porque já era. Agora é outra realidade, então tem de enfrentar.

Seu futebol oscilou nos últimos jogos e, com isso, algumas críticas apareceram. Você até passou por um breve jejum de gols (seis partidas sem balançar as redes), só voltando a marcar contra o Avaí (no último dia 17). Como você lida com essa pequena pressão de torcida e imprensa?

Elogios e críticas sempre virão. Jogador tem muitas fases boas e outras nem tão boas. Então, a gente tem de encarar da melhor forma e fazer com que passe logo. O gol (na vitória por 3 a 1 contra o Avaí, pelo Brasileirão) foi muito importante, me deixou bem mais tranquilo, mais calmo para trabalhar.

Como é jogar no Campeonato Brasileiro pela primeira vez, uma competição de alto nível em relação ao Estadual, no qual você debutou para o futebol tão jovem?

É a elite do futebol brasileiro, o campeonato mais forte. A gente tenta se adequar o máximo possível para mostrar nosso futebol e a grandeza do Palmeiras. Para mim é tranquilo, já estou me adequando em relação a isso e mais sossegado.



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