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PanAmericano interessa a pelo menos 5 instituições



13/11/2010 | 07:10


Pelo menos cinco bancos já demonstraram interesse em comprar a participação do Grupo Silvio Santos no Banco PanAmericano. Num primeiro momento, segundo fonte que acompanha as negociações, as propostas serão analisadas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que emprestou R$ 2,5 bilhões ao grupo para cobrir o rombo encontrado nas contas da instituição financeira. Depois disso, a melhor proposta deve ser encaminhada para avaliação dos acionistas do PanAmericano.

"O FGC tem que avaliar primeiro. Afinal, ele precisa ter garantias de que o empréstimo que fez será pago", afirmou. O Grupo Silvio Santos, segundo fontes próximas do negócio, terá que vender o controle do PanAmericano para conseguir honrar parte do empréstimo do FGC.

Como a Caixa, por meio da CaixaPar, não pode ampliar ainda mais a participação, de 49%, indiretamente, deve ajudar a encontrar novo parceiro. "A Caixa não pensa em vender sua participação. O PanAmericano faz parte da estratégia de expandir a capilaridade de crédito. A instituição está melhor do que antes. Tem dinheiro em caixa e mudou toda a gestão", ressaltou a fonte.

Na avaliação de um dos envolvidos no negócio, apesar da fraude identificada pelo Banco Central, o PanAmericano ainda está sendo visto por algumas instituições financeiras como bom negócio. Com o aporte de R$ 2,5 bilhões exigido pelo BC, o banco ganhou liquidez para ampliar suas operações de crédito.

Além disso, a instituição tem mais de 20 mil canais de venda (parceiros) e 200 lojas.

Mas não são todos que analisam dessa forma. Para Carlos Coradi, presidente da Engenheiros Financeiros & Consultores, ainda não é possível se dizer que a compra da participação do PanAmericano é realmente bom negócio. "Ninguém sabe para valer qual é o valor do banco", afirmou. Por outro lado, ele admite que a capilaridade e a carteira da instituição financeira podem ser vistos como atrativo para os investidores. Para ele, o ideal é aguardar a apuração mais detalhada do BC sobre a instituição.



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PanAmericano interessa a pelo menos 5 instituições


13/11/2010 | 07:10


Pelo menos cinco bancos já demonstraram interesse em comprar a participação do Grupo Silvio Santos no Banco PanAmericano. Num primeiro momento, segundo fonte que acompanha as negociações, as propostas serão analisadas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que emprestou R$ 2,5 bilhões ao grupo para cobrir o rombo encontrado nas contas da instituição financeira. Depois disso, a melhor proposta deve ser encaminhada para avaliação dos acionistas do PanAmericano.

"O FGC tem que avaliar primeiro. Afinal, ele precisa ter garantias de que o empréstimo que fez será pago", afirmou. O Grupo Silvio Santos, segundo fontes próximas do negócio, terá que vender o controle do PanAmericano para conseguir honrar parte do empréstimo do FGC.

Como a Caixa, por meio da CaixaPar, não pode ampliar ainda mais a participação, de 49%, indiretamente, deve ajudar a encontrar novo parceiro. "A Caixa não pensa em vender sua participação. O PanAmericano faz parte da estratégia de expandir a capilaridade de crédito. A instituição está melhor do que antes. Tem dinheiro em caixa e mudou toda a gestão", ressaltou a fonte.

Na avaliação de um dos envolvidos no negócio, apesar da fraude identificada pelo Banco Central, o PanAmericano ainda está sendo visto por algumas instituições financeiras como bom negócio. Com o aporte de R$ 2,5 bilhões exigido pelo BC, o banco ganhou liquidez para ampliar suas operações de crédito.

Além disso, a instituição tem mais de 20 mil canais de venda (parceiros) e 200 lojas.

Mas não são todos que analisam dessa forma. Para Carlos Coradi, presidente da Engenheiros Financeiros & Consultores, ainda não é possível se dizer que a compra da participação do PanAmericano é realmente bom negócio. "Ninguém sabe para valer qual é o valor do banco", afirmou. Por outro lado, ele admite que a capilaridade e a carteira da instituição financeira podem ser vistos como atrativo para os investidores. Para ele, o ideal é aguardar a apuração mais detalhada do BC sobre a instituição.

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