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Criança a bordo

Dia das Crianças este ano tem feriado prolongado por conta do feriado de Nossa Senhora Aparecida. Uma boa justificativa!


Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

30/09/2010 | 07:01


O Dia das Crianças está chegando e, neste ano, a data vem com um presentinho a mais: quatro dias de descanso por conta do feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Uma boa justificativa para fazer as malas e levar os pequenos aonde eles realmente gostam. Parques temáticos, hotéis-fazenda com recreação infantil, acampamentos e até roteiros para o Exterior encabeçam a lista de preferências da petizada. Mas é preciso planejar bem a viagem e tomar uma série de precauções para evitar que a diversão em família acabe em más lembranças.

No Manual do Turista Brasileiro, o casal Lucio Martins Rodrigues e Bebel Enge dá a dica: "Antes de decidir por uma viagem com babies, pense no desconforto da criança, que até 4 ou 5 anos provavelmente não vai curtir muita coisa da viagem, poderá se ressentir da mudança de clima e do jet lag (o efeito das diferenças horárias em nosso relógio biológico), poderá enjoar dentro de um carro, não terá amiguinhos para brincar..."

Somada a essa questão, também é importante levar em conta o desconforto dos próprios pais por conta da escolha de um destino pouco aconselhável para viagens em família. Os pais devem ter em mente que terão de providenciar alimentação adequada à criança, não conseguirão circular por toda parte empurrando um carrinho de bebê e poderão enfrentar noites em claro ouvindo o bebê chorar justo durante as tão sonhadas férias em Paris. "Por fim, pense nos pobres diabos que estão no avião com você e que terão de passar a noite em claro porque o garoto não para de chorar", alerta o guia.

Mas nem tudo está perdido. Com doses extras de bom humor, disposição e jogo de cintura para lidar com eventuais problemas, pais e filhos podem ter dias memoráveis. O primeiro passo é escolher o destino certo, que ofereça entretenimento para crianças e atrações para adultos - ou, ao menos, o merecido sossego enquanto equipes de recreação se encarregam de distrair os pequenos.

Na hora de definir o roteiro, é importante ter em mente que os atrativos variam conforme a idade. Uma criança de 2 anos, por exemplo, não aproveitará o parque temático tanto quanto uma de 7, e não entenderá bulhufas num observatório astronômico... Já o de 10 provavelmente achará um tédio passar o domingo numa fazendinha, dando de comer aos bichos, sem amigos nem brinquedos radicais por perto.

Por isso, fique atento às necessidades inerentes à idade de seu filho (veja quando ao lado). Converse com ele antes para considerar suas preferências e gerar nele uma expectativa sobre o programa. Depois, troque experiências, pergunte o que achou, para que a criança realmente curta o momento em família e saia de seu universo pessoal para tentar compreender o alheio.

De resto, é só arrumar as malas, colocar os rebentos no carro e pé na estrada!


Atenção à idade

2 A 3 ANOS
Crianças pequenas adoram animais, tanto domésticos quanto selvagens, e querem tocar em tudo. Por isso, fazendinhas, zoológicos e aquários são ideais. Principalmente se for possível exercitar o tato passando a mão nos bichos.

3 A 5 ANOS
Nesta idade, meninos e meninas são muito ativos fisicamente. Gostam de correr e alguns já andam de bicicleta. Parques com áreas verdes para lazer são infalíveis. Também é possível estimular audição, visão e cognição através da arte por meio de teatros de fantoches, shows de música e apresentações de contadores de estórias.

5 A 6 ANOS
É uma fase em que a criança descobre o mundo das letras, dos números e da história. Nada mais apropriado do que complementar o trabalho educativo desenvolvido na escola com programas em família que estimulem a observação e o raciocínio. Museus de transportes, relógios e moedas costumam interessar, assim como lugares onde seja possível ver animais perigosos, a exemplo das cobras e aranhas do Butantan, na Capital.

7 A 8 ANOS
O aprendizado se intensifica nas escolas e os passeios com os pais podem ajudar a absorver o conhecimento. É o período ideal para visitar museus científicos e históricos, atividades ecológicas e passeios a pé por regiões antigas.

9 A 10 ANOS
Em fase de pré-adolescência, a criança deixa de ver os pais como heróis e passa a buscar doses extras de independência e adrenalina. Quer conduzir a própria vida e enfrentar desafios para se autoafirmar. As atrações podem compreender desde a compreensão de que a Terra ficou congelada há alguns milhões de anos até a descoberta da anatomia e as inúmeras atividades que se pode fazer em um hotel fazenda, como cavalgar, pescar, praticar escalada, tirolesa etc.

MAIS DE 10 ANOS
Nesta idade, elas preferem sair com amigos a passar o domingo com os pais, mas é possível atrai-las com a oferta de visitar um observatório astronômico, praticar esportes radicais, ir a um parque com brinquedos que façam liberar adrenalina ou com experimentos interativos, como a Estação Ciência.



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Criança a bordo

Dia das Crianças este ano tem feriado prolongado por conta do feriado de Nossa Senhora Aparecida. Uma boa justificativa!

Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

30/09/2010 | 07:01


O Dia das Crianças está chegando e, neste ano, a data vem com um presentinho a mais: quatro dias de descanso por conta do feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Uma boa justificativa para fazer as malas e levar os pequenos aonde eles realmente gostam. Parques temáticos, hotéis-fazenda com recreação infantil, acampamentos e até roteiros para o Exterior encabeçam a lista de preferências da petizada. Mas é preciso planejar bem a viagem e tomar uma série de precauções para evitar que a diversão em família acabe em más lembranças.

No Manual do Turista Brasileiro, o casal Lucio Martins Rodrigues e Bebel Enge dá a dica: "Antes de decidir por uma viagem com babies, pense no desconforto da criança, que até 4 ou 5 anos provavelmente não vai curtir muita coisa da viagem, poderá se ressentir da mudança de clima e do jet lag (o efeito das diferenças horárias em nosso relógio biológico), poderá enjoar dentro de um carro, não terá amiguinhos para brincar..."

Somada a essa questão, também é importante levar em conta o desconforto dos próprios pais por conta da escolha de um destino pouco aconselhável para viagens em família. Os pais devem ter em mente que terão de providenciar alimentação adequada à criança, não conseguirão circular por toda parte empurrando um carrinho de bebê e poderão enfrentar noites em claro ouvindo o bebê chorar justo durante as tão sonhadas férias em Paris. "Por fim, pense nos pobres diabos que estão no avião com você e que terão de passar a noite em claro porque o garoto não para de chorar", alerta o guia.

Mas nem tudo está perdido. Com doses extras de bom humor, disposição e jogo de cintura para lidar com eventuais problemas, pais e filhos podem ter dias memoráveis. O primeiro passo é escolher o destino certo, que ofereça entretenimento para crianças e atrações para adultos - ou, ao menos, o merecido sossego enquanto equipes de recreação se encarregam de distrair os pequenos.

Na hora de definir o roteiro, é importante ter em mente que os atrativos variam conforme a idade. Uma criança de 2 anos, por exemplo, não aproveitará o parque temático tanto quanto uma de 7, e não entenderá bulhufas num observatório astronômico... Já o de 10 provavelmente achará um tédio passar o domingo numa fazendinha, dando de comer aos bichos, sem amigos nem brinquedos radicais por perto.

Por isso, fique atento às necessidades inerentes à idade de seu filho (veja quando ao lado). Converse com ele antes para considerar suas preferências e gerar nele uma expectativa sobre o programa. Depois, troque experiências, pergunte o que achou, para que a criança realmente curta o momento em família e saia de seu universo pessoal para tentar compreender o alheio.

De resto, é só arrumar as malas, colocar os rebentos no carro e pé na estrada!


Atenção à idade

2 A 3 ANOS
Crianças pequenas adoram animais, tanto domésticos quanto selvagens, e querem tocar em tudo. Por isso, fazendinhas, zoológicos e aquários são ideais. Principalmente se for possível exercitar o tato passando a mão nos bichos.

3 A 5 ANOS
Nesta idade, meninos e meninas são muito ativos fisicamente. Gostam de correr e alguns já andam de bicicleta. Parques com áreas verdes para lazer são infalíveis. Também é possível estimular audição, visão e cognição através da arte por meio de teatros de fantoches, shows de música e apresentações de contadores de estórias.

5 A 6 ANOS
É uma fase em que a criança descobre o mundo das letras, dos números e da história. Nada mais apropriado do que complementar o trabalho educativo desenvolvido na escola com programas em família que estimulem a observação e o raciocínio. Museus de transportes, relógios e moedas costumam interessar, assim como lugares onde seja possível ver animais perigosos, a exemplo das cobras e aranhas do Butantan, na Capital.

7 A 8 ANOS
O aprendizado se intensifica nas escolas e os passeios com os pais podem ajudar a absorver o conhecimento. É o período ideal para visitar museus científicos e históricos, atividades ecológicas e passeios a pé por regiões antigas.

9 A 10 ANOS
Em fase de pré-adolescência, a criança deixa de ver os pais como heróis e passa a buscar doses extras de independência e adrenalina. Quer conduzir a própria vida e enfrentar desafios para se autoafirmar. As atrações podem compreender desde a compreensão de que a Terra ficou congelada há alguns milhões de anos até a descoberta da anatomia e as inúmeras atividades que se pode fazer em um hotel fazenda, como cavalgar, pescar, praticar escalada, tirolesa etc.

MAIS DE 10 ANOS
Nesta idade, elas preferem sair com amigos a passar o domingo com os pais, mas é possível atrai-las com a oferta de visitar um observatório astronômico, praticar esportes radicais, ir a um parque com brinquedos que façam liberar adrenalina ou com experimentos interativos, como a Estação Ciência.

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