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Região testou para Covid o equivalente a 12,65% da população

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeituras registram 353.087 testes desde março; percentual é menor do que no Estado (15,3%) e no País (13,5%), segundo IBGE


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

29/12/2020 | 00:01


De março até ontem, o Grande ABC registrou 353.087 testes para detecção da Covid-19, conforme dados da SP Covid Info Tracker, plataforma de monitoramento da pandemia mantida por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista), da USP (Universidade de São Paulo) e do Cemeai (Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria) com base em informações das prefeituras. Isso significa que cerca de 12,65% dos 2.789.871 moradores da região passaram pelo procedimento. Entretanto, ao mesmo tempo em que uma pessoa pode ter feito mais de um exame, outras não fizeram nenhum.

O percentual está abaixo do observado no Estado, onde 15,3% dos residentes foram testados, e no País, cuja taxa é de 13,5%, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios) Covid-19, divulgada na última semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No Brasil, a pesquisa indicou que os exames mais realizados foram o SWAB, procedimento em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz do paciente (12,7 milhões) e o teste rápido com coleta de sangue por um furo no dedo (12,4 milhões).

Desde o início da pandemia, em março, as prefeituras da região iniciaram programas de testagem em massa por grupos, como profissionais da saúde, da segurança e do transporte, além de inquéritos epidemiológicos. Contudo, conforme o Diário publicou, o volume de exames realizados no Grande ABC caiu 56,8% entre julho e setembro, indicou o TCE (Tribunal de Contas do Estado). A justificativa era a de que o número de casos havia estabilizado.

Mais recentemente, as administrações testaram a comunidade escolar para avaliar a possibilidade da retomada das aulas presenciais. Com a ação, em outubro, foi possível identificar que apenas 3,72% dos profissionais da educação e alunos de Santo André tiveram contato com o coronavírus, enquanto em São Bernardo e São Caetano as taxas foram de 0,54% e 6,7%, respectivamente.

Atualmente, as prefeituras não estão com programas de testagem em massa em vigor. As administrações de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema garantiram que mantêm os exames em pessoas que apresentam os sintomas da Covid-19. Porém, não há previsão de nova rodada de testes em escala.

No dia 16 deste mês, o prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB), chegou a afirmar que o município planeja iniciar testagem por meio do exame RT-PCR. “Não faz mais sentido fazer teste sorológico porque hoje pode dar negativo e amanhã estar infectado (em razão da circulação do vírus). Vamos continuar o inquérito epidemiológico, que faz o teste sorológico em residências específicas, e vamos trabalhar com outras testagens”, disse na ocasião.

Grande ABC confirmou mais 16 mortes

Boletins epidemiológicos divulgados ontem pelas prefeituras confirmaram mais 16 mortes causadas pelo novo coronavírus no Grande ABC. Foram registradas cinco em Santo André, cinco em São Bernardo, três em Mauá, duas em Diadema e uma em Ribeirão Pires. Ao todo, são 3.448 óbitos nas sete cidades.

Em 24 horas, 395 casos foram diagnosticados, totalizando 98.088 positivos, das quais 80.942 foram recuperadas. São Bernardo contabiliza 38.637 infectados e 1.181 falecimentos, seguida por Santo André (28.716 casos e 849 óbitos), Diadema (12.721 positivos e 555 vítimas fatais), Mauá (8.154 diagnósticos e 413 mortes), São Caetano (6.047 contaminações e 307 perdas), Ribeirão Pires (3.019 infectados e 114 falecimentos) e Rio Grande da Serra (794 positivos e 29 vidas ceifadas).

A ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) é de 56,9% em Santo André, 54% em São Bernardo e 44% em São Caetano. Em Diadema, o percentual de ocupação geral (enfermaria e UTI) é de 40%. Em Ribeirão Pires não há unidade de terapia intensiva, sendo que a ocupação dos leitos de emergência e enfermaria é de 39%. Mauá e Rio Grande da Serra não informaram.

O Estado de São Paulo contabiliza 45.902 mortes e 1.427.752 casos de Covid. Pelo menos 1.270.469 pessoas foram recuperadas 10.873 estão internadas. A ocupação dos leitos de UTI é de 61,1% no Estado.

Segundo o Ministério da Saúde, o País contabiliza 7.504.833 diagnósticos e 191.570 óbitos. São 6.568.898 brasileiros recuperados e 744.365 estão em acompanhamento.



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Região testou para Covid o equivalente a 12,65% da população

Prefeituras registram 353.087 testes desde março; percentual é menor do que no Estado (15,3%) e no País (13,5%), segundo IBGE

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

29/12/2020 | 00:01


De março até ontem, o Grande ABC registrou 353.087 testes para detecção da Covid-19, conforme dados da SP Covid Info Tracker, plataforma de monitoramento da pandemia mantida por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista), da USP (Universidade de São Paulo) e do Cemeai (Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria) com base em informações das prefeituras. Isso significa que cerca de 12,65% dos 2.789.871 moradores da região passaram pelo procedimento. Entretanto, ao mesmo tempo em que uma pessoa pode ter feito mais de um exame, outras não fizeram nenhum.

O percentual está abaixo do observado no Estado, onde 15,3% dos residentes foram testados, e no País, cuja taxa é de 13,5%, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios) Covid-19, divulgada na última semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No Brasil, a pesquisa indicou que os exames mais realizados foram o SWAB, procedimento em que o material é coletado com cotonete na boca e/ou nariz do paciente (12,7 milhões) e o teste rápido com coleta de sangue por um furo no dedo (12,4 milhões).

Desde o início da pandemia, em março, as prefeituras da região iniciaram programas de testagem em massa por grupos, como profissionais da saúde, da segurança e do transporte, além de inquéritos epidemiológicos. Contudo, conforme o Diário publicou, o volume de exames realizados no Grande ABC caiu 56,8% entre julho e setembro, indicou o TCE (Tribunal de Contas do Estado). A justificativa era a de que o número de casos havia estabilizado.

Mais recentemente, as administrações testaram a comunidade escolar para avaliar a possibilidade da retomada das aulas presenciais. Com a ação, em outubro, foi possível identificar que apenas 3,72% dos profissionais da educação e alunos de Santo André tiveram contato com o coronavírus, enquanto em São Bernardo e São Caetano as taxas foram de 0,54% e 6,7%, respectivamente.

Atualmente, as prefeituras não estão com programas de testagem em massa em vigor. As administrações de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema garantiram que mantêm os exames em pessoas que apresentam os sintomas da Covid-19. Porém, não há previsão de nova rodada de testes em escala.

No dia 16 deste mês, o prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB), chegou a afirmar que o município planeja iniciar testagem por meio do exame RT-PCR. “Não faz mais sentido fazer teste sorológico porque hoje pode dar negativo e amanhã estar infectado (em razão da circulação do vírus). Vamos continuar o inquérito epidemiológico, que faz o teste sorológico em residências específicas, e vamos trabalhar com outras testagens”, disse na ocasião.

Grande ABC confirmou mais 16 mortes

Boletins epidemiológicos divulgados ontem pelas prefeituras confirmaram mais 16 mortes causadas pelo novo coronavírus no Grande ABC. Foram registradas cinco em Santo André, cinco em São Bernardo, três em Mauá, duas em Diadema e uma em Ribeirão Pires. Ao todo, são 3.448 óbitos nas sete cidades.

Em 24 horas, 395 casos foram diagnosticados, totalizando 98.088 positivos, das quais 80.942 foram recuperadas. São Bernardo contabiliza 38.637 infectados e 1.181 falecimentos, seguida por Santo André (28.716 casos e 849 óbitos), Diadema (12.721 positivos e 555 vítimas fatais), Mauá (8.154 diagnósticos e 413 mortes), São Caetano (6.047 contaminações e 307 perdas), Ribeirão Pires (3.019 infectados e 114 falecimentos) e Rio Grande da Serra (794 positivos e 29 vidas ceifadas).

A ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) é de 56,9% em Santo André, 54% em São Bernardo e 44% em São Caetano. Em Diadema, o percentual de ocupação geral (enfermaria e UTI) é de 40%. Em Ribeirão Pires não há unidade de terapia intensiva, sendo que a ocupação dos leitos de emergência e enfermaria é de 39%. Mauá e Rio Grande da Serra não informaram.

O Estado de São Paulo contabiliza 45.902 mortes e 1.427.752 casos de Covid. Pelo menos 1.270.469 pessoas foram recuperadas 10.873 estão internadas. A ocupação dos leitos de UTI é de 61,1% no Estado.

Segundo o Ministério da Saúde, o País contabiliza 7.504.833 diagnósticos e 191.570 óbitos. São 6.568.898 brasileiros recuperados e 744.365 estão em acompanhamento.

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