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Ônibus seguem com frota reduzida


Juliana Stern
Especial para o Diário

30/05/2018 | 07:00


O transporte público coletivo segue afetado pela falta de combustíveis, prejudicando a população. Para hoje, a previsão é de continuidade de frota reduzida e, por sua vez, demora e superlotação.

A operadora de telemarketing Letícia Caroline de Souza Leite, 21, moradora do Jardim Elba, na Capital, divisa com Santo André, conta que ficou uma hora e meia esperando por ônibus na manhã de ontem para ir ao trabalho, no Centro de São Bernardo. “Sempre demorou, mas antes eram uns 40 minutos. Hoje (ontem), foi uma hora e meia e ainda veio superlotado. Você até se machuca tentando entrar no ônibus”, disse.

A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) informou, por meio de nota, que na Região Metropolitana a frota em operação no pico ontem era de 74%.

Em Santo André, as viações Guaianazes, Curuçá, Etursa, Parque das Nações e Urbana operam com 65% a 70% da frota programada hoje. A viação Vaz colocará 90% da frota em circulação.

No caso da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a demanda de passageiros ontem ficou 1,3% maior do que no dia 21, há uma semana – foram 2,9 milhões de usuários contra 2,8 milhões. As linhas do Metrô e da CPTM continuam a funcionar em horário estendido, das 4h à 1h, com exceção da Linha 13-Jade da CPTM, que atende das 10h às 15h.

Em Diadema, a frota municipal de ônibus segue com 40% do total. Mauá também continua com serviço reduzido (60% da frota). O mesmo acontece em Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

APLICATIVOS

Os serviços de transporte individual por meio de aplicativo ainda continuam mais caros pela falta de combustível, o que ocasiona menor quantidade de carros disponíveis. A estudante Letícia Siqueira, 20, diz que gastou o dobro para voltar para casa, no Jardim das Maravilhas, em Santo André, na segunda-feira. “Normalmente dava em torno de R$ 30. Desta vez deu R$ 67”, conta.

As viagens nos aplicativos estão pelo menos 30% mais caras. Segundo a Uber, os motoristas parceiros da empresa também foram afetados pela greve. Por sua vez, o aplicativo 99 Táxi informou que determinou teto no preço variável em cidades de todo o País. “Esperamos equilibrar a oferta e a demanda de carros particulares (pop) sem incorrer em preços atípicos”, afirma.  



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Ônibus seguem com frota reduzida

Juliana Stern
Especial para o Diário

30/05/2018 | 07:00


O transporte público coletivo segue afetado pela falta de combustíveis, prejudicando a população. Para hoje, a previsão é de continuidade de frota reduzida e, por sua vez, demora e superlotação.

A operadora de telemarketing Letícia Caroline de Souza Leite, 21, moradora do Jardim Elba, na Capital, divisa com Santo André, conta que ficou uma hora e meia esperando por ônibus na manhã de ontem para ir ao trabalho, no Centro de São Bernardo. “Sempre demorou, mas antes eram uns 40 minutos. Hoje (ontem), foi uma hora e meia e ainda veio superlotado. Você até se machuca tentando entrar no ônibus”, disse.

A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) informou, por meio de nota, que na Região Metropolitana a frota em operação no pico ontem era de 74%.

Em Santo André, as viações Guaianazes, Curuçá, Etursa, Parque das Nações e Urbana operam com 65% a 70% da frota programada hoje. A viação Vaz colocará 90% da frota em circulação.

No caso da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a demanda de passageiros ontem ficou 1,3% maior do que no dia 21, há uma semana – foram 2,9 milhões de usuários contra 2,8 milhões. As linhas do Metrô e da CPTM continuam a funcionar em horário estendido, das 4h à 1h, com exceção da Linha 13-Jade da CPTM, que atende das 10h às 15h.

Em Diadema, a frota municipal de ônibus segue com 40% do total. Mauá também continua com serviço reduzido (60% da frota). O mesmo acontece em Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

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Os serviços de transporte individual por meio de aplicativo ainda continuam mais caros pela falta de combustível, o que ocasiona menor quantidade de carros disponíveis. A estudante Letícia Siqueira, 20, diz que gastou o dobro para voltar para casa, no Jardim das Maravilhas, em Santo André, na segunda-feira. “Normalmente dava em torno de R$ 30. Desta vez deu R$ 67”, conta.

As viagens nos aplicativos estão pelo menos 30% mais caras. Segundo a Uber, os motoristas parceiros da empresa também foram afetados pela greve. Por sua vez, o aplicativo 99 Táxi informou que determinou teto no preço variável em cidades de todo o País. “Esperamos equilibrar a oferta e a demanda de carros particulares (pop) sem incorrer em preços atípicos”, afirma.  

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