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Vice de Auricchio, Vidoski chefiará Pasta em S.Caetano

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Para tucano, gestão será compartilhada com o correligionário, que volta ao comando do Palácio da Cerâmica após 4 anos


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

22/11/2016 | 07:00


Vice-prefeito eleito de São Caetano, o vereador Beto Vidoski (PSDB) almejava disputar a Prefeitura quando o então ex-prefeito José Auricchio Júnior (ex-PTB) ingressou no ninho tucano e virou nome único do tucanato para a corrida pelo Paço. O parlamentar então abriu mão de concorrer à sucessão do atual chefe do Executivo, Paulo Pinheiro (PMDB), para compor chapa pura com o ex-gestor. Por esses motivos, Beto Vidoski acredita que terá papel “diferenciado” na gestão de Auricchio. Para ele, é possível fazer “gestão compartilhada”.

Além de vice-prefeito, o ainda vereador assumirá ao menos uma secretaria no Palácio da Cerâmica. O espaço inicialmente apalavrado é a Pasta de Esportes e Turismo, mas o tucano tem atuado nos bastidores para chefiar Serviços Urbanos, setor estratégico da gestão (é responsável pela limpeza e manutenção das vias e equipamentos do município), o que pode render atuação política de destaque durante o mandato e fazer com que ele se fortaleça para futuras eleições.

“Eu acho que a própria campanha mostrou qual seria o meu papel (na administração municipal). Foi uma campanha diferenciada. O vice, de fato, é um cargo de expectativa, mas para o tipo de vice que faz só papel de vice, o que não foi o nosso caso. Nós dividimos a campanha, as agendas durante a eleição. No governo não vai ser diferente”, avalia Vidoski, ao acrescentar que também tem acompanhado os desdobramentos da transição de governo – a primeira reunião efetiva ocorrerá hoje. “Estou participando de todas as reuniões. Todas as discussões do próximo governo, montagem de secretariado. Nós teremos uma participação efetiva no governo de tal modo que ele (Auricchio) projetou algumas secretarias para que a gente tivesse participação efetiva na administração”, frisou o parlamentar. O tucano diz que até esta semana decidirá qual posto deve assumir no primeiro escalão.

Além de ser eleito vice-prefeito, Vidoski conseguiu eleger o irmão, Eduardo Vidoski (PSDB), debutante na política. O tucano foi o sexto mais votado (1.863 sufrágios) e o primeiro na lista do partido, que abocanhou cinco cadeiras em outubro. Antes do pleito de 2012, que elegeu Beto Vidoski, a última vez que o partido fez vereador em São Caetano foi em 1996 (Moacir Gallina e Eduardo Agostini).

Esse resultado do PSDB local, sob o comando de Vidoski, é visto internamente na legenda como trampolim político para o futuro vice-prefeito, que despista sobre disputar cadeira de deputado estadual em 2018. “É um processo longo. Temos que começar o governo primeiro para entender nosso tamanho e buscar compreender como será 2018. Na verdade o PSDB abriu mão de ter um vereador mais votado e com expressivo apoio popular para ter sua maior bancada e isso representa muito”. São Caetano será administrada pela primeira vez por um prefeito eleito pelo PSDB. Antônio José Dall’Anese migrou para o tucanato entre 1993 e 1996, mas foi eleito pelo PTB.
 



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Vice de Auricchio, Vidoski chefiará Pasta em S.Caetano

Para tucano, gestão será compartilhada com o correligionário, que volta ao comando do Palácio da Cerâmica após 4 anos

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

22/11/2016 | 07:00


Vice-prefeito eleito de São Caetano, o vereador Beto Vidoski (PSDB) almejava disputar a Prefeitura quando o então ex-prefeito José Auricchio Júnior (ex-PTB) ingressou no ninho tucano e virou nome único do tucanato para a corrida pelo Paço. O parlamentar então abriu mão de concorrer à sucessão do atual chefe do Executivo, Paulo Pinheiro (PMDB), para compor chapa pura com o ex-gestor. Por esses motivos, Beto Vidoski acredita que terá papel “diferenciado” na gestão de Auricchio. Para ele, é possível fazer “gestão compartilhada”.

Além de vice-prefeito, o ainda vereador assumirá ao menos uma secretaria no Palácio da Cerâmica. O espaço inicialmente apalavrado é a Pasta de Esportes e Turismo, mas o tucano tem atuado nos bastidores para chefiar Serviços Urbanos, setor estratégico da gestão (é responsável pela limpeza e manutenção das vias e equipamentos do município), o que pode render atuação política de destaque durante o mandato e fazer com que ele se fortaleça para futuras eleições.

“Eu acho que a própria campanha mostrou qual seria o meu papel (na administração municipal). Foi uma campanha diferenciada. O vice, de fato, é um cargo de expectativa, mas para o tipo de vice que faz só papel de vice, o que não foi o nosso caso. Nós dividimos a campanha, as agendas durante a eleição. No governo não vai ser diferente”, avalia Vidoski, ao acrescentar que também tem acompanhado os desdobramentos da transição de governo – a primeira reunião efetiva ocorrerá hoje. “Estou participando de todas as reuniões. Todas as discussões do próximo governo, montagem de secretariado. Nós teremos uma participação efetiva no governo de tal modo que ele (Auricchio) projetou algumas secretarias para que a gente tivesse participação efetiva na administração”, frisou o parlamentar. O tucano diz que até esta semana decidirá qual posto deve assumir no primeiro escalão.

Além de ser eleito vice-prefeito, Vidoski conseguiu eleger o irmão, Eduardo Vidoski (PSDB), debutante na política. O tucano foi o sexto mais votado (1.863 sufrágios) e o primeiro na lista do partido, que abocanhou cinco cadeiras em outubro. Antes do pleito de 2012, que elegeu Beto Vidoski, a última vez que o partido fez vereador em São Caetano foi em 1996 (Moacir Gallina e Eduardo Agostini).

Esse resultado do PSDB local, sob o comando de Vidoski, é visto internamente na legenda como trampolim político para o futuro vice-prefeito, que despista sobre disputar cadeira de deputado estadual em 2018. “É um processo longo. Temos que começar o governo primeiro para entender nosso tamanho e buscar compreender como será 2018. Na verdade o PSDB abriu mão de ter um vereador mais votado e com expressivo apoio popular para ter sua maior bancada e isso representa muito”. São Caetano será administrada pela primeira vez por um prefeito eleito pelo PSDB. Antônio José Dall’Anese migrou para o tucanato entre 1993 e 1996, mas foi eleito pelo PTB.
 

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