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Entidades miram redução junto a Dilma

Associações comerciais do Grande ABC definem formalização de carta aberta à presidente solicitando pacote de medidas emergenciais no setor


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


Representantes das associações comerciais do Grande ABC, em reunião ontem na unidade de São Bernardo, decidiram formalizar carta aberta à presidente da República, Dilma Rousseff (PT), cujo teor descreve solicitação de pacote de medidas emergenciais ao setor, como redução da carga de impostos e política de juros.
<EM>No encontro, estavam presentes o dirigente da associação de Santo André, Evenson Dotto; de São Bernardo, Valter Moura; de São Caetano, Mauro Laranjeira; de Diadema, Vera Lúcia; de Mauá, Luiz Augusto Gonçalves de Almeida, ao lado da gerente administrativa da entidade, Edi Aparecida Banhara; e de Ribeirão Pires, Maria de Lourdes Zampol dos Reis; além do deputado estadual Orlando Morando (PSDB).

Os líderes das associações esperam oficializar o documento de combate à crise à chefe da Nação até o dia 31. “A ideia (da carta) foi tirada hoje (ontem). A situação no comércio e na indústria está cada vez mais agravada. Precisamos fazer alguma coisa para sensibilizar e pedir ajuda ao governo”, pontuou Evenson, presidente da entidade andreense.

A indústria do Grande ABC demitiu 31.450 trabalhadores entre fevereiro de 2015 e o mês passado. Isso significa que, nos últimos 12 meses, as empresas do setor dispensaram um funcionário a cada 16 minutos e 42 segundos. O nível de emprego na área foi divulgado pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).

“Diante da crise, o empresário e o comerciante passam a adotar ações mais rígidas, como corte nos preços e custos. O que é necessário para isso dar certo é o governo se apresentar com planos de respaldo ao setor e não seguir na contramão do mundo, aumentando impostos. O País adota leis de primeiro mundo, uma verdadeira fúria arrecadatória, mas com receitas de terceiro mundo”, adicionou Evenson.

Único parlamentar que compareceu à atividade, Morando sustentou ter ficado satisfeito com a iniciativa definida na reunião. “Foi um convite a todos os deputados da região e eu saí contemplado com o debate, uma vez que proposta dessa se tornará pública nos próximos dias. A situação destes setores caminha para o caos. Se todos se unirem será possível encontrar caminhos para achar melhorias”, observou o tucano. 



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Entidades miram redução junto a Dilma

Associações comerciais do Grande ABC definem formalização de carta aberta à presidente solicitando pacote de medidas emergenciais no setor

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


Representantes das associações comerciais do Grande ABC, em reunião ontem na unidade de São Bernardo, decidiram formalizar carta aberta à presidente da República, Dilma Rousseff (PT), cujo teor descreve solicitação de pacote de medidas emergenciais ao setor, como redução da carga de impostos e política de juros.
<EM>No encontro, estavam presentes o dirigente da associação de Santo André, Evenson Dotto; de São Bernardo, Valter Moura; de São Caetano, Mauro Laranjeira; de Diadema, Vera Lúcia; de Mauá, Luiz Augusto Gonçalves de Almeida, ao lado da gerente administrativa da entidade, Edi Aparecida Banhara; e de Ribeirão Pires, Maria de Lourdes Zampol dos Reis; além do deputado estadual Orlando Morando (PSDB).

Os líderes das associações esperam oficializar o documento de combate à crise à chefe da Nação até o dia 31. “A ideia (da carta) foi tirada hoje (ontem). A situação no comércio e na indústria está cada vez mais agravada. Precisamos fazer alguma coisa para sensibilizar e pedir ajuda ao governo”, pontuou Evenson, presidente da entidade andreense.

A indústria do Grande ABC demitiu 31.450 trabalhadores entre fevereiro de 2015 e o mês passado. Isso significa que, nos últimos 12 meses, as empresas do setor dispensaram um funcionário a cada 16 minutos e 42 segundos. O nível de emprego na área foi divulgado pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).

“Diante da crise, o empresário e o comerciante passam a adotar ações mais rígidas, como corte nos preços e custos. O que é necessário para isso dar certo é o governo se apresentar com planos de respaldo ao setor e não seguir na contramão do mundo, aumentando impostos. O País adota leis de primeiro mundo, uma verdadeira fúria arrecadatória, mas com receitas de terceiro mundo”, adicionou Evenson.

Único parlamentar que compareceu à atividade, Morando sustentou ter ficado satisfeito com a iniciativa definida na reunião. “Foi um convite a todos os deputados da região e eu saí contemplado com o debate, uma vez que proposta dessa se tornará pública nos próximos dias. A situação destes setores caminha para o caos. Se todos se unirem será possível encontrar caminhos para achar melhorias”, observou o tucano. 

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