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CEU Silvina abrirá as portas incompleto após atraso de 5 anos


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


O CEU (Centro Educacional Unificado) Jardim Silvina será entregue em abril pela Prefeitura de São Bernardo, quase cinco anos após o prazo prometido, e incompleto. Isso porque o equipamento oferecerá inicialmente apenas as atividades educacionais aos 1.292 alunos com idade entre 6 meses e 10 anos. Conforme o secretário de Educação da cidade, Paulo Dias, o teatro do espaço ficará pronto apenas no fim do ano.

O atraso na entrega do CEU Silvina é resultado de diversos problemas no decorrer da obra. Além de precisar de adequação ao projeto executivo, a construção, sob responsabilidade da H. Guedes Engenharia, ficou parada por quase um ano. O equipamento tinha custo inicial previsto de R$ 17,3 milhões, no entanto, demandará investimento 25,4% maior.

Construídos aos moldes das unidades da Capital, os CEUs foram programados para oferecer tanto conteúdo educacional quanto esportivo, cultural e de lazer para toda a comunidade onde estão inseridos. No entanto, em São Bernardo, as atividades ainda ficam restritas ao uso pedagógico.

Ontem, o primeiro CEU entregue pela administração, em 2012, instalado na Vila São Pedro ao custo de R$ 60 milhões, ficou completo: ganhou teatro com capacidade para 500 pessoas. Somente na semana passada a unidade recebeu as quadras poliesportivas. “A gente quer abrir também para toda a sociedade. A ideia é que este teatro seja da população. A preferência é para a utilização dos alunos, e, gradativamente, vamos abrir para outras pessoas”, explicou Dias, sem especificar quais atividades poderão ser desenvolvidas e em qual prazo.

O Diário já mostrou que, por falta de opções, moradores de áreas de divisa com a Capital acabam utilizando os CEUs de São Paulo. Por lá, há programação extensa com atividades que vão de aulas de hidroginástica, peças teatrais até shows.

A cidade conta com outros dois CEUs: Três Marias, no bairro Cooperativa, aberto em agosto de 2012 por R$ 26,8 milhões, e o CEU Parque Havaí, inaugurado em setembro de 2014, com três anos de atraso e custo de R$ 7,8 milhões, 23% mais que o previsto, todos exclusivos ao uso educacional.

SINDICÂNCIA

Conforme Dias, está prevista para quinta-feira a entrega de resultado de laudo contratado pela Prefeitura para investigar a composição de pasta de alho distribuída às 179 escolas municipais e creches conveniadas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, funcionários da Educação mostram supostos pedaços de papel misturados com o produto dentro da embalagem.



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CEU Silvina abrirá as portas incompleto após atraso de 5 anos

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

22/03/2016 | 07:00


O CEU (Centro Educacional Unificado) Jardim Silvina será entregue em abril pela Prefeitura de São Bernardo, quase cinco anos após o prazo prometido, e incompleto. Isso porque o equipamento oferecerá inicialmente apenas as atividades educacionais aos 1.292 alunos com idade entre 6 meses e 10 anos. Conforme o secretário de Educação da cidade, Paulo Dias, o teatro do espaço ficará pronto apenas no fim do ano.

O atraso na entrega do CEU Silvina é resultado de diversos problemas no decorrer da obra. Além de precisar de adequação ao projeto executivo, a construção, sob responsabilidade da H. Guedes Engenharia, ficou parada por quase um ano. O equipamento tinha custo inicial previsto de R$ 17,3 milhões, no entanto, demandará investimento 25,4% maior.

Construídos aos moldes das unidades da Capital, os CEUs foram programados para oferecer tanto conteúdo educacional quanto esportivo, cultural e de lazer para toda a comunidade onde estão inseridos. No entanto, em São Bernardo, as atividades ainda ficam restritas ao uso pedagógico.

Ontem, o primeiro CEU entregue pela administração, em 2012, instalado na Vila São Pedro ao custo de R$ 60 milhões, ficou completo: ganhou teatro com capacidade para 500 pessoas. Somente na semana passada a unidade recebeu as quadras poliesportivas. “A gente quer abrir também para toda a sociedade. A ideia é que este teatro seja da população. A preferência é para a utilização dos alunos, e, gradativamente, vamos abrir para outras pessoas”, explicou Dias, sem especificar quais atividades poderão ser desenvolvidas e em qual prazo.

O Diário já mostrou que, por falta de opções, moradores de áreas de divisa com a Capital acabam utilizando os CEUs de São Paulo. Por lá, há programação extensa com atividades que vão de aulas de hidroginástica, peças teatrais até shows.

A cidade conta com outros dois CEUs: Três Marias, no bairro Cooperativa, aberto em agosto de 2012 por R$ 26,8 milhões, e o CEU Parque Havaí, inaugurado em setembro de 2014, com três anos de atraso e custo de R$ 7,8 milhões, 23% mais que o previsto, todos exclusivos ao uso educacional.

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Conforme Dias, está prevista para quinta-feira a entrega de resultado de laudo contratado pela Prefeitura para investigar a composição de pasta de alho distribuída às 179 escolas municipais e creches conveniadas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, funcionários da Educação mostram supostos pedaços de papel misturados com o produto dentro da embalagem.

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